
O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos retirou os nomes do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, do Instituto Lex de Estudos Jurídicos e de Viviane Barci de Moraes, esposa do juiz e diretora do instituto, da lista de alvos de avaliações econômicas do governo Donald Trump via Lei Magnitsky.
Os nomes não constam mais na lista de sancionados no site do Ofac. UM Gazeta do Povo solicite mais informações ao Departamento do Tesouro americano e aguarde retorno.
Nas conversas que teve com Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que as autoridades brasileiras sancionadas pelos EUA fizeram as punições retiradas.
Este ano, devido às decisões de Moraes relacionadas às redes sociais americanas e ao processo no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o ministro, o Instituto Lex de Estudos Jurídicos e Viviane Barci de Moraes sofreram avaliações econômicas do governo Trump.
Moraes foi alvo de avaliações em julho, e o Lex e Viviane, em setembro. As medidas foram baseadas na Lei Magnitsky, uma legislação dos Estados Unidos que permite a Washington aplicar avaliações contra acusados de violação de direitos humanos e corrupção em todo o mundo.
A retirada dos nomes da lista chama a atenção, porque no início da semana o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos foi reafirmado, por meio de um ofício compartilhado com o congressista republicano Rick McCormick, suas razões para ter sancionado Moraes.
As medidas do Departamento do Tesouro incluíram o bloqueio de todos os bens dos vistos que chegaram nos Estados Unidos ou em posse ou controle de americanos; bloqueio de empresas ou outras organizações que exijam participação de 50% ou mais dos citados; e proibição de pessoas nos Estados Unidos ou em trânsito no território americano de fazer transações financeiras e comerciais com os sancionados, exceto em caso de licença emitida pelo Ofac.










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