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Quinze anos após a redescoberta do Cais do Valongo, arqueólogos ainda analisam centenas de milhares de objetos encontrados na região

Redação Por Redação
7 de março de 2026
Em Notícias
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Quinze anos após a redescoberta do Cais do Valongo, arqueólogos ainda analisam centenas de milhares de objetos encontrados na região
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Quinze anos após a redescoberta do Cais do Valongo, arqueólogos ainda analisam centenas de milhares de objetos encontrados na região
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Quinze anos após redescoberta do Cais do Valongo, arqueólogos ainda analisam objetos A redescoberta do Cais do Valongo, por onde chegaram mais de 1 milhão de africanos que seriam escravizados no Brasil, completou 15 anos no dia 26 de fevereiro. O achado teve imensa importância histórica, mas o trabalho de pesquisadores na região está muito longe de acabar: as obras que revelaram os cais também desenterraram cerca de 1,5 milhão de objetos de valor destruídos que ajudaram a contar muitos fragmentos da história da cidade. O material segue sendo analisado e se encontra no Laboratório Aberto de Arqueologia Urbano (LAAU) que fica no Armazém Docas André Rebouças – antigo edifício Docas Dom Pedro II, em frente ao Valongo. O estabelecimento de um centro de interpretação dos achados foi uma exigência da Unesco quando o local foi reconhecido como patrimônio da humanidade. Os objetos encontrados oferecem um panorama sobre como era o cotidiano dos cariocas há séculos atrás. São itens que variam de grandes âncoras e canhões de navios até sapatos, garrafas, moedas, amuletos, brinquedos e ossos de animais de poucos centímetros. Os cerca de 1,5 milhão de itens foram encontrados em diferentes pontos da Zona Portuária – aproximadamente 500 mil itens que têm uma conexão mais direta com o Cais do Valongo. Entre estes, há objetos que mostram elementos da religiosidade e da riqueza cultural de alguns dos africanos que foram traídos violentamente para serem escravizados no Brasil. Entre esses itens há búzios, contas, anéis, figas e outros artesanatos. Prato infantil encontrado na Zona Portuária do Rio João Ricardo Gonçalves/g1 O acervo está distribuído em caixas em 12 contêineres com temperatura controlada, protegidos de umidade e outros fatores de desgaste. Para continuar com as pesquisas, a equipe do LAAU conta atualmente com 6 profissionais, sendo três arqueólogos/conservadores, dois auxiliares de arqueologia e um profissional de serviços gerais. Todos os itens já passados ​​por análises que confirmaram seu valor destruído. O desafio agora é aprofundar a pesquisa em cerca de 60% dos objetos, cruzando informações para finalizar a história de cada um deles. É o que foi feito, por exemplo, com uma garrafa inglesa de graxa encontrada nas escavações do Cais do Valongo, a cerca de 2 a 3 metros de profundidade, na área da atual Avenida Barão de Tefé, na rua do LAAU. Por meio de pesquisas adicionais, como a localização de anúncios em jornais da época, a equipe do LAAU conseguiu estabelecer que o objeto era de uma marca Warren, que era importada e vendida em uma loja na Rua do Ouvidor, Centro do Rio, em 1826. Mais recentemente, pesquisadores tentaram descobrir a utilidade de uma pequena caixa com referências à Escócia, também do século XIX. Um dos arqueólogos descobriu que existe um exemplar semelhante em um museu britânico. Um sapato masculino e um feminino que resistiram relativamente ao tempo – provavelmente que foram posses de pessoas abastadas – também estão sendo analisados. Esses itens estavam em uma área onde, há dois séculos, batia no mar perto do Cais do Valongo e eram usados ​​para descarte de lixo. A Caixa comprova no LAAU João Ricardo Gonçalves/g1 A equipe ressalta que a contribuição de outros pesquisadores de outras instituições pode ser fundamental para contribuir nesse trabalho. Algumas instituições já ajudam inclusive a montar exposições temáticas com recortes de achados. “Qualquer pesquisador interessado em estudar os objetos guardados no laboratório pode entrar em contato. O processo é semelhante ao de uma biblioteca: o pesquisador identifica o material