
Os EUA deixam oficialmente a partir desta terça-feira (27) os signatários do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas.
A medida passa a entrar em vigor um ano após o presidente Donald Trump liderar uma ordem executiva determinando a saída do país do tratado internacional que compromete os países signatários a buscar formas de limitar o aquecimento global, segundo diz a proposta. Esta é a segunda vez que o republicano toma uma decisão, o que aconteceu durante o seu primeiro mandato, iniciativa que foi revertida pelo seu primeiro sucessor, Joe Biden.
Neste mês, o governo americano também comunicou sua retirada da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudança do Clima, uma mudança de tom em relação às políticas climáticas defendidas pelos opositores políticos do presidente.
Taylor Rogers, porta-voz da Casa Branca, disse em comunicado que Trump estava retirando os EUA de acordos internacionais “radicais”.
“Graças ao presidente Trump, os EUA escaparam oficialmente do Acordo de Paris sobre o Clima, que minou os valores e prioridades americanos, desperdiçou o dinheiro suado dos contribuintes e sufocou o crescimento econômico”, diz ela. Rogers classificou as decisões como “uma vitória da América Primeiro”.
Desde seu retorno à Casa Branca, há um ano, Trump desmantelou uma ampla gama de políticas climáticas nos EUA, incluindo as que promovem a produção de energia limpa, como a energia eólica e solar, bem interrompida como ou o incentivo à compra de veículos elétricos.
O presidente também tem defendido o aumento da exploração de petróleo e gás pelas empresas pelos EUA.
Na semana passada, a Casa Branca já anunciou a saída efetiva da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma decisão que parte de uma ordem executiva assinada nos primeiros dias do segundo mandato de Trump.

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