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Policial rodoviário matou chefe da Guarda de Vitória após ela pedir fim de namoro, diz polícia

Redação Por Redação
23 de março de 2026
Em Notícias
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Policial rodoviário matou chefe da Guarda de Vitória após ela pedir fim de namoro, diz polícia
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Policial rodoviário matou chefe da Guarda de Vitória após ela pedir fim de namoro, diz polícia
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Comandante da Guarda de Vitória é morto pelo namorado PRF dentro de casa O policial rodoviário federal Diego Oliveira de Souza, que matou os tiros da namorada Dayse Barbosa, de 37 anos, comandante da Guarda Municipal de Vitória, e se suicidou em seguida, pode ter cometido o crime por não aceitar o fim do relacionamento. Segundo a titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher, delegada Raffaella Aguiar, as investigações apontam que a guarda tentou romper com o PRF, um homem considerado “possessivo e extremamente controlador”. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Para a delegada, a violência de gênero sofrida por Dayse diz sobre “quem é o homem”. “Diz sobre ela não querer mais aquele relacionamento e ele falar: ‘Não, você é minha e agora você vai pagar até mesmo com a sua vida, porque a partir do momento em que eu enxergo que você é meu objeto, você é um instrumento da minha dominação'”, disse a delegada. Apesar da postura violenta do policial, que, segundo o pai de Dayse, Carlos Roberto Teixeira, já havia tentado forçar a guarda, ela nunca o denunciou ou relatou as agressões aos colegas de trabalho. “Um comandante nunca tinha relatado (casos de violência) para os companheiros dela, lá da Guarda Municipal, bem como não tem nenhum registro junto à Polícia Civil”, contou a delegada. MAIS SOBRE ESSE CASO: ‘No primeiro tiro, acordei’, diz pai da comandante morta por namorado PRF PRF usamos escada para invadir quarto e matar comandante da Guarda de Vitória com 5 tiros Assassinato de chefe da Guarda de Vitória é o 1º após capital ficar quase 2 anos sem feminicídio A comandante da Guarda Municipal de Vitória, Dayse Barbosa, foi morta a tiros na madrugada desta segunda-feira (23). Espírito Santo Reprodução/Rede social Para Raffaella Aguiar, o caso mostra que a violência não é motivada por algum comportamento ou característica da vítima, e sim pelo fato de ela ser uma mulher, independentemente de sua posição ou força. “O caso é tão emblemático, porque ele mostra que não é sobre quem é a vítima, porque ela (Dayse) é uma mulher forte, uma autoridade. […] A violência não começa naquele momento em que houve o primeiro tiro que ceifou a vida dela. do Departamento Especializado de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Fabrício Dutra, tudo indica que o caso se trata de um feminicídio. Os celulares dos dois serão encaminhados para análise pericial para tentar descobrir a aplicação para o crime. trabalhou em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, e entrou na corporação em 2020. PRF usou escada para invadir a casa Diego fez uma escada para invadir a casa e chegar até Dayse, que dormia no quarto da filha, por causa do aparelho de ar-condicionado Segundo o secretário de Segurança Urbana de Vitória, Amarílio Boni, há acusações de que o crime tenha sido premeditado “A circunstância é que ele foi com o propósito de cometer o feminicídio. Ele levou materiais para entrar na residência e subir na marquise. Tudo indica que ele a pegou deitada, dormindo, e efetuou os disparos sem possibilidade de fato”, afirmou o secretário Amarílio Boni. Escada usada pelo namorado para entrar na casa de Dayse Barbosa e matá-la, no Espírito Santo Reprodução/ TV Gazeta Na mochila dele, a polícia encontrou um canivete, uma faca, um vidro de álcool, carregadores de munição, alicate e um isqueiro. De acordo com o secretário, a vítima foi descoberta enquanto dormia e não teve chance de se defender. A cena