que quer analisar e ele é disponibilizado em uma sala coberta”, explica Helder Viana, gerente de arqueologia do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). Os resultados da pesquisa, posteriormente, foram compartilhados com o laboratório. Pesquisadores ou demais detalhes em fazer uma visita guiada gratuita podem agendar dados e horário via telefone (21 2088-1479) ou pelo e-mail arqueologia.patrimoniocultural.smdue@prefeitura.rio. O público que visita o armazém também pode conferir de perto o trabalho dos arqueólogos da Prefeitura por meio de janelas de vidro que dão acesso ao laboratório de pesquisas. Búzios encontrados na região do Cais do Valongo e fechados no Laboratório Aberto de Arqueologia Urbana João Ricardo Gonçalves/g1 Marcos temporários Sapatos do século XIX encontrados no Valongo detalhados no Laau João Ricardo Gonçalves/g1 A maioria dos objetos explicados pelo LAAU é do século XIX, mas há itens que os pesquisadores acreditam que podem ser do século XVI. “A maioria dos itens é datada do século XIX. Esse material saiu das obras do Porto Maravilha e toda essa região do Porto, da Praça XV até a Rodoviária teve um desenvolvimento muito grande a partir da vinda da família real”, explica Helder Viana. “A partir desse momento os portos são abertos para as nações amigas e começam a receber muitas mercadorias e muita coisa começa a cair nesse leito marinho. No início do século XX, tudo isso é aterrado para a construção do novo porto”, acrescenta. “Isso não quer dizer que a coleção seja exclusiva desse período, a gente tem peças também de outros séculos. Por exemplo, os canhões, através de pesquisa, a gente sabe que são fabricados na Inglaterra no século XVIII, nesse contexto de defesa, nas guerras Napoleônicas, a partir da vinda da família real, eles vieram como um material vendido da Inglaterra para Portugal”. Galpão André Rebouças Alexandre Macieira/Riotur Prédio projetado por André Rebouças O prédio onde todos esses itens são analisados ​​foi projetado pelo engenheiro André Rebouças (1838-1898). Rebouças foi um engenheiro, intelectual e abolicionista brasileiro. Formado em engenharia militar na Escola Militar do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos primeiros engenheiros negros do país e construiu uma carreira marcada por obras de infraestrutura, como docas, estradas de ferro e sistemas de abastecimento de água nas principais cidades do Império, além de ter atuado como engenheiro militar na Guerra do Paraguai. O prédio onde fica o LAAU, que foi chamado de Docas Dom Pedro II foi inaugurado em 1871 como parte da modernização do porto do Rio de Janeiro. O edifício foi o primeiro no Rio construído sem uso de mão de obra escravizada, integrando o complexo de docas que reorganizou o porto imperial. Recentemente, o Governo Federal anunciou um investimento de cerca de R$ 86,2 milhões, por meio do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, para o restauro e requalificação do edifício. A reforma visa transformar o prédio em um grande complexo voltado à memória e cultura afro‑brasileira, abrigando, além do LAAU, o Centro de Interpretação do Patrimônio Mundial Cais do Valongo. A estrutura seria adaptada para uso público e cultural. A expectativa da União é que a licitação seja aberta em março e que as obras comecem em junho. Cais do Valongo, considerada herança africana Divulgação \ Marcelo Mena Desde 2014, a Prefeitura investiu mais de R$ 20 milhões na conservação, pesquisa e guarda do acervo. O Valongo fica numa área que era conhecida como Pequena África. Bairros da região recebeu, desde 2011, duas fases do projeto Porto Maravilha, com reurbanização da região. A Zona Portuária também deve ser beneficiada, segundo a prefeitura, pelo projeto Praça Onze Maravilha. A operação que pretende reconectar a Pequena África, unindo Praça Onze, Cais do Valongo e Sambódromo, tem expectativa de investimento de R$ 1,75 bilhão e construção de 38 mil unidades residenciais para atrair mais de 100 mil novos moradores nos próximos 25 anos. As obras vão demolir o Viaduto 31 de Março e erguer a nova Biblioteca dos Saberes, com assinatura do arquiteto vencedor do prêmio Pritzker, Diébédo Francis Kéré, especificamente um dos principais equipamentos culturais do Rio nas próximas décadas.
