Autoridades de Hong Kong informaram neste sábado (29) que 144 pessoas inicialmente dadas como desaparecidas após o incêndio no complexo residencial Wang Fuk Court foram localizadas em ilhas, enquanto cerca de 150 continuam sem contato.
O balanço oficial de mortos é de 128 e os trabalhos de identificação continuam em andamento. A contagem provisória aponta para 84 mortos e 37 feridos entre as pessoas que inicialmente foram dadas como desaparecidas.
A chefe da unidade policial de investigação de vítimas, Karen Tsang Shuk-yin, indicou que 44 corpos continuaram sem identificação e que a polícia começou a notificar familiares e pessoas que denunciaram o desaparecimento para que participassem no processo.
Embora as autoridades não tenham fornecido um detalhamento, os números divulgados desde quarta-feira mostram que a lista inicial de desaparecidos, que era de cerca de 200 casos, aumentou para quase 300, em parte devido a denúncias com informações incompletas ou difíceis de verificar.

“Desses 150 casos, em cem deles recebemos poucos detalhes, às vezes apenas um apelido ou até mesmo dúvidas sobre se uma pessoa realmente morava no Tribunal de Wang Fuk”, explicou Tsang em declarações ao jornal Postagem matinal do sul da Chinaacrescentando que a polícia está entrando em contato “um por um” com aqueles que ligaram para a linha habilitada para avançar na identificação.
A atualização ocorre em meio ao luto oficial de três dias na região administrativa controlada pela China e enquanto as equipes de resgate continuam vasculhando os sete blocos afetados em busca de restos mortais e provas.
As investigações preliminares apontam que materiais altamente inflamáveis usados na renovação facilitaram a propagação vertical do fogo, enquanto a investigação criminal avança com 11 detenções, entre diretores, consultores e outros, em uma das tragédias mais mortíferas da história recente de Hong Kong.












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