Polícia Civil prende 5 em operação contra esquema de tráfico de fuzis no RJ e em dois estados
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A Polícia Civil prende 5 em operação contra esquema de tráfico de fuzis no RJ e em dois estados Reprodução Agentes da Delegacia de Combate aos Crimes Organizados e Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) prenderam cinco pessoas na manhã desta quinta-feira (26) em uma operação contra o esquema de tráfico de drogas. A “Operação Fim da Rota” tem como alvo um núcleo da facção Terceiro Comando Puro (TCP) voltado ao tráfico interestadual de drogas e armas, especialmente fuzis. A ação ocorre na capital fluminense, em São Gonçalo, Campos dos Goytacazes e também nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Diferentemente das operações tradicionais, que miram crimes já conhecidos das forças de segurança, a investigação inclui membros que não possuíam passagens pela polícia nem anotações criminais. São pessoas que vivem fora de comunidades dominadas pelo tráfico e mantêm uma rotina aparentemente regular, ou que dificultam a sua identificação, segundo a polícia. As equipes mapearam movimentações suspeitas, inclusive com uso de criptoativos, empresas de fachada e contas de “laranjas”. O rastreamento descobriu identificar facilitadores financeiros e proprietários formais de bens usados para dar aparência de legalidade aos lucros do tráfico, justamente os investigados que, até então, nunca tinham figurado em registros policiais. As investigações também apontaram que o chefe do grupo coordenava as ações de dentro do Complexo da Maré. Para escapar da atuação das forças de segurança, o operador central faz a ligação entre fornecedores no Rio e distribuidores em outros estados, utilizando fachada comercial para transporte de fuzis do tipo AR-10 e grandes cargas de entorpecentes, além de recrutar novos membros para a cadeia logística. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O esquema adotava estratégias para driblar a fiscalização, como comunicação criptografada e veículos adaptados com compartimentos ocultos para esconder drogas e armas. Na parte financeira, utilizou principalmente transferências via Pix, depósitos em contas de pessoas físicas e jurídicas, empresas de fachada, agiotagem e fracionamento de valores, numa tentativa de mascarar a origem ilícita dos recursos. A operação conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), do Departamento-Geral de Polícia do Interior (DGPI) e de policiais civis de Minas Gerais e Espírito Santo, que cumprem simultaneamente mandatos de prisão e de busca e apreensão. A operação busca atingir, de forma estratégica e simultânea, tanto a ponta armada quanto o braço financeiro da TCP.
A Polícia Civil prende 5 em operação contra esquema de tráfico de fuzis no RJ e em dois estados Reprodução Agentes da Delegacia de Combate aos Crimes Organizados e Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) prenderam cinco pessoas na manhã desta quinta-feira (26) em uma operação contra o esquema de tráfico de drogas. A “Operação Fim da Rota” tem como alvo um núcleo da facção Terceiro Comando Puro (TCP) voltado ao tráfico interestadual de drogas e armas, especialmente fuzis. A ação ocorre na capital fluminense, em São Gonçalo, Campos dos Goytacazes e também nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Diferentemente das operações tradicionais, que miram crimes já conhecidos das forças de segurança, a investigação inclui membros que não possuíam passagens pela polícia nem anotações criminais. São pessoas que vivem fora de comunidades dominadas pelo tráfico e mantêm uma rotina aparentemente regular, ou que dificultam a sua identificação, segundo a polícia. As equipes mapearam movimentações suspeitas, inclusive com uso de criptoativos, empresas de fachada e contas de “laranjas”. O rastreamento descobriu identificar facilitadores financeiros e proprietários formais de bens usados para dar aparência de legalidade aos lucros do tráfico, justamente os investigados que, até então, nunca tinham figurado em registros policiais. As investigações também apontaram que o chefe do grupo coordenava as ações de dentro do Complexo da Maré. Para escapar da atuação das forças de segurança, o operador central faz a ligação entre fornecedores no Rio e distribuidores em outros estados, utilizando fachada comercial para transporte de fuzis do tipo AR-10 e grandes cargas de entorpecentes, além de recrutar novos membros para a cadeia logística. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O esquema adotava estratégias para driblar a fiscalização, como comunicação criptografada e veículos adaptados com compartimentos ocultos para esconder drogas e armas. Na parte financeira, utilizou principalmente transferências via Pix, depósitos em contas de pessoas físicas e jurídicas, empresas de fachada, agiotagem e fracionamento de valores, numa tentativa de mascarar a origem ilícita dos recursos. A operação conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), do Departamento-Geral de Polícia do Interior (DGPI) e de policiais civis de Minas Gerais e Espírito Santo, que cumprem simultaneamente mandatos de prisão e de busca e apreensão. A operação busca atingir, de forma estratégica e simultânea, tanto a ponta armada quanto o braço financeiro da TCP.[/gpt3]












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