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Dor, desabafo e ruptura: o que disseram familiares após instruções de madrasta por envenenamento dos enteados

Redação Por Redação
6 de março de 2026
Em Notícias
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Dor, desabafo e ruptura: o que disseram familiares após instruções de madrasta por envenenamento dos enteados
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Dor, desabafo e ruptura: o que disseram familiares após instruções de madrasta por envenenamento dos enteados
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Mensagens nas redes sociais revelam fatos de pessoas próximas a Fernanda Cabral após sentença que condenou Cíntia Mariano a 49 anos de prisão Reprodução redes sociais 2022. Após o julgamento, que terminou na manhã de quinta-feira (5) no Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, parentes e amigos obtiveram as redes sociais para comentar o desfecho do caso. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Cintia Mariano é condenada a 49 anos de prisão por envenenar enteados Cíntia foi condenada por homicídio atualizado pela morte de Fernanda e por tentativa de homicídio contra Bruno Carvalho Cabral, irmão da jovem, que tinha 16 anos na época e sobreviveu ao envenenamento. Entre as manifestações publicadas após o veredito é uma mensagem compartilhada pela mãe das vítimas, Jane Cabral. O texto foi escrito pela melhor amiga de Fernanda, Mariana Dias, que acompanhou o julgamento no tribunal. “Depois de 16h de audiência nós conseguimos! Nada vai trazer a nossa Fefa de volta, mas hoje o coração fica um pouco mais aliviado em saber que a Justiça foi feita. A culpada de ter acabado com a vida da minha melhor amiga e de todos nós está condenada”. Jane Cabral e a filha Fernanda Cabral. Reprodução redes sociais Filho de condenado diz que ‘laço foi rompido’ O filho da ré, Lucas Mariano Rodrigues, que depõe no julgamento como testemunha de acusação, também publicou uma mensagem nas redes sociais após a sentença. “Única e última vez que venho falar disso aqui. A justiça foi feita! Pra mim, o caso sempre foi bem esclarecido e sempre dormiu de cabeça tranquila”. “Hoje, a história acabou e meu laço foi rompido definitivamente. A gente colhe o que a gente planta”, escreveu Lucas. Lucas Mariano Rodrigues, filho da ré (camisa branca), confirmou que a mãe confessou o crime contra os dois enteados. Reprodução redes sociais TJRJ Durante o julgamento, Lucas e sua irmã, Carla Mariano, de posição contra a própria mãe. Os dois confirmaram que Cintia havia confessado os crimes contra Bruno e Fernanda. Namorado e sogra comentam proteção O namorado de Fernanda na época do crime, Pedro Lopes, também comentou o resultado do julgamento e falou sobre o sentimento de rompimento após anos de espera. “Vitória para todos que lhe amam. Após 4 anos de esperança, a justiça é feita. Nada vai trazer a Fernanda de volta, mas minimamente o coração fica mais tranquilo em saber que uma ‘pessoa’ dessa terá o mínimo de resiliência por tal ato”, escreveu Pedro. Na mesma linha, Lôra Lopes Costa, mãe de Pedro e muito próxima de Fernanda, também publicou uma mensagem nas redes sociais após as reportagens. “Nada vai trazer mais a vida da nossa Fefa, ela foi ceifada por essa desumana, mas saber que ela foi condenada é fazer justiça e acreditar na Justiça. Que minha ‘filhanora’ consiga seguir na luz, assim como ela era pra todos nós”, disse ela. Fernanda Cabral e o namorado Pedro Lopes. Reprodução redes sociais O julgamento começou na tarde de quarta-feira (4) e atravessou de madrugada. Após quase 16 horas de sessão, os jurados definiram o veredito em menos de meia hora de deliberação. A sentença foi lida pela juíza Tula Corrêa de Mello pouco antes das 7h de quinta-feira. Relembre o caso Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Cíntia Mariano envenenou os dois enteados em benefícios diferentes, em 2022. A acusação afirma que ela colocou “chumbinho”, um veneno ilegal usado para matar ratos, na comida servida aos filhos de seu companheiro, Adeílson Jarbas Cabral. O primeiro caso aconteceu em março daquele ano. Fernanda Carvalho Cabral, de 22 anos, passou mal depois de chegar na casa onde o pai Vivia com Cíntia. O jovem foi levado para o hospital, ficou internado por quase duas semanas e morreu. Bruno com a irmã, Fernanda, que morreu, e a mãe. Reprodução/Redes sociais Dois meses após a morte da irmã, Bruno Carvalho Cabral, então com 16 anos, também passou mal depois de almoçar na casa do pai. Ele relatou ter percebido um gosto estranho no feijão e disse que havia “pontinhos azuis” na comida. O adolescente foi socorrido e sobreviveu. A suspeita de envenenamento ganhou força após o segundo episódio, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil. Perícias apontaram que as vítimas apresentavam sintomas compatíveis com intoxicação por carbamato, substância presente no chamado “chumbinho”. Cíntia foi presa em maio de 2022 e denunciada por homicídio qualificado pela morte de Fernanda e tentativa de homicídio contra Bruno. Cíntia Mariano Dias Cabral no banco dos réus do 3º Tribunal do Júri Bruno Dantas/TJRJ Durante a fase de instrução do processo, testemunhas foram ouvidas e a Justiça decidiu levar a acusada ao júri popular. O julgamento chegou a ser marcado anteriormente, mas acabou adiado após a defesa abandonar o plenário alegando não ter tido acesso aos materiais considerados importantes para o caso. O júri foi realizado entre os dias 4 e 5 de março de 2026, no III Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Após quase 16 horas de sessão, que atravessaram de madrugada, os jurados condenaram Cíntia pelos dois crimes. A juíza Tula Corrêa de Mello fixou pena em 49 anos e meio de prisão. A defesa informou que vai requerer a decisão.