encontrada no quarto indica que ela ainda chegou a se levantar antes de ser atingida. ‘No primeiro tiro, acordei’, diz pai do comandante O pai de Dayse, o aposentado Carlos Roberto Teixeira, estava em casa no momento do crime Ele contou que acordou ao ouvir o primeiro disparo “Não deu tempo de nada, ele entrou atirando. No primeiro tiro eu já acordei. Abri a porta devagarinho, olhei, vi ele correndo, mas não deu pra sair, fiquei com medo de tomar um tiro também”, relatou o pai. Carlos também acredita que o crime foi motivado pela tentativa da filha de estabelecer o relacionamento. O velório do comandante vai acontecer a partir das 15h30 desta segunda-feira (23), e o sepultamento está previsto para as 17h. Relacionamento marcado por violência Segundo o pai, Dayse e o policial se conheceram há cerca de quatro anos e mantiveram um relacionamento Marcado por violência. Apesar das situações relatadas, ele afirmou que a filha nunca registrou denúncia formal sobre as agressões sofridas “Era uma relação conturbada, dois dias bons e quatro dias ruínas. Eu já tinha presenciado brigas, já tirei ele de cima dela, uma vez flagrei ele tentando enforcar a Dayse”, contorno. A primeira comandante mulher Dayse foi a primeira mulher a comandar a Guarda Municipal da capital. Reprodução/Rede Social Investigações Uma equipe da Polícia Científica esteve na casa do comandante para realizar uma perícia e conversar com familiares. O caso vai ser investigado pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Mulher (DHPM) de Vitória. Em nota, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) manifestou pesar pelo falecimento do comandante. Matos, comandante da Guarda Civil Municipal de Vitória (ES), em ocorrência de homicídio e autoextermínio que também resultou na morte do Policial Rodoviário Federal Diego Oliveira de Sousa, lotado na Delegacia da PRF em Campos dos Goytacazes (RJ). Os fatos estão sob apuração das autoridades competentes. A Polícia Rodoviária Federal está à disposição para colaborar com as investigações. A PRF lamenta profundamente a denúncia da ocorrência, ao mesmo tempo que reitera seu compromisso com a vida, contra o feminicídio e a violência contra as mulheres”. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
Comandante da Guarda de Vitória é morto pelo namorado PRF dentro de casa O policial rodoviário federal Diego Oliveira de Souza, que matou os tiros da namorada Dayse Barbosa, de 37 anos, comandante da Guarda Municipal de Vitória, e se suicidou em seguida, pode ter cometido o crime por não aceitar o fim do relacionamento. Segundo a titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher, delegada Raffaella Aguiar, as investigações apontam que a guarda tentou romper com o PRF, um homem considerado “possessivo e extremamente controlador”. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Para a delegada, a violência de gênero sofrida por Dayse diz sobre “quem é o homem”. “Diz sobre ela não querer mais aquele relacionamento e ele falar: ‘Não, você é minha e agora você vai pagar até mesmo com a sua vida, porque a partir do momento em que eu enxergo que você é meu objeto, você é um instrumento da minha dominação'”, disse a delegada. Apesar da postura violenta do policial, que, segundo o pai de Dayse, Carlos Roberto Teixeira, já havia tentado forçar a guarda, ela nunca o denunciou ou relatou as agressões aos colegas de trabalho. “Um comandante nunca tinha relatado (casos de violência) para os companheiros dela, lá da Guarda Municipal, bem como não tem nenhum registro junto à Polícia Civil”, contou a delegada. MAIS SOBRE ESSE CASO: ‘No primeiro tiro, acordei’, diz pai da comandante morta por namorado PRF PRF usamos escada para invadir quarto e matar comandante da Guarda de Vitória com 5 tiros Assassinato de chefe da Guarda de Vitória é o 1º após capital ficar quase 2 anos sem feminicídio A comandante da Guarda Municipal de Vitória, Dayse Barbosa, foi morta a tiros na madrugada desta segunda-feira (23). Espírito Santo Reprodução/Rede social