Acontece nesta segunda-feira (4), na sede da Assembleia Legislativa do Amazonas, em Manaus, eleição indireta para o novo governador e vice-governador do estado. 

A votação não será por via popular, mas por escolha dos 24 deputados estaduais que compõem a atual legislatura da casaobedecendo à regra constitucional e ao entendimento também do STF, que exige voto aberto para este tipo de pleito.
A previsão é que a eleição ocorre ainda pela manhã desta segunda-feira.
Concorde ao cargo cinco chapas, de diferentes partidos, todos aprovados pela Assembleia.
A Chapa 1 tem como candidato ao governo William Bitar Barroso dos Santos (PSDB) e como vice, João Ricardo de Melo e Lima (PL). A Chapa 2 é formada por Roberto Maia Cidade Filho (União) para governador e Serafim Fernandes Corrêa (PSB), como vice. Na Chapa 3, Cícero José de Lima Alencar (DC) para governador, ao lado de Roque Lane Wilkens Marinho, do mesmo partido, como vice. Já a quarta chapa apresenta Sérgio Augusto Coelho Bezerra (Novo), como candidato a governador, com Audriclea Viana Frota (Novo), para o cargo de vice. Fechando com a Chapa 5 composta por Daniel Fabiano Soares de Araújo, candidato ao governo e Daiane de Jesus Dias Araújo como vice-governadora, ambos filiados ao PT.
Segundo as regras, será eleito, na primeira votação, o chapa que obtiver maioria absoluta dos votos dos deputados estaduais. Caso nenhuma candidatura alcance esse número, será realizado segundo turno entre as duas chapas mais votadas.Na segunda votação, vence a chapa que obteve maioria simples, respeitado o quórum mínimo da maioria absoluta dos parlamentares. Em caso de empate, uma nova votação será convocada para esta terça-feirapermanecendo a igualdade, será considerado eleito a chapa cujo candidato a governador seja mais idoso.
Como renúncias do governador Wilson Lima (União) e do vice Tadeu de Souza (PP)para concorrerem a outras cargas na próximas eleiçõesabriram uma disposição prerrogativa da Constituição Federal, quando ocorrer a vacância dos dois cargos simultaneamenteo que obriga a realização de uma eleição indireta pelo Legislativo estadual para escolha de um “governo aprovado”que deve ocupar os cargos de governador e vice até o fim do ano.












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