A música flui bem em gravação que roça os quatro minutos e fica cada vez mais envolvente na medida em que avança. E, de todo modo, ouvir uma Caymmi dar voz a versos como “Quem me batizou, quem me nomeou / Pouco me importou, é assim que eu sou” carrega simbolismo para mostrar Alice no exercício da liberdade artística, respeitando o legado da família, mas sem medo de tirar o véu sagrado que cobre o cancioneiro lapidar de Dorival Caymmi.
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/X/ZqHkUCSp2X6MhtxcdnRQ/alicemodinhacapa.png)











Deixe o Seu Comentário