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Condenado pela morte de Marielle Franco, Domingos Brazão recebeu mais de R$ 726,2 mil do TCE da prisão

Redação Por Redação
26 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Condenado pela morte de Marielle Franco, Domingos Brazão recebeu mais de R$ 726,2 mil do TCE da prisão
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com

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Condenado pela morte de Marielle Franco, Domingos Brazão recebeu mais de R$ 726,2 mil do TCE da prisão
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Domingos Brazão presta depoimento no STF em processo que apura as mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes Reprodução Condenado como mandante pela morte de Marielle Franco, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Domingos Brazão continua recebendo indenização desde que foi preso, em 24 de março de 2024, pela Polícia Federal. Em quase dois anos, Brazão recebeu R$ 726,2 mil do tribunal, se somados a pagamentos e penduricalhos como os auxílios educação e saúde. Domingos Brazão foi condenado nesta quarta-feira (25) pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 76 anos e 3 meses de prisão mais o pagamento de 200 dias multa. Cada dia multa equivale a 2 intervalos mínimos. Na decisão, o STF considera que o conselheiro Domingos e seu irmão, João Francisco Brazão, o Chiquinho, são mandantes do assassinato de Marielle Franco. Domingos Brazão está preso preventivamente no presídio federal de Porto Velho, em Rondônia. Mensalmente, o salário é depositado em dia. Desde a morte de Marielle (em março de 2018) até fevereiro Brazão recebeu R$ 3,1 milhões do tribunal. Na maior parte desses oito anos, o conselheiro esteve afastado do tribunal. Em abril de 2017, Domingos Brazão esteve fora por suspeita de fraude e corrupção. Ele foi preso na Operação Quinto do Ouro, da Lava Jato. Brazão foi reconduzido ao cargo em 2023, depois de conseguir decisões planejadas no Supremo Tribunal Federal e no Tribunal de Justiça do Rio. No período em que ficou longe do TCE, ele recebeu R$ 2.767.685,43. STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato de Marielle Em abril de 2024, mês seguinte à prisão por envolvimento na morte de Marielle, as expirações de Domingos Brazão no TCE foram R$ 28.767,22. Agora, em fevereiro, no último salário antes da publicação, o conselheiro recebeu R$ 35.567,60, se somar o salário líquido mais os auxílios. O julgamento Nesta manhã, o STF concluiu o julgamento dos acusados ​​de serem os mandantes do crime. Votaram a favor dos integrantes da Turma: ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, presidente da Turma. Durante o julgamento, a turma do STF participou parcialmente com a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR). A única divergência foi em relação a Rivaldo Barbosa, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele foi absolvido do crime de homicídio qualificado por “dúvida razoável”, mas acabou condenado por corrupção passiva e obstrução de justiça, por ter recebido dinheiro da milícia para atrapalhar as investigações. Ao todo, foi condenado a 18 anos de prisão. Veja as penas introduzidas e os crimes atribuídos a cada um dos condenados: Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do RJ: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — pena de 76 anos e 3 meses de prisão. João Francisco Inácio Brazão, deputado cassado: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — pena de 76 anos e 3 meses de prisão. Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ: interferência à justiça corrupção passiva — pena de 18 anos de prisão. Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar: duplo homicídio e homicídio cometido — pena de 56 anos de prisão. Robson Calixto Fonseca, policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão: organização criminosa — pena de 9 anos de prisão. Perda de cargas e pagamento de indenização Os ministros planejaram por R$ 7 milhões em indenizações e peças de danos, sendo: R$ 1 milhão em favor da ex-assessora de Marielle e sobrevivente do atentado, Fernanda Chaves, e da filha dela; R$ 3 milhões em favor de Marielle (750 mil ao pai, 750 mil à mãe, 750 mil à filha, 750 mil à viúva); R$ 3 milhões em favor da família de Anderson. Também foi determinada a perda de função pública de Domingos Brazão, Rivaldo Barbosa, Ronald Pereira e Robson Calixto. Todos ficam inelegíveis.
Domingos Brazão presta depoimento no STF em processo que apura as mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes Reprodução Condenado como mandante pela morte de Marielle Franco, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Domingos Brazão continua recebendo indenização desde que foi preso, em 24 de março de 2024, pela Polícia Federal. Em quase dois anos, Brazão recebeu R$ 726,2 mil do tribunal, se somados a pagamentos e penduricalhos como os auxílios educação e saúde. Domingos Brazão foi condenado nesta quarta-feira (25) pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 76 anos e 3 meses de prisão mais o pagamento de 200 dias multa. Cada dia multa equivale a 2 intervalos mínimos. Na decisão, o STF considera que o conselheiro Domingos e seu irmão, João Francisco Brazão, o Chiquinho, são mandantes do assassinato de Marielle Franco. Domingos Brazão está preso preventivamente no presídio federal de Porto Velho, em Rondônia. Mensalmente, o salário é depositado em dia. Desde a morte de Marielle (em março de 2018) até fevereiro Brazão recebeu R$ 3,1 milhões do tribunal. Na maior parte desses oito anos, o conselheiro esteve afastado do tribunal. Em abril de 2017, Domingos Brazão esteve fora por suspeita de fraude e corrupção. Ele foi preso na Operação Quinto do Ouro, da Lava Jato. Brazão foi reconduzido ao cargo em 2023, depois de conseguir decisões planejadas no Supremo Tribunal Federal e no Tribunal de Justiça do Rio. No período em que ficou longe do TCE, ele recebeu R$ 2.767.685,43. STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato de Marielle Em abril de 2024, mês seguinte à prisão por envolvimento na morte de Marielle, as expirações de Domingos Brazão no TCE foram R$ 28.767,22. Agora, em fevereiro, no último salário antes da publicação, o conselheiro recebeu R$ 35.567,60, se somar o salário líquido mais os auxílios. O julgamento Nesta manhã, o STF concluiu o julgamento dos acusados ​​de serem os mandantes do crime. Votaram a favor dos integrantes da Turma: ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, presidente da Turma. Durante o julgamento, a turma do STF participou parcialmente com a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR). A única divergência foi em relação a Rivaldo Barbosa, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele foi absolvido do crime de homicídio qualificado por “dúvida razoável”, mas acabou condenado por corrupção passiva e obstrução de justiça, por ter recebido dinheiro da milícia para atrapalhar as investigações. Ao todo, foi condenado a 18 anos de prisão. Veja as penas introduzidas e os crimes atribuídos a cada um dos condenados: Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do RJ: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — pena de 76 anos e 3 meses de prisão. João Francisco Inácio Brazão, deputado cassado: duplo homicídio, homicídio tentado e organização criminosa armada — pena de 76 anos e 3 meses de prisão. Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ: interferência à justiça corrupção passiva — pena de 18 anos de prisão. Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar: duplo homicídio e homicídio cometido — pena de 56 anos de prisão. Robson Calixto Fonseca, policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão: organização criminosa — pena de 9 anos de prisão. Perda de cargas e pagamento de indenização Os ministros planejaram por R$ 7 milhões em indenizações e peças de danos, sendo: R$ 1 milhão em favor da ex-assessora de Marielle e sobrevivente do atentado, Fernanda Chaves, e da filha dela; R$ 3 milhões em favor de Marielle (750 mil ao pai, 750 mil à mãe, 750 mil à filha, 750 mil à viúva); R$ 3 milhões em favor da família de Anderson. Também foi determinada a perda de função pública de Domingos Brazão, Rivaldo Barbosa, Ronald Pereira e Robson Calixto. Todos ficam inelegíveis.[/gpt3]

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