
A ditadora interna da Venezuela, a chavista Delcy Rodríguez, comemorou nesta quarta-feira (1º) a retirada das avaliações dos Estados Unidos contra ela e afirmou que espera que essa medida seja o primeiro passo para a derrubada de punições semelhantes contra o país.
“A decisão do presidente [Donald] Trump é um passo significativo na direção certa para normalizar e fortalecer as relações entre nossos países. Confiamos que esse progresso e essa determinação levarão, em última instância, ao levantamento das avaliações adicionais em vigor contra o nosso país”, escreveu Rodríguez no X.
“Isso permitirá um rápido desenvolvimento econômico, investimentos e uma agenda eficaz de cooperação bilateral para o benefício de nossos povos. Vamos continuar trabalhando por uma Venezuela próspera para todos!”, acrescentou a ditara.
Nesta quarta-feira, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro dos EUA retirou o nome do chavista de sua lista de alvos de avaliações econômicas, onde Rodríguez estava desde 2018 devido a uma acusação de corrupção e proteção de direitos humanos.
Rodríguez se tornou ditadora interina da Venezuela no início de janeiro, depois que os Estados Unidos realizaram uma operação militar em Caracas que resultou na captura do então ditador Nicolás Maduro e da esposa deste, Cilia Flores, para que respondessem na Justiça federal americana a acusações de narcoterrorismo.
Desde então, o regime chavista tem se aproximado dos Estados Unidos (com quem fez uma parceria de longo prazo na área de energia) e recebeu elogios de Trump, que se decidiu a apoiar a líder oposicionista María Corina Machado para comandar a Venezuela, alegando que ela não teria o apoio necessário dentro do país.
Na segunda-feira (30), Washington reabriu sua embaixada em Caracas após o restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, que estavam rompidas desde 2019.












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