Mensagens nas redes sociais revelam fatos de pessoas próximas a Fernanda Cabral após sentença que condenou Cíntia Mariano a 49 anos de prisão Reprodução redes sociais 2022. Após o julgamento, que terminou na manhã de quinta-feira (5) no Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, parentes e amigos obtiveram as redes sociais para comentar o desfecho do caso. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Cintia Mariano é condenada a 49 anos de prisão por envenenar enteados Cíntia foi condenada por homicídio atualizado pela morte de Fernanda e por tentativa de homicídio contra Bruno Carvalho Cabral, irmão da jovem, que tinha 16 anos na época e sobreviveu ao envenenamento. Entre as manifestações publicadas após o veredito é uma mensagem compartilhada pela mãe das vítimas, Jane Cabral. O texto foi escrito pela melhor amiga de Fernanda, Mariana Dias, que acompanhou o julgamento no tribunal. “Depois de 16h de audiência nós conseguimos! Nada vai trazer a nossa Fefa de volta, mas hoje o coração fica um pouco mais aliviado em saber que a Justiça foi feita. A culpada de ter acabado com a vida da minha melhor amiga e de todos nós está condenada”. Jane Cabral e a filha Fernanda Cabral. Reprodução redes sociais Filho de condenado diz que ‘laço foi rompido’ O filho da ré, Lucas Mariano Rodrigues, que depõe no julgamento como testemunha de acusação, também publicou uma mensagem nas redes sociais após a sentença. “Única e última vez que venho falar disso aqui. A justiça foi feita! Pra mim, o caso sempre foi bem esclarecido e sempre dormiu de cabeça tranquila”. “Hoje, a história acabou e meu laço foi rompido definitivamente. A gente colhe o que a gente planta”, escreveu Lucas. Lucas Mariano Rodrigues, filho da ré (camisa branca), confirmou que a mãe confessou o crime contra os dois enteados. Reprodução redes sociais TJRJ Durante o julgamento, Lucas e sua irmã, Carla Mariano, de posição contra a própria mãe. Os dois confirmaram que Cintia havia confessado os crimes contra Bruno e Fernanda. Namorado e sogra comentam proteção O namorado de Fernanda na época do crime, Pedro Lopes, também comentou o resultado do julgamento e falou sobre o sentimento de rompimento após anos de espera. “Vitória para todos que lhe amam. Após 4 anos de esperança, a justiça é feita. Nada vai trazer a Fernanda de volta, mas minimamente o coração fica mais tranquilo em saber que uma ‘pessoa’ dessa terá o mínimo de resiliência por tal ato”, escreveu Pedro. Na mesma linha, Lôra Lopes Costa, mãe de Pedro e muito próxima de Fernanda, também publicou uma mensagem nas redes sociais após as reportagens. “Nada vai trazer mais a vida da nossa Fefa, ela foi ceifada por essa desumana, mas saber que ela foi condenada é fazer justiça e acreditar na Justiça. Que minha ‘filhanora’ consiga seguir na luz, assim como ela era pra todos nós”, disse ela. Fernanda Cabral e o namorado Pedro Lopes. Reprodução redes sociais O julgamento começou na tarde de quarta-feira (4) e atravessou de madrugada. Após quase 16 horas de sessão, os jurados definiram o veredito em menos de meia hora de deliberação. A sentença foi lida pela juíza Tula Corrêa de Mello pouco antes das 7h de quinta-feira. Relembre o caso Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Cíntia Mariano envenenou os dois enteados em benefícios diferentes, em 2022. A acusação afirma que ela colocou “chumbinho”, um veneno ilegal usado para matar ratos, na comida servida aos filhos de seu companheiro, Adeílson Jarbas Cabral. O primeiro caso aconteceu em março daquele ano. Fernanda Carvalho Cabral, de 22 anos, passou mal depois de chegar na casa onde o pai Vivia com Cíntia. O jovem foi levado para o hospital, ficou internado por quase duas semanas e morreu. Bruno com a irmã, Fernanda, que morreu, e a mãe. Reprodução/Redes sociais Dois meses após a morte da irmã, Bruno Carvalho Cabral, então com 16 anos, também passou mal depois de almoçar na casa do pai. Ele relatou ter percebido um gosto estranho no feijão e disse que havia “pontinhos azuis” na comida. O adolescente foi socorrido e sobreviveu. A suspeita de envenenamento ganhou força após o segundo episódio, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil. Perícias apontaram que as vítimas apresentavam sintomas compatíveis com intoxicação por carbamato, substância presente no chamado “chumbinho”. Cíntia foi presa em maio de 2022 e denunciada por homicídio qualificado pela morte de Fernanda e tentativa de homicídio contra Bruno. Cíntia Mariano Dias Cabral no banco dos réus do 3º Tribunal do Júri Bruno Dantas/TJRJ Durante a fase de instrução do processo, testemunhas foram ouvidas e a Justiça decidiu levar a acusada ao júri popular. O julgamento chegou a ser marcado anteriormente, mas acabou adiado após a defesa abandonar o plenário alegando não ter tido acesso aos materiais considerados importantes para o caso. O júri foi realizado entre os dias 4 e 5 de março de 2026, no III Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Após quase 16 horas de sessão, que atravessaram de madrugada, os jurados condenaram Cíntia pelos dois crimes. A juíza Tula Corrêa de Mello fixou pena em 49 anos e meio de prisão. A defesa informou que vai requerer a decisão.[/gpt3]

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