Para Raffaella Aguiar, o caso mostra que a violência não é motivada por algum comportamento ou característica da vítima, e sim pelo fato de ela ser uma mulher, independentemente de sua posição ou força. “O caso é tão emblemático, porque ele mostra que não é sobre quem é a vítima, porque ela (Dayse) é uma mulher forte, uma autoridade. […] A violência não começa naquele momento em que houve o primeiro tiro que ceifou a vida dela. do Departamento Especializado de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Fabrício Dutra, tudo indica que o caso se trata de um feminicídio. Os celulares dos dois serão encaminhados para análise pericial para tentar descobrir a aplicação para o crime. trabalhou em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, e entrou na corporação em 2020. PRF usou escada para invadir a casa Diego fez uma escada para invadir a casa e chegar até Dayse, que dormia no quarto da filha, por causa do aparelho de ar-condicionado Segundo o secretário de Segurança Urbana de Vitória, Amarílio Boni, há acusações de que o crime tenha sido premeditado “A circunstância é que ele foi com o propósito de cometer o feminicídio. Ele levou materiais para entrar na residência e subir na marquise. Tudo indica que ele a pegou deitada, dormindo, e efetuou os disparos sem possibilidade de fato”, afirmou o secretário Amarílio Boni. Escada usada pelo namorado para entrar na casa de Dayse Barbosa e matá-la, no Espírito Santo Reprodução/ TV Gazeta Na mochila dele, a polícia encontrou um canivete, uma faca, um vidro de álcool, carregadores de munição, alicate e um isqueiro. De acordo com o secretário, a vítima foi descoberta enquanto dormia e não teve chance de se defender. A cena encontrada no quarto indica que ela ainda chegou a se levantar antes de ser atingida. ‘No primeiro tiro, acordei’, diz pai do comandante O pai de Dayse, o aposentado Carlos Roberto Teixeira, estava em casa no momento do crime Ele contou que acordou ao ouvir o primeiro disparo “Não deu tempo de nada, ele entrou atirando. No primeiro tiro eu já acordei. Abri a porta devagarinho, olhei, vi ele correndo, mas não deu pra sair, fiquei com medo de tomar um tiro também”, relatou o pai. Carlos também acredita que o crime foi motivado pela tentativa da filha de estabelecer o relacionamento. O velório do comandante vai acontecer a partir das 15h30 desta segunda-feira (23), e o sepultamento está previsto para as 17h. Relacionamento marcado por violência Segundo o pai, Dayse e o policial se conheceram há cerca de quatro anos e mantiveram um relacionamento Marcado por violência. Apesar das situações relatadas, ele afirmou que a filha nunca registrou denúncia formal sobre as agressões sofridas “Era uma relação conturbada, dois dias bons e quatro dias ruínas. Eu já tinha presenciado brigas, já tirei ele de cima dela, uma vez flagrei ele tentando enforcar a Dayse”, contorno. A primeira comandante mulher Dayse foi a primeira mulher a comandar a Guarda Municipal da capital. Reprodução/Rede Social Investigações Uma equipe da Polícia Científica esteve na casa do comandante para realizar uma perícia e conversar com familiares. O caso vai ser investigado pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Mulher (DHPM) de Vitória. Em nota, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) manifestou pesar pelo falecimento do comandante. Matos, comandante da Guarda Civil Municipal de Vitória (ES), em ocorrência de homicídio e autoextermínio que também resultou na morte do Policial Rodoviário Federal Diego Oliveira de Sousa, lotado na Delegacia da PRF em Campos dos Goytacazes (RJ). Os fatos estão sob apuração das autoridades competentes. A Polícia Rodoviária Federal está à disposição para colaborar com as investigações. A PRF lamenta profundamente a denúncia da ocorrência, ao mesmo tempo que reitera seu compromisso com a vida, contra o feminicídio e a violência contra as mulheres”. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo[/gpt3]

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