• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

China EUA ONGs de esquerda para difundir propaganda nos EUA

Redação Por Redação
21 de fevereiro de 2026
Em Entretenimento
A A
China EUA ONGs de esquerda para difundir propaganda nos EUA
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



O Congresso dos Estados Unidos está investigando neste momento uma série de organizações não governamentais (ONGs) de esquerda que podem estar presentes como instrumentos de influência do Partido Comunista da China (PCCh) em território americano.

A investigação está avançando neste momento em duas frentes paralelas: apurações abertas por comitês da Câmara dos Deputados sobre a chamada “Rede Singham” e um relatório formal do Departamento de Estado que aponta campanhas estruturadas de manipulação e interferência estrangeira no setor de informação dos EUA.

O que diz o relatório do Departamento de Estado

O documento, intitulado “Combate à Manipulação e Interferência Estrangeira na Informação”, foi enviado aos congressistas na semana passada. Trechos foram divulgados pelo jornal Correio de Nova York. Segundo o relatório, a China utiliza diplomatas, veículos de mídia estatal, influenciadores digitais e ONGs para difundir mensagens projetadas ao regime e ampliar sua influência política no exterior e nos EUA.

O texto cita duas ONGs vinculadas à esquerda americana como possíveis integrantes desse ecossistema: Code Pink e People’s Forum. Em publicação no X, o Departamento de Estado afirmou que essas organizações tinham “conteúdos promovidos e mobilizações homologadas a posições defendidas por Pequim” nos EUA.

A subsecretária de Estado dos EUA para Diplomacia Pública, Sarah Rogers, reforça esta tese em declaração ao Correio de Nova York.

“Organizações como o Code Pink e o People’s Forum denigrem os Estados Unidos, branqueiam a violência de regimes marxistas e protegem a China enquanto recebem recursos de uma rede de doadores com conexões ao Partido Comunista Chinês”, disse ela, acrescentando que “o Departamento de Estado buscará transparência completa para as redes de doadores e ONGs que fazem lobby para nossos adversários e buscam enfraquecer a determinação dos Estados Unidos.”

ONGs sob investigação em defesa do feminismo e marxismo

Fundada em 2002, o Code Pink se apresenta como uma organização feminista e anti-guerra. Ela é conhecida nos EUA por promover protestos contra intervenções militares americanas. Nos últimos anos, a Code Pink passou a defender a campanha “A China Não é Nossa Inimiga”, sob o argumento de que Washington está adotando uma postura cada vez mais hostil contra Pequim. De acordo com o relatório do Departamento de Estado enviado ao Congresso, a organização promovida nos últimos anos viagens de seus membros à China, realizou seminários virtuais com avaliações positivas sobre a revolução comunista e divulgou conteúdos desenvolvidos ao regime de Pequim.

Por sua vez, o Fórum do Povo, fundado em 2018 e com sede em Nova Iorque, apresenta-se como um “centro de formação política marxista e anti-imperialista”. A organização promove cursos, debates e diversas mobilizações progressistas nos EUA. De acordo com o relatório do Departamento de Estado, o Fórum do Povo estuda e vende a Revolução Chinesa como um modelo a ser seguido nos EUA e no mundo. A organização também promoveu nos últimos meses atos em defesa de regimes alinhados a Pequim, incluindo manifestações pró-Nicolás Maduro, após sua captura pelas forças americanas em janeiro.

O que é a “Rede Singham”

Paralelamente ao relatório do governo, os comitês da Câmara investigam o que classificam como “Rede Singham”: um conjunto de organizações progressistas que, segundo os parlamentares, recebem recursos financeiros do empresário americano Neville Roy Singham, que mora atualmente em Xangai, na China.

De acordo com a imprensa americana, as investigações em curso no Congresso apontam Singham como um indivíduo que possui ligações próximas com o Partido Comunista Chinês, o que levanta suspeitas de que os recursos repassados ​​por essas entidades estariam, na prática, financiando uma rede de influência a serviço de Pequim em solo americano.

Segundo depoimentos prestados ao Comitê de Formas e Meios da Câmara dos EUA em audiência na semana passada, Singham teria investido pelo menos US$ 100 milhões para estruturar essa rede, movimentando o dinheiro por meio de empresas de fachadas e fundos de doações para ocultar sua origem.

