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Operação Compliance Zero: entenda as oito fases da investigação, que atingem Claudio Castro, ex-governador do RJ

Redação Por Redação
26 de maio de 2026
Em Notícias
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Operação Compliance Zero: entenda as oito fases da investigação, que atingem Claudio Castro, ex-governador do RJ
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Operação Compliance Zero: entenda as oito fases da investigação, que atingem Claudio Castro, ex-governador do RJ
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Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes no Banco Master pelo Rioprevidência O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), é alvo da 8ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), nesta terça-feira (26), que investiga crimes financeiros envolvendo o Banco Master. A PF apura aportes de R$ 3 bilhões de recursos públicos do Rio de Janeiro para o conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro, em diversos benefícios. O dinheiro, segundo a investigação, partiu do Rioprevidência, fundo que gera os benefícios de 235 mil aposentados e pensionistas do estado. A Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras, corrupção, lavagem de dinheiro e interferência da Justiça ligada ao Banco Master. Desde novembro de 2025, uma investigação avançou sobre diferentes núcleos de organização, atingindo executivos do banco, familiares de Daniel Vorcaro, políticos, policiais e até membros da Polícia Federal. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Entenda cada uma das fases da Operação Compliance Zero: 1ª fase: prisão de Daniel Vorcaro e suspeitas de fraude bilionária 2ª fase: familiares de Vorcaro e bloqueios de R$ 5,7 bilhões 3ª fase: prisão de “Sicário” e expansão para ameaças e espionagem 4ª fase: suspeitas sobre aportes bilionários do BRB 5ª fase: núcleo político e investigação sobre Ciro Nogueira 6ª fase: prisão do pai de Vorcaro e de policial federal 7ª fase: investigação sobre vazamentos dentro da PF 8ª fase: Cláudio Castro e recursos do Rioprevidência Cláudio Castro em cobertura na Barra da Tijuca. Ex-governador é alvo de buscas da Polícia Federal Charles Júnior/ TV Globo Ministro André Mendonça autoriza volta de Daniel Vorcaro para cela especial da Polícia Federal Jornal Nacional/ Reprodução 1ª fase: prisão de Daniel Vorcaro e suspeitas de fraude bilionária Deflagrada em novembro de 2025, a primeira etapa da operação teve como foco um suposto esquema de emissão irregular de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) — produtos financeiros em que o cliente empresta dinheiro ao banco em troca de rendimentos futuros. Segundo a Polícia Federal, o Banco Master prometeu juros até 40% acima da média do mercado, levantando suspeitas de que parte desses títulos não tinha cobertura real em ativos. O principal alvo da fase foi o banqueiro Daniel Vorcaro, presidente da instituição, que foi preso pela PF no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, enquanto tentava embarcar para Dubai em um jato particular. Segundo ele, a viagem era para fechar a venda do banco. Ao todo, sete pessoas foram presas. Diretores do Banco de Brasília (BRB) também foram afastados por suspeitas de participação em operações fraudulentas e gestão temerária — quando os administradores assumem riscos considerados excessivos pelo mercado e por órgãos de controle. As autoridades estimaram um prejuízo potencial de até R$ 12 bilhões, incluindo investidores físicos envolvidos pelas altas taxas prometidas pelo banco. Após 12 dias preso, Vorcaro foi solto por decisão da Justiça, mas passou a usar tornozeleira eletrônica e cumprir medidas cautelares. 2ª fase: familiares de Vorcaro e bloqueio de R$ 5,7 bilhões Deflagrada em janeiro de 2026, a segunda fase concentrou esforços no rastreamento do patrimônio da família de Daniel Vorcaro. A Polícia Federal cumpriu mandatos contra o pai, a irmã e o cunhado do banqueiro, além de outros investidores ligados ao grupo. Por determinação do ministro Dias Toffoli, do STF, foram autorizadas 42 buscas e declarações em diferentes estados. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 5,7 bilhões em bens e valores. Durante as ações, os agentes apreenderam relógios de luxo, carros importados e dinheiro em espécie. Segundo o pesquisador, os fundos de investimento foram usados ​​para ocultar recursos desviados do banco e formalizar o patrimônio ilícito da família Vorcaro. O empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur também foram alvo de buscas e tiveram celulares apreendidos. 