
A Justiça da Itália aprovou, nesta quinta-feira (16), um novo pedido do governo brasileiro para a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL). O caso, agora, trata da perseguição a um eleitor com arma de fogo às vésperas do turno das eleições de 2022, que ele rendeu uma notificação a cinco anos e três meses em regime semiaberto. A decisão foi confirmada Gazeta do Povo pela defesa, que já adiantou que irá recorrer.
No dia 26 de março, a Corte de Apelação de Roma deu o aval para a extradição no caso que condenou um ex-deputado a 10 anos de prisão por suposto financiamento a uma invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A defesa já recorreu à Suprema Corte de Cassação da Itália.
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Agora, o desafio de Zambelli ganha uma camada a mais. A retirada precisa defesa dos dois pedidos de extradição para evitar a vinda forçada ao Brasil. No primeiro caso, os juízes consideraram que os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica são equivalentes na Itália e que a denúncia não teve teor político.
Antes do recurso, o marido de Zambelli, Coronel Antônio Aginaldo de Oliveira, levou à consideração do ex-deputado a possibilidade de aceitar a extradição para voltar ao Brasil e, com isso, estar mais próximo da família. A defesa, no entanto, alega nos autos que a penitenciária da Colmeia não possui condições de garantir o respeito aos direitos humanos exigidos para a concessão da extradição.












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