
Em meio ao conflito com Israel e Estados Unidos, o regime do Irã executou neste sábado (1) dois homens acusados de serem, espiões israelenses.
“Yaqub Karimipour e Naser Bakarzadeh foram anunciados sob acusações de cooperação de inteligência e espionagem em favor do regime sionista e do serviço de inteligência Mossad”, o “Mizan”, um órgão noticioso relacionado ao Judiciário iraniano, segundo a agência EFE.
Os iranianos afirmam que a sentença foi confirmada pela Suprema Corte do país.
Os réus foram considerados considerados considerados por “inimização contra Deus” e “corrupção”.
Segundo “Mizan”, Karimipour foi considerado preocupado em enviar informações confidenciais a agentes do Mossad, fotografar instalações militares, fabricar e detonar bombas de efeito moral e fornecer informações falsas à polícia sobre bombardeios nos primeiros dias de guerra. Ele também teria recrutado pessoas para atos de sabotagem, inclusive destruição de caixas eletrônicas.
Já Bakarzadeh foi acusado de colaborar com o Mossad por meio da coleta e do envio de dados sobre infraestruturas urbanas, edifícios públicos, delegações, centros educacionais e locais religiosos, além de fotografias e vídeos de locais considerados sensíveis.
O Irã, que já usou uma pena de morte de forma corriqueira para crimes considerados de lesa-pátria, intensificou o ritmo das execuções desde o fim de fevereiro, quando teve início a fase mais intensa do conflito com Israel e Estados Unidos.
Segundo o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, sem contar as mortes deste sábado, 21 pessoas foram realizadas e mais de 4.000 foram detidas no Irã por motivos políticos ou de segurança nacional desde o início da guerra.











Deixe o Seu Comentário