3ª fase: prisão de ‘Sicário’ e expansão para ameaças e espionagem Deflagrada em março de 2026, a terceira etapa do Compliance Zero ampliou o foco da investigação para crimes de intimidação, espionagem e invasão de sistemas. Daniel Vorcaro voltou a ser preso. Também foram detidos o cunhado dele, Fabiano Campos Zettel, e Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”. Segundo a PF, o Sicário coordenava grupos usados ​​para obter informações ilegalmente, intimidar adversários e monitorar autoridades considerando ameaças aos interesses do banco. Os investigadores identificaram um grupo denominado “A Turma”, encarregado de executar as ações na prática, como pressionar testemunhas, intimidar adversários e eliminar provas. Luiz Phillipi Mourão morreu horas depois de ser preso e, por isso, não chegou a responder ao processo. A Polícia Federal concluiu que foi suicídio. Ex-governador Cláudio Castro em cobertura na Barra da Tijuca. Ele é alvo de buscas da Polícia Federal Charles Júnior/ TV Globo 4ª fase: suspeitas sobre transportes bilionários do BRB Deflagrada em abril de 2026, a quarta fase avançou sobre transações envolvendo o Banco de Brasília (BRB). A principal investigação da etapa foi Paulo Henrique Costa, então presidente afastado do banco público. A Polícia Federal passou a analisar aportes de R$ 16,7 bilhões feitos pelo BRB no Banco Master entre 2024 e 2025. Desse total, ao menos R$ 12,2 bilhões manifestaram-se de irregularidades nas garantias e na origem dos ativos; o restante continuou sob análise. As movimentações ocorreram no período em que o BRB negociava assumindo o controle do Banco Master, o que levantou suspeitas de uso de recursos públicos para socorrer financeiramente a instituição privada. Paulo Henrique Costa afirmou que as operações eram regulares e faziam parte das práticas tradicionais do mercado financeiro. A PF, no entanto, sustenta que as garantias oferecidas não correspondiam ao valor declarado dos ativos. 5ª fase: núcleo político e investigação sobre Ciro Nogueira Deflagrada em 7 de maio de 2026, a quinta fase atingiu o núcleo político do suposto esquema. O principal alvo foi o senador Ciro Nogueira, presidente do PP. A PF cumpriu mandatos em reuniões dirigidas a parlamentares em Brasília e no Piauí, sob suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com o investigador, o senador teria recebido pagamentos monetários custeados por Daniel Vorcaro ou por empresas a ele vinculadas, com valores entre R$ 300 mil e R$ 500 mil. Em troca, segundo a PF, ele teria atuado em favor de interesses do Banco Master por meio de uma proposta legislativa elaborada com participação da assessoria da instituição financeira. Também nesta fase, Felipe Cançado Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro, foi preso em Minas Gerais. Ele é apontado como operador financeiro dos repasses investigados. A Justiça determinou ainda o bloqueio de R$ 18,85 milhões e a suspensão das atividades de quatro empresas ligadas ao esquema. 6ª fase: prisão do pai de Vorcaro e da polícia federal Deflagrada em 14 de maio de 2026, a sexta fase teve como foco o suposto uso da máquina pública para obtenção de informações ilegais. Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, foi preso sob suspeita de coordenar ações de intimidação realizadas pelos grupos “A Turma” e “Os Meninos”. A operação também prendeu o policial federal Anderson Wander da Silva Lima. Segundo o pesquisador, o agente acessou bancos de dados sigilosos e repassava informações sobre passaportes, viagens internacionais e movimentações migratórias de pessoas monitoradas pela organização criminosa. A PF afirma que os dados foram usados ​​para perseguir adversários e proteger interesses financeiros do grupo. As apurações também revelaram tentativas de destruição de provas após fases anteriores da operação. 7ª fase: investigação sobre vazamentos dentro da PF Deflagrada em 19 de maio de 2026, a sétima fase mirou um perito criminal federal suspeito de vazar informações sigilosas da investigação. O servidor foi alvo de mandatos de busca e apreensão e teve suas funções suspensas por decisão do STF. Segundo a Polícia Federal, o perito teria compartilhado informações reservadas obtidas a partir da análise de materiais apreendidos nas etapas anteriores do Compliance Zero. As apurações buscadas específicas se os vazamentos comprometeram a coleta de provas e a identificação de outros membros da organização. A fase também evidenciou a preocupação das autoridades com a preservação do sigilo da operação. 8ª fase: Cláudio Castro e recursos do Rioprevidência Deflagrada em 26 de maio de 2026, a oitava fase teve como alvo o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. A investigação pretende transferir cerca de R$ 3 bilhões de recursos estaduais para fundos vinculados ao Banco Master. Segundo a PF, os transportes ocorreram principalmente por meio do Rioprevidência, fundo responsável pela administração das aposentadorias e pensões dos servidores estaduais do Rio de Janeiro. O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) já havia apontado “graves irregularidades” nas operações e proibidos novos investimentos ligados ao grupo Master. Nesta etapa, os agentes cumpriram dez mandatos de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, por determinação do ministro André Mendonça, do STF. A fase é tratada como desdobramento da Operação Barco de Papel, que investiga investimentos considerados arriscados e incompatíveis com critérios de segurança financeira para fundos públicos.
Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes no Banco Master pelo Rioprevidência O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), é alvo da 8ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), nesta terça-feira (26), que investiga crimes financeiros envolvendo o Banco Master. A PF apura aportes de R$ 3 bilhões de recursos públicos do Rio de Janeiro para o conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro, em diversos benefícios. O dinheiro, segundo a investigação, partiu do Rioprevidência, fundo que gera os benefícios de 235 mil aposentados e pensionistas do estado. A Compliance Zero investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras, corrupção, lavagem de dinheiro e interferência da Justiça ligada ao Banco Master. Desde novembro de 2025, uma investigação avançou sobre diferentes núcleos de organização, atingindo executivos do banco, familiares de Daniel Vorcaro, políticos, policiais e até membros da Polícia Federal. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode acompanhar o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Entenda cada uma das fases da Operação Compliance Zero: 1ª fase: prisão de Daniel Vorcaro e suspeitas de fraude bilionária 2ª fase: familiares de Vorcaro e bloqueios de R$ 5,7 bilhões 3ª fase: prisão de “Sicário” e expansão para ameaças e espionagem 4ª fase: suspeitas sobre aportes bilionários do BRB 5ª fase: núcleo político e investigação sobre Ciro Nogueira 6ª fase: prisão do pai de Vorcaro e de policial federal 7ª fase: investigação sobre vazamentos dentro da PF 8ª fase: Cláudio Castro e recursos do Rioprevidência Cláudio Castro em cobertura na Barra da Tijuca. Ex-governador é alvo de buscas da Polícia Federal Charles Júnior/ TV Globo Ministro André Mendonça autoriza volta de Daniel Vorcaro para cela especial da Polícia Federal Jornal Nacional/ Reprodução 1ª fase: prisão de Daniel Vorcaro e suspeitas de fraude bilionária Deflagrada em novembro de 2025, a primeira etapa da operação teve como foco um suposto esquema de emissão irregular de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) — produtos financeiros em que o cliente empresta dinheiro ao banco em troca de rendimentos futuros. Segundo a Polícia Federal, o Banco Master prometeu juros até 40% acima da média do mercado, levantando suspeitas de que parte desses títulos não tinha cobertura real em ativos. O principal alvo da fase foi o banqueiro Daniel Vorcaro, presidente da instituição, que foi preso pela PF no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, enquanto tentava embarcar para Dubai em um jato particular. Segundo ele, a viagem era para fechar a venda do banco. Ao todo, sete pessoas foram presas. Diretores do Banco de Brasília (BRB) também foram afastados por suspeitas de participação em operações fraudulentas e gestão temerária — quando os administradores assumem riscos considerados excessivos pelo mercado e por órgãos de controle. As autoridades estimaram um prejuízo potencial de até R$ 12 bilhões, incluindo investidores físicos envolvidos pelas altas taxas prometidas pelo banco. Após 12 dias preso, Vorcaro foi solto por decisão da Justiça, mas passou a usar tornozeleira eletrônica e cumprir medidas cautelares. 2ª fase: familiares de Vorcaro e bloqueio de R$ 5,7 bilhões Deflagrada em janeiro de 2026, a segunda fase concentrou esforços no rastreamento do patrimônio da família de Daniel Vorcaro. A Polícia Federal cumpriu mandatos contra o pai, a irmã e o cunhado do banqueiro, além de outros investidores ligados ao grupo. Por determinação do ministro Dias Toffoli, do STF, foram autorizadas 42 buscas e declarações em diferentes estados. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 5,7 bilhões em bens e valores. Durante as ações, os agentes apreenderam relógios de luxo, carros importados e dinheiro em espécie. Segundo o pesquisador, os fundos de investimento foram usados ​​para ocultar recursos desviados do banco e formalizar o patrimônio ilícito da família Vorcaro. O empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur também foram alvo de buscas e tiveram celulares apreendidos. 3ª fase: prisão de ‘Sicário’ e expansão para ameaças e espionagem Deflagrada em março de 2026, a terceira etapa do Compliance Zero ampliou o foco da investigação para crimes de intimidação, espionagem e invasão de sistemas. Daniel Vorcaro voltou a ser preso. Também foram detidos o cunhado dele, Fabiano Campos Zettel, e Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”. Segundo a PF, o Sicário coordenava grupos usados ​​para obter informações ilegalmente, intimidar adversários e monitorar autoridades considerando ameaças aos interesses do banco. Os investigadores identificaram um grupo denominado “A Turma”, encarregado de executar as ações na prática, como pressionar testemunhas, intimidar adversários e eliminar provas. Luiz