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Família de Sicário aguarda laudo do IML e vídeos da prisão

Redação Por Redação
16 de abril de 2026
Em Notícias
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Família de Sicário aguarda laudo do IML e vídeos da prisão
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



A família de Luiz Phillipi Mourão, o “Sicário”, denunciou neste dia 13 de abril a falta de transparência da Polícia Federal, STF e IML sobre sua morte na prisão. O óbito ocorreu em 6 de março de 2026, em Belo Horizonte, mas os parentes alegaram que só souberam do fato por meio da imprensa.

Quem foi Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão e por que estava preso?

Conhecido como “Sicário”, Luiz Phillipi tinha 43 anos e foi preso preventivamente durante as investigações do caso Master. Ele foi acusado de integrar uma suposta “milícia privada” ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro, que teria o objetivo de silenciar opositores. O termo sicário significa assassinato de aluguel, mas a família nega qualquer envolvimento dele com crimes de violência e destaca seu amplo convívio social.

Como a família tomou conhecimento do falecimento do detento?

De acordo com o advogado Vicente Salgueiro, os familiares não receberam nenhuma comunicação formal da Polícia Federal. Eles souberam da notícia exclusivamente pelos jornais. Luiz Phillipi faleceu no dia 6 de março de 2026, após ser encaminhado ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. O sepultamento ocorreu dois dias depois, em 8 de março, com a presença de amigos próximos.

Qual é a principal permissão em relação ao laudo do IML e às câmeras?

A acusação acusa o Instituto Médico Legal (IML) de Minas Gerais de não disponibilizar a conclusão oficial sobre a causa da morte. Além disso, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) estariam negando o acesso às imagens de segurança da sede da PF e às partes importantes do inquérito. Sem esses dados técnicos, a família considera que a investigação carece de transparência.

O que as autoridades dizem sobre a causa da morte de Mourão?

A versão divulgada extraoficialmente pela unidade prisional é de que ocorreu uma tentativa de suicídio (autoextermínio) nas dependências da sede da Polícia Federal em Belo Horizonte antes do encaminhamento ao hospital. No entanto, os advogados afirmam que qualquer falha na vigilância ou segurança enquanto ele estava sob custódia do Estado deve ser investigada e os responsáveis, se houver, punidos.

O que a família pretende fazer agora que o acusado faleceu?

Na lei brasileira, não existe absolvição após a morte (absolvição póstuma), pois o processo criminal está encerrado. Mesmo assim, a família busca o acesso às provas da operação “Compliance Zero” para limpar o nome e a honra de Mourão. Eles alegaram que rotulá-lo como assassino profissional sem apresentar provas concretas é uma ofensa à sua memória.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

VEJA TAMBÉM:

  • Família de “Sicário” ainda aguarda laudo do IML e imagens do presídio, diz defesa

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