
Um ativista pró-Palestina vandalizou a estátua do ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill, localizado na Parliament Square, em Londres, e foi preso nesta sexta-feira (27). Segundo a Polícia Metropolitana de Londres (Met), o homem, de 38 anos, que não teve seu nome divulgado, foi detido sob suspeitas de dano violento com agravante racial.
O ativista pichou a estátua de Churchill com tinta vermelha e escreveu frases como “criminoso de guerra sionista”, “Parem o genocídio” e “Palestina livre”. Outras inscrições, incluindo uma “Globalizar a intifada”, também foram pichadas no monumento.
O ativista integra a organização Palestine Action, grupo pró-Palestina proibido no Reino Unido com base na legislação antiterrorismo. Por isso, além da acusação por dano criminal com agravante racial, ele também foi acusado de apoiar uma organização proibida.
O gabinete do primeiro-ministro britânico, o trabalhista Keir Starmer, classificou o ato como “completamente repugnante”. Em nota, um porta-voz de Downing Street disse que “Churchill foi um grande britânico” e que o governo Starmer “sempre defenderá nossos valores e o responsável (pelo ato) deve ser responsabilizado”.
Os monumentos de Churchill, inaugurados em 1973 e criados pelo escultor Ivor Roberts-Jones, já foram alvo de vandalismo em outras graças, incluindo protestos do movimento Black Lives Matter, em 2020. Após o episódio desta sexta-feira, a área foi isolada e equipes especializadas iniciaram a remoção da tinta.











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