Tatu-galinha ameaçada de extinção é flagrada por câmeras na área ambiental de São Pedro da Aldeia
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Câmeras capturam tatu-galinha na área ambiental de São Pedro da Aldeia, no RJ Uma tatu-galinha (Dasypus novemcinctus), deve ser considerada ameaçada de extinção em algumas regiões do país, foi flagrada por câmeras de monitoramento ambiental instaladas na Ilha dos Macacos, no bairro São Mateus, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio. O registro foi divulgado nesta terça-feira (3), quando foi realizado o Dia Mundial da Vida Selvagem. As imagens foram captadas por câmeras com sensor de movimento instalado no interior da área de mata. Os equipamentos são equipados no monitoramento da fauna silvestre e fazem parte de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Pesca, a Secretaria Estadual do Ambiente e Sustentabilidade e o Instituto Estadual do Ambiente. Além da tatu-galinha, as câmeras também registraram outras espécies que vivem na região, como o Cerdocyon Thousands, conhecido como cachorro-do-mato, e a seriema, ave típica de áreas abertas. 📱 Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp. Tatu-galinha ameaçada de extinção é flagrada em São Pedro da Aldeia Câmera de monitoramento Monitoramento ambiental e projeto de conservação A tatu-galinha é um mamífero de hábitos solitários e predominantemente noturnos. A alimentação é baseada principalmente em formigas, cupins, larvas e pequenos vertebrados. A espécie também chama atenção por cavar tocas profundas e por uma característica reprodutiva incomum: costuma gerar quatro filhotes idênticos e do mesmo sexo. O monitoramento das imagens é feito pelo setor de licenciamento ambiental do município. De acordo com a prefeitura, três câmeras foram instaladas em pontos estratégicos da mata. O sistema utiliza armadilhas fotográficas, que registram imagens automaticamente ao detectar movimento, sem interferir na rotina dos animais. A faz parte de um projeto que prevê a criação de uma Unidade de Conservação na Ilha dos Macacos. A proposta em elaboração pelo município é transformar uma área de cerca de 500 hectares em uma Área de Interesse Ecológico Relevante (Arie), com o objetivo de proteger espécies da fauna e da flora e orientar o uso sustentável do território. Equipamentos na Ilha dos Macacos também registraram cachorro-do-mato e seriema Divulgação
Câmeras capturam tatu-galinha na área ambiental de São Pedro da Aldeia, no RJ Uma tatu-galinha (Dasypus novemcinctus), deve ser considerada ameaçada de extinção em algumas regiões do país, foi flagrada por câmeras de monitoramento ambiental instaladas na Ilha dos Macacos, no bairro São Mateus, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio. O registro foi divulgado nesta terça-feira (3), quando foi realizado o Dia Mundial da Vida Selvagem. As imagens foram captadas por câmeras com sensor de movimento instalado no interior da área de mata. Os equipamentos são equipados no monitoramento da fauna silvestre e fazem parte de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Pesca, a Secretaria Estadual do Ambiente e Sustentabilidade e o Instituto Estadual do Ambiente. Além da tatu-galinha, as câmeras também registraram outras espécies que vivem na região, como o Cerdocyon Thousands, conhecido como cachorro-do-mato, e a seriema, ave típica de áreas abertas. 📱 Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp. Tatu-galinha ameaçada de extinção é flagrada em São Pedro da Aldeia Câmera de monitoramento Monitoramento ambiental e projeto de conservação A tatu-galinha é um mamífero de hábitos solitários e predominantemente noturnos. A alimentação é baseada principalmente em formigas, cupins, larvas e pequenos vertebrados. A espécie também chama atenção por cavar tocas profundas e por uma característica reprodutiva incomum: costuma gerar quatro filhotes idênticos e do mesmo sexo. O monitoramento das imagens é feito pelo setor de licenciamento ambiental do município. De acordo com a prefeitura, três câmeras foram instaladas em pontos estratégicos da mata. O sistema utiliza armadilhas fotográficas, que registram imagens automaticamente ao detectar movimento, sem interferir na rotina dos animais. A faz parte de um projeto que prevê a criação de uma Unidade de Conservação na Ilha dos Macacos. A proposta em elaboração pelo município é transformar uma área de cerca de 500 hectares em uma Área de Interesse Ecológico Relevante (Arie), com o objetivo de proteger espécies da fauna e da flora e orientar o uso sustentável do território. Equipamentos na Ilha dos Macacos também registraram cachorro-do-mato e seriema Divulgação[/gpt3]












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