
O governo de Donald Trump proibiu a monetização de conteúdo durante a Copa do Mundo por influenciadores estrangeiros que estejam no país apenas com visto de turismo.
Em nota enviada ao jornal El Paíso Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA e o Departamento de Segurança Interna informaram que o trabalho é considerado “ilegal” e pode acarretar punições a indivíduos durante o torneio mundial, que começa nesta quinta-feira (11).
“Vir aos EUA com o único propósito de criar conteúdo (como influenciado), gerando renda enquanto estiver no país, é considerado trabalho e exige
“Pessoas que entram nos EUA por meio de um programa de visitantes e recebem renda de uma fonte americana estariam violando as condições de seu visto de admissão”, acrescentou.
A violação da medida pode resultar no cancelamento do visto, deportação e até restrições a futuras viagens ao país. O visto de turismo americano (categoria B-2) permite a entrada nos EUA por razões de lazer, férias, visitas a familiares ou tratamento médico. Qualquer atividade que gere renda pode acarretar punições aos beneficiários.
Caso um produtor de conteúdo tenha interesse em cobrir a Copa do Mundo e gerar renda com o trabalho, uma das alternativas seria a solicitação do visto O-1, destinada a “pessoas com habilidades extraordinárias em áreas como artes, negócios, ciência ou esportes”.
Uma fonte do governo disse ao jornal espanhol que o governo de Donald Trump elaborou planos para intensificar as inspeções em aeroportos e postos de fronteira mudando influenciadores mexicanos e outros estrangeiros que tentam usar visto de turista para trabalhar e “gerar altos rendimentos” no período do torneio mundial de futebol. Segundo uma pessoa familiarizada com o assunto, o objetivo dessa política é “proteger os investimentos americanos”.

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