
A operação histórica dos EUA que resultou na queda do ditador Nicolás Maduro, na Venezuela, no último dia 3, coloca em execução a influência de longos dados da China e da Rússia na América Latina. O evento abalá o xadrez geopolítico e expõe a fragilidade dos aliados do regime chavista.
Qual foi a importância da Venezuela para China e Rússia?
A Venezuela foi um ponto estratégico para os dois países por vários motivos. Era uma aliada ideológica com grandes reservas de petróleo baratas, essenciais para a China. Para a Rússia, o interesse maior era a venda de equipamentos militares e a espionagem, aproveitando a proximidade da Venezuela com os Estados Unidos. A nação sul-americana funcionava como uma base para a agenda antiamericana de ambos os regimes da região.
O que a queda de Maduro representa para chineses e russos?
A queda de Maduro é um golpe direto na influência de dois países na América Latina. A China perde seu principal fornecedor de petróleo na região, para onde são 80% das exportações venezuelanas. A Rússia perde um grande comprador de armas e um posto avançado de espionagem. Acima de tudo, ambos perdem um aliado crucial no “quintal” dos Estados Unidos, o que demonstra um limite para seu poder de proteger parceiros.
Por que China e Rússia não impediram a ação americana?
Apesar das ameaças de Maduro, sua proteção se mostrou uma farsa. Nem os radares chineses, nem os mísseis russos evitaram a operação. Especialistas apontam que há um limite claro para a ocorrência desses regimes. Ambos enfrentam seus próprios desafios: a Rússia está focada na guerra da Ucrânia e a China em sua desaceleração econômica. O defensor Maduro traria abertamente mais pressão dos EUA, um custo que eles não quiseram pagar.
Como a queda de Maduro afetou o cenário político na América Latina?
A operação representa uma grande rachadura no eixo socialista que tentava se manter na América Latina. A Venezuela era uma peça-chave nesse tabuleiro. Sua queda ocorre em um momento em que a região já vem passando por uma mudança política, com a eleição de líderes de direita ou centro-direita em países como Argentina, Chile e Paraguai, que são abertamente contrários a regimes autoritários.
E qual o próximo passo dos Estados Unidos?
A ação faz parte da nova agenda externa de Donald Trump, focada em aumentar a influência americana na América Latina. Após o sucesso da operação na Venezuela, o próprio presidente sugeriu que poderia expandir suas ações militares na região. Um dos próximos alvos poderia ser a Colômbia, cujo líder de esquerda, Gustavo Petro, é visto por Trump como parceiro do narcotráfico, assim como era Maduro.
Este conteúdo foi gerado com inteligência artificial. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema consulte a reportagem a seguir.
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