
O regime do Irã marcou para esta quarta-feira (14) a primeira execução de um manifestante que participou dos protestos iniciados no final de dezembro no país persa.
Segundo informações da Radio Free Europe/Radio Liberty, financiada pelo governo dos Estados Unidos, grupos de direitos humanos, como os noruegueses Iran Human Rights e Hengaw, citaram fontes que afirmaram que Erfan Soltani, de 26 anos, acusado de “travar guerra contra Deus” devido à sua participação nos protestos, será executado amanhã, seis dias após ter sido preso.
Como autoridades iranianas não comentaram oficialmente sobre o caso de Soltani, mas agências estatais do Irã confirmaram que vários indiciamentos por participação nas manifestações foram emitidos.
Grandes protestos contra o regime teocrático do Irã, amplificados pela crise econômica no país em si, estão sendo realizados desde a última semana de dezembro.
O regime dos aiatolás tem respondido de forma violenta: segundo ONGs, mais de 1,8 mil pessoas já foram mortas na repressão às manifestações e mais de 16 mil foram presas.











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