Candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro deve voltar a explorar a impopularidade do STF nessa reta final de campanha de segundo turno.
A ideia, segundo integrantes da campanha, é mostrar ao eleitorado que ministros simpáticos a Lula saíram temporariamente dos holofotes para não prejudicar o petista, mas que o “sistema” continua articulado para voltar a dar decisões no Supremo que beneficiem o petismo e consolidem uma espécie de acordo para que nada dos escândalos do Banco Master seja investigado.
Com receio de interferir nas eleições, o presidente do STF, Edson Fachin, travou as investigações do Banco Master, que estão paradas no gabinete dele há mais de um mês, travou a discussão sobre o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, citado em mensagens de Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes, e também postergou o desfecho de discussões sobre as provas do celular do banqueiro contra integrantes do tribunal.
Apesar do presidente do STF ter travado a crise do Banco Master, o clima continua mais tóxico do que nunca na Corte. “Após as eleições, muita roupa suja será lavada em público”, diz um ministro.
Fonte: Abril















Deixe o Seu Comentário