De acordo com testemunhas ouvidas pelo comitê, o empresário frequentou treinamentos de propaganda do PCCh, papéis com veículos de mídia estatal chinesa em Xangai e investiu brechas da legislação tributária americana para canalizar quantias de milhões de dólares por meio de fundos administrados pelo banco Goldman Sachs.

Segundo os legisladores, tanto o Code Pink quanto o People’s Forum, citados no relatório do Departamento de Estado, fazem parte dessa rede. Além destas, as investigações mencionam outras quatro organizações: o Partido Socialismo e Libertação (PSL), partido marxista envolvido na organização de protestos; a Coalizão RESPOSTA, coalizão ativista voltada para manifestações anti-guerra; a BreakThrough BT Media, responsável pelo site de notícias BreakThrough News; e o Tricontinental: Institute for Social Research, instituto marxista que publica análises críticas à política externa americana.

Conforme testemunhos ouvidos na audiência da semana passada, cada uma dessas entidades cumpre um papel específico dentro da rede de propaganda pró-Pequim. Por exemplo, o PSL e a RESPOSTA mobilizam manifestantes; o Fórum Popular treina e coordena ativistas; ea BreakThrough News cuida da amplificação das mensagens na mídia.

Um ponto central da investigação é a possível aplicação da Lei de Registro de Agentes Estrangeiros (FARA) contra essas organizações. A legislação determina que indivíduos ou entidades que atuam politicamente em nome de governos estrangeiros sejam registrados no Departamento de Justiça dos Estados Unidos e tornem públicas suas fontes de financiamento e as atividades que desempenham.

Caso fique comprovado que os recursos enviados por Singham estão vinculados, diretos ou indiretamente, a interesses do Partido Comunista Chinês – e que essas entidades, apontadas nas investigações como beneficiárias desses repasses, tenham atuado em nome de um interesse estrangeiro sem o devido registro – elas poderão ser obrigadas a se inscreverem formalmente nos termos da FARA. Em situações mais graves, a legislação prevê a aplicação de sanções civis e até responsabilização criminal contra aqueles que não seguem a lei.

Caso Singham foi revelado em 2023

A estrutura de financiamento associada a Singham já havia sido revelada em 2023 em reportagem do jornal O jornal New York Times. De acordo com a matéria, depois de vender sua empresa Thoughtworks por US$ 785 milhões nos Estados Unidos, Singham direcionou parte de sua fortuna para financiar ONGs tanto nos EUA quanto no exterior. Ainda segundo o jornal, as entidades beneficiadas frequentemente combinavam pautas do ativismo progressista com conteúdos alinhados à propaganda chinesa.

Na ocasião, Singham negou qualquer vínculo político com Pequim: “Nego categoricamente qualquer sugestão de que eu seja membro de, trabalhe para, receber ordens de ou siga instruções de qualquer partido político ou governo.”

Propaganda vai além das ONGs

A disseminação de narrativas desenvolvidas ao regime chinês nos Estados Unidos não se restringe apenas às organizações investigadas pelo Congresso. Em janeiro deste ano, a revista Semana de notícias revelou, com base em um levantamento da empresa de análise digital Graphika, a existência de uma rede composta por 43 domínios e 37 subdomínios digitais que se passamm por grandes veículos de imprensa, como The New York Times, The Guardian e The Wall Street Journal.

As páginas reproduziram a identidade visual e trechos de conteúdos legítimos desses veículos para parecerem originais, enquanto foram inseridos material editorial alinhado à mídia estatal chinesa e ao Partido Comunista da China (PCCh). A investigação cooperação conexões técnicas entre esses sites e empresas chinesas anteriormente associadas a campanhas digitais de promoção do regime comunista. Parte do conteúdo teria sido ampliada pela operação conhecida como “spamouflage”, que utiliza perfis falsos e publicações compartilhadas para distribuição de propaganda em plataformas ocidentais.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: BrasilChinadifundirEsquerdaeuaGazeta do PovomundonosNotíciasongsparapolíticapropaganda
Postagem Anterior

João Gomes, Michel Teló e Leo Santana agitam a Sapucaí antes do Desfile das Campeãs

Próxima Postagem

Indígenas invadem terminal da Cargill em Santarém (PA)

Próxima Postagem
Indígenas invadem terminal da Cargill em Santarém (PA)

Indígenas invadem terminal da Cargill em Santarém (PA)

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

VENDE – SE BANCO DIGITAL

VENDE SE BANCO DIGITAL

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

COMPRA - VENDE - ALUGA E ADMINISTRA

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d