Quinze anos após redescoberta do Cais do Valongo, arqueólogos ainda analisam objetos A redescoberta do Cais do Valongo, por onde chegaram mais de 1 milhão de africanos que seriam escravizados no Brasil, completou 15 anos no dia 26 de fevereiro. O achado teve imensa importância histórica, mas o trabalho de pesquisadores na região está muito longe de acabar: as obras que revelaram os cais também desenterraram cerca de 1,5 milhão de objetos de valor destruídos que ajudaram a contar muitos fragmentos da história da cidade. O material segue sendo analisado e se encontra no Laboratório Aberto de Arqueologia Urbano (LAAU) que fica no Armazém Docas André Rebouças – antigo edifício Docas Dom Pedro II, em frente ao Valongo. O estabelecimento de um centro de interpretação dos achados foi uma exigência da Unesco quando o local foi reconhecido como patrimônio da humanidade. Os objetos encontrados oferecem um panorama sobre como era o cotidiano dos cariocas há séculos atrás. São itens que variam de grandes âncoras e canhões de navios até sapatos, garrafas, moedas, amuletos, brinquedos e ossos de animais de poucos centímetros. Os cerca de 1,5 milhão de itens foram encontrados em diferentes pontos da Zona Portuária – aproximadamente 500 mil itens que têm uma conexão mais direta com o Cais do Valongo. Entre estes, há objetos que mostram elementos da religiosidade e da riqueza cultural de alguns dos africanos que foram traídos violentamente para serem escravizados no Brasil. Entre esses itens há búzios, contas, anéis, figas e outros artesanatos. Prato infantil encontrado na Zona Portuária do Rio João Ricardo Gonçalves/g1 O acervo está distribuído em caixas em 12 contêineres com temperatura controlada, protegidos de umidade e outros fatores de desgaste. Para continuar com as pesquisas, a equipe do LAAU conta atualmente com 6 profissionais, sendo três arqueólogos/conservadores, dois auxiliares de arqueologia e um profissional de serviços gerais. Todos os itens já passados ​​por análises que confirmaram seu valor destruído. O desafio agora é aprofundar a pesquisa em cerca de 60% dos objetos, cruzando informações para finalizar a história de cada um deles. É o que foi feito, por exemplo, com uma garrafa inglesa de graxa encontrada nas escavações do Cais do Valongo, a cerca de 2 a 3 metros de profundidade, na área da atual Avenida Barão de Tefé, na rua do LAAU. Por meio de pesquisas adicionais, como a localização de anúncios em jornais da época, a equipe do LAAU conseguiu estabelecer que o objeto era de uma marca Warren, que era importada e vendida em uma loja na Rua do Ouvidor, Centro do Rio, em 1826. Mais recentemente, pesquisadores tentaram descobrir a utilidade de uma pequena caixa com referências à Escócia, também do século XIX. Um dos arqueólogos descobriu que existe um exemplar semelhante em um museu britânico. Um sapato masculino e um feminino que resistiram relativamente ao tempo – provavelmente que foram posses de pessoas abastadas – também estão sendo analisados. Esses itens estavam em uma área onde, há dois séculos, batia no mar perto do Cais do Valongo e eram usados ​​para descarte de lixo. A Caixa comprova no LAAU João Ricardo Gonçalves/g1 A equipe ressalta que a contribuição de outros pesquisadores de outras instituições pode ser fundamental para contribuir nesse trabalho. Algumas instituições já ajudam inclusive a montar exposições temáticas com recortes de achados. “Qualquer pesquisador interessado em estudar os objetos guardados no laboratório pode entrar em contato. O processo é semelhante ao de uma biblioteca: o pesquisador identifica o material que quer analisar e ele é disponibilizado em uma sala coberta”, explica Helder Viana, gerente de arqueologia do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). Os resultados da pesquisa, posteriormente, foram compartilhados com o laboratório. Pesquisadores ou demais detalhes em fazer uma visita guiada gratuita podem agendar dados e horário via telefone (21 2088-1479) ou pelo e-mail arqueologia.patrimoniocultural.smdue@prefeitura.rio. O público que visita o armazém também pode conferir de perto o trabalho dos arqueólogos da Prefeitura por meio de janelas de vidro que dão acesso ao laboratório de pesquisas. Búzios encontrados na região do Cais do Valongo e fechados no Laboratório Aberto de Arqueologia Urbana João Ricardo Gonçalves/g1 Marcos temporários Sapatos do século XIX encontrados no Valongo detalhados no Laau João Ricardo Gonçalves/g1 A maioria dos objetos explicados pelo LAAU é do século XIX, mas há itens que os pesquisadores acreditam que podem ser do século XVI. “A maioria dos itens é datada do século XIX. Esse material saiu das obras do Porto Maravilha e toda essa região do Porto, da Praça XV até a Rodoviária teve um desenvolvimento muito grande a partir da vinda da família real”, explica Helder Viana. “A partir desse momento os portos são abertos para as nações amigas e começam a receber muitas mercadorias e muita coisa começa a cair nesse leito marinho. No início do século XX, tudo isso é aterrado para a construção do novo porto”, acrescenta. “Isso não quer dizer que a coleção seja exclusiva desse período, a gente tem peças também de outros séculos. Por exemplo, os canhões, através de pesquisa, a gente sabe que são fabricados na Inglaterra no século XVIII, nesse contexto de defesa, nas guerras Napoleônicas, a partir da vinda da família real, eles vieram como um material vendido da Inglaterra para Portugal”. Galpão André Rebouças Alexandre Macieira/Riotur Prédio projetado por André Rebouças O prédio onde todos esses itens são analisados ​​foi projetado pelo engenheiro André Rebouças (1838-1898). Rebouças foi um engenheiro, intelectual e abolicionista brasileiro. Formado em engenharia militar na Escola Militar do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos primeiros engenheiros negros do país e construiu uma carreira marcada por obras de infraestrutura, como docas, estradas de ferro e sistemas de abastecimento de água nas principais cidades do Império, além de ter atuado como engenheiro militar na Guerra do Paraguai. O prédio onde fica o LAAU, que foi chamado de Docas Dom Pedro II foi inaugurado em 1871 como parte da modernização do porto do Rio de Janeiro. O edifício foi o primeiro no Rio construído sem uso de mão de obra escravizada, integrando o complexo de docas que reorganizou o porto imperial. Recentemente, o Governo Federal anunciou um investimento de cerca de R$ 86,2 milhões, por meio do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, para o restauro e requalificação do edifício. A reforma visa transformar o prédio em um grande complexo voltado à memória e cultura afro‑brasileira, abrigando, além do LAAU, o Centro de Interpretação do Patrimônio Mundial Cais do Valongo. A estrutura seria adaptada para uso público e cultural. A expectativa da União é que a licitação seja aberta em março e que as obras comecem em junho. Cais do Valongo, considerada herança africana Divulgação \ Marcelo Mena Desde 2014, a Prefeitura investiu mais de R$ 20 milhões na conservação, pesquisa e guarda do acervo. O Valongo fica numa área que era conhecida como Pequena África. Bairros da região recebeu, desde 2011, duas fases do projeto Porto Maravilha, com reurbanização da região. A Zona Portuária também deve ser beneficiada, segundo a prefeitura, pelo projeto Praça Onze Maravilha. A operação que pretende reconectar a Pequena África, unindo Praça Onze, Cais do Valongo e Sambódromo, tem expectativa de investimento de R$ 1,75 bilhão e construção de 38 mil unidades residenciais para atrair mais de 100 mil novos moradores nos próximos 25 anos. As obras vão demolir o Viaduto 31 de Março e erguer a nova Biblioteca dos Saberes, com assinatura do arquiteto vencedor do prêmio Pritzker, Diébédo Francis Kéré, especificamente um dos principais equipamentos culturais do Rio nas próximas décadas.[/gpt3]

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