Phillipi Mourão morreu horas depois de ser preso e, por isso, não chegou a responder ao processo. A Polícia Federal concluiu que foi suicídio. Ex-governador Cláudio Castro em cobertura na Barra da Tijuca. Ele é alvo de buscas da Polícia Federal Charles Júnior/ TV Globo 4ª fase: suspeitas sobre transportes bilionários do BRB Deflagrada em abril de 2026, a quarta fase avançou sobre transações envolvendo o Banco de Brasília (BRB). A principal investigação da etapa foi Paulo Henrique Costa, então presidente afastado do banco público. A Polícia Federal passou a analisar aportes de R$ 16,7 bilhões feitos pelo BRB no Banco Master entre 2024 e 2025. Desse total, ao menos R$ 12,2 bilhões manifestaram-se de irregularidades nas garantias e na origem dos ativos; o restante continuou sob análise. As movimentações ocorreram no período em que o BRB negociava assumindo o controle do Banco Master, o que levantou suspeitas de uso de recursos públicos para socorrer financeiramente a instituição privada. Paulo Henrique Costa afirmou que as operações eram regulares e faziam parte das práticas tradicionais do mercado financeiro. A PF, no entanto, sustenta que as garantias oferecidas não correspondiam ao valor declarado dos ativos. 5ª fase: núcleo político e investigação sobre Ciro Nogueira Deflagrada em 7 de maio de 2026, a quinta fase atingiu o núcleo político do suposto esquema. O principal alvo foi o senador Ciro Nogueira, presidente do PP. A PF cumpriu mandatos em reuniões dirigidas a parlamentares em Brasília e no Piauí, sob suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com o investigador, o senador teria recebido pagamentos monetários custeados por Daniel Vorcaro ou por empresas a ele vinculadas, com valores entre R$ 300 mil e R$ 500 mil. Em troca, segundo a PF, ele teria atuado em favor de interesses do Banco Master por meio de uma proposta legislativa elaborada com participação da assessoria da instituição financeira. Também nesta fase, Felipe Cançado Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro, foi preso em Minas Gerais. Ele é apontado como operador financeiro dos repasses investigados. A Justiça determinou ainda o bloqueio de R$ 18,85 milhões e a suspensão das atividades de quatro empresas ligadas ao esquema. 6ª fase: prisão do pai de Vorcaro e da polícia federal Deflagrada em 14 de maio de 2026, a sexta fase teve como foco o suposto uso da máquina pública para obtenção de informações ilegais. Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, foi preso sob suspeita de coordenar ações de intimidação realizadas pelos grupos “A Turma” e “Os Meninos”. A operação também prendeu o policial federal Anderson Wander da Silva Lima. Segundo o pesquisador, o agente acessou bancos de dados sigilosos e repassava informações sobre passaportes, viagens internacionais e movimentações migratórias de pessoas monitoradas pela organização criminosa. A PF afirma que os dados foram usados ​​para perseguir adversários e proteger interesses financeiros do grupo. As apurações também revelaram tentativas de destruição de provas após fases anteriores da operação. 7ª fase: investigação sobre vazamentos dentro da PF Deflagrada em 19 de maio de 2026, a sétima fase mirou um perito criminal federal suspeito de vazar informações sigilosas da investigação. O servidor foi alvo de mandatos de busca e apreensão e teve suas funções suspensas por decisão do STF. Segundo a Polícia Federal, o perito teria compartilhado informações reservadas obtidas a partir da análise de materiais apreendidos nas etapas anteriores do Compliance Zero. As apurações buscadas específicas se os vazamentos comprometeram a coleta de provas e a identificação de outros membros da organização. A fase também evidenciou a preocupação das autoridades com a preservação do sigilo da operação. 8ª fase: Cláudio Castro e recursos do Rioprevidência Deflagrada em 26 de maio de 2026, a oitava fase teve como alvo o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. A investigação pretende transferir cerca de R$ 3 bilhões de recursos estaduais para fundos vinculados ao Banco Master. Segundo a PF, os transportes ocorreram principalmente por meio do Rioprevidência, fundo responsável pela administração das aposentadorias e pensões dos servidores estaduais do Rio de Janeiro. O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) já havia apontado “graves irregularidades” nas operações e proibidos novos investimentos ligados ao grupo Master. Nesta etapa, os agentes cumpriram dez mandatos de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, por determinação do ministro André Mendonça, do STF. A fase é tratada como desdobramento da Operação Barco de Papel, que investiga investimentos considerados arriscados e incompatíveis com critérios de segurança financeira para fundos públicos.[/gpt3]

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