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China perde 3,4 milhões de habitantes após queda de natalidade

Redação Por Redação
19 de janeiro de 2026
Em Entretenimento
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China perde 3,4 milhões de habitantes após queda de natalidade
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



O número de habitantes da China, o segundo país mais populoso do mundo, sofreu uma nova queda, caindo em cerca de 3,39 milhões em 2025, após um novo registro negativo de natalidade e de envelhecimento da população, segundo dados oficiais publicados nesta segunda-feira (19) pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONE).

Esse é o quarto ano consecutivo de contração, depois que a população chinesa perdeu 850 mil pessoas em 2022 – o primeiro declínio desde 1961, quando o número de habitantes contraiu como consequência da fome derivada da fracassada política de industrialização do Grande Salto Adiante -, 2,08 milhões em 2023 e 1,39 milhão em 2024.

O país registrou no ano passado 7,92 milhões de nascimentos, uma especificação especial frente aos 9,54 milhões de 2024 e um novo recorde negativo desde o ano de fundação da República Popular da China, em 1949, ficando inclusive abaixo dos 9,02 milhões de 2023.

Apesar das inúmeras políticas anunciadas pelas autoridades, tanto em nível local quanto nacional, para tentar criar uma “sociedade favorável à criação de filhos”, a taxa de natalidade também caiu para mínimos históricos, com 5,63 para cada 1.000 pessoas.

O gigante asiático permite desde 2021 que seus cidadãos tenham um terceiro filho, embora a decisão não tenha sido recebida com grande entusiasmo pela população, devido tanto à carga econômica que a criação representa quanto à prioridade dada à carreira profissional.

Durante o seu 20º Congresso, em 2022, o líder do Partido Comunista enfatizou que o país precisa de um sistema que “aumente as taxas de natalidade e reduza os custos da gravidez, do parto, da escolarização e da criação”. Além disso, o ditador chinês, Xi Jinping, classificou a crise demográfica como um “assunto vital”.

A China registou em 2025 cerca de 11,31 milhões de mortes, com uma taxa de 8,04 por cada 1.000 habitantes, superior aos 7,76 do ano anterior.

Dessa forma, o gigante asiático cercou o ano com 1.404 bilhões de habitantes, o que contrasta com os 1.408 bilhões que houve no país no final do ano anterior.

A China é atualmente o segundo país mais populoso do mundo, atrás apenas da Índia, que superou o país em número de habitantes em 2023 e cuja população continua crescendo, segundo dados das Nações Unidas.

Nos últimos meses, Pequim implementou medidas para tentar reverter a queda dos nascimentos, como subsídios diretos de 3.600 yuans anuais (cerca de R$ 2.700) por cada menor de três anos e planos para que o parto seja coberto pela segurança nacional de maternidade antes de 2026.

Da mesma forma, o regime anunciou no final de 2025 uma revisão integral da política de preços das creches para reduzir os custos da educação pré-escolar e reforçar o apoio à natalidade.

Além disso, outras formas de tentar conter os índices negativos de natalidade foram tornar o parto um ato patriótico e a taxação de preservativos.

O contexto demográfico também coincide com o aumento da população que vive sozinha, que supera 92 milhões de pessoas e que poderá chegar a entre 150 milhões e 200 milhões em 2030, de acordo com dados do Ministério de Assuntos Civis e estimativas do Instituto de Pesquisa Beike.

Outro obstáculo importante é o desequilíbrio de sexo propiciado por décadas da “política do filho único”, nas quais predomina a busca por filhos homens, o que faz com que, neste momento, exista na China uma proporção aproximada de 104,34 homens para cada 100 mulheres.

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Tags: apósChinafilhosGravidezhabitantesMaternidademilhõesnatalidadeperdequeda
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