
Atriz divulgou seu novo filme ‘Run Amok’. À direita, Molly e Hughes no set de “Gatinhas e Gatões” Arturo Holmes/AFP e Universal Pictures/Cortesia Everett Collection A atriz Molly Ringwald, eterna protagonista de sucessos como ‘Cube dos Cinco’, ‘A Garota de Rosa-Shocking’ e ‘Gatinhas e Gatões”, voltou a se posicionar firmemente contra a refilmagem de seus clássicos da década de 80. Para o artista, as obras têm um tempo específico e devem ser preservadas em Em entrevista concedida à revista People durante o Festival de Cinema de Sundance, publicada neste sábado (31), Ringwald foi enfática ao ser questionada sobre possíveis novas versões. grandes sucessos A carreira de Ringwald está intrinsecamente ligada ao diretor John Hughes, falecido em 2009. Ela se tornou o rosto de uma geração ao estrelar os filmes que definiram o gênerocoming-of-age (tramas adolescentes de amadurecimento) nos anos 80. No entanto, a atriz acredita que, em vez de refilmagens literárias, a indústria deveria focar em novas histórias que capturam o espírito daquela época para o público atual “Eu sinto que, se alguém preferir seu algo, eu gostaria. que fizeram algo… que bebeu de ‘Clube dos Cinco’ e então construiu sobre isso, e representa os problemas desta geração, em vez de tentar recriar o que era de um tempo diferente”, declarou Ringwald à People. ‘Sessão da Tarde’. Diante do público, ela explicou por que não acreditou em uma nova versão. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “Pessoalmente, eu não acredito em refazer esse filme, porque ele é muito datado. Ele ressoa com as pessoas hoje, mas acredito em fazer filmes inspirados por outros, que evoluam e representam o que está acontecendo agora”, disse a atriz, então com 56 anos. Ringwald também apontou a falta de representatividade no clássico de 1985. Durante o mesmo painel na C2E2, ela destacou: “É um filme muito branco. Você não vê muitas etnias diferentes. Não falamos sobre gênero. Nada disso. E sinto que isso não representa o nosso mundo hoje”. Revisão crítica e respeito ao legado Além das questões sociais, a atriz lembrou que muitos elementos da trama só eram tolerados no contexto da época — e que, vistos hoje, simplesmente não passariam. Por isso, qualquer tentativa de refilmagem exigia mudanças que descaracterizariam as obras originais. Em 2024, em entrevista ao jornal britânico The Times, ela comentou que algumas cenas “envelheceram mal”, reforçando que o que antes parecia normal agora seria inaceitável. “Há coisas que eu realmente amo no filme, mas também elementos que não funcionam mais hoje — como o personagem de Nelson, John Bender, que basicamente assedia sexualmente a meu personagem”, revelou ao jornal. “Todos concordamos que não faríamos isso sem o John”, afirmou Anthony Michael Hall durante a reunião de 40 anos do longa.
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