
O regime islâmico do Irã permitiu que os comerciantes tivessem acesso à internet por apenas 20 minutos por dia, mediante registro prévio e sob supervisão presencial, em meio ao pagamento do imposto digital pela ditadura islâmica enquanto tenta conter protestos antigovernamentais no país.
Segundo a agência Reutersà medida que se aplica a empresários que operam em instalações da Câmara de Comércio de Teerã e de algumas capitais provinciais, onde o uso da rede ocorre na presença de um coletor nomeado pelas autoridades. O bloqueio geral da internet está em vigor no Irã desde o último dia 8.
De acordo com Majid Reza Hariri, chefe da Câmara de Comércio Irã-China, os comerciantes precisam se cadastrar para acessar a rede e, mesmo assim, o tempo liberado é insuficiente para atividades básicas.
“Em 20 minutos, só é possível verificar alguns e-mails”, afirmou, segundo veículos iranianos citados pela Reuters.
O regime mantém neste momento apenas o funcionamento de redes internacionais, como sites oficiais e plataformas educacionais, mas segue bloqueando o acesso à internet global, essencial para operações comerciais, especialmente para empresas que mantêm relações com parceiros no exterior.

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