• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

MPF cita que grupo de ex-chefe da Polícia Civil do RJ explorava ‘mercado de homicídios’ e dava ‘carta branca’ para execuções

Redação Por Redação
14 de fevereiro de 2026
Em Notícias
A A
MPF cita que grupo de ex-chefe da Polícia Civil do RJ explorava ‘mercado de homicídios’ e dava ‘carta branca’ para execuções
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



MPF cita que grupo de ex-chefe da Polícia Civil do RJ explorava ‘mercado de homicídios’ e dava ‘carta branca’ para execuções
[/gpt3]
Delegado Rivaldo Barbosa em depoimento no STF Reprodução O Ministério Público Federal afirma, na denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal, que o grupo liderado pelo ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa se aproveitou de um cenário de “mercantilização de homicídios” no estado para montar um esquema de controle e interferência de investigações. Segundo o documento, a associação criminosa atuava para garantir a impunidade a homicídios praticados por milicianos, contraventores e grupos envolvidos na exploração de jogos ilegais. O MPF sustenta que, desde os anos 2000, a partir dos crimes envolvendo o clã Garcia, consolidou-se no Rio um “mercado de homicídios por encomenda”, impulsionado por disputas territoriais e conflitos ligados ao jogo do bicho. A organização, segundo a denúncia, se consolidou a partir da morte do contraventor Waldomiro Paes Garcia, o Maninho, em 2004, desencadeando uma guerra pelo controle de seu espólio no bicho e de áreas dominadas pela contravenção. Outros crimes foram investigados sabotados pela Polícia Civil do Rio na era Rivaldo Barbosa, diz PF “A associação aproveitou-se de um contexto de mercantilização de homicídios existentes no Rio de Janeiro”, diz um dos trechos da denúncia. De acordo com os procuradores, o grupo mantinha controle direto ou indireto sobre investigações sensíveis e teria transformado a ineficiência deliberada da Divisão de Homicídios em um “modelo” que beneficiava organizações criminosas. ‘Carta branca’ A denúncia também cita o depoimento do assassino confesso Ronnie Lessa, que afirmou que havia uma espécie de “carta branca” para cometer homicídios na capital fluminense mediante ajuste prévio com membros do esquema. Segundo Lessa, o acordo tornou o crime “mais seguro”, pois evitou o chamado “bote” — extorsões praticadas por investigador contra homicidas para não aprofundar apurações. “Uma carta branca […] é uma forma mais segura de se cometer homicídios na capital fluminense”, afirma o trecho reproduzido na denúncia. ‘Balcão de negócios homicidas’ Para o MPF, o suposto esquema funcionava como um “balcão de negócios homicidas”, no qual a garantia de não investigação adequada era negociada com grupos de infrações. O resultado, segundo os procuradores, foi o aumento de homicídios não esclarecidos no estado e a transferência de um ambiente de impunidade. Rivaldo, o delegado Giniton Lages e o policial civil Marco Antonio de Barros Pinto foram denunciados pela associação criminosa e obstrução de justiça. O caso é sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. STF”. “Não se trata de fatos novos, tampouco de situações supervenientes. A denúncia ou a apresentação reproduzem narrativas, depoimentos e interpretações equivocadas da realidade. Não é razoável que, passados ​​quase dois anos, do oferecimento da denúncia no processo principal surja nova imputação baseada essencialmente no mesmo conjunto fático já analisado.” Veja a nota da defesa de Giniton Lages: “Giniton Lages presidiu o inquérito policial que, em pouco menos de um ano, levou à prisão de Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa, o último dos autores quais confessam os causadores das mortes da vereadora Marielle Franco e do Anderson Gomes. Para chegar a esse resultado, Giniton Lages e a equipe da Delegacia de Homicídios da Capital/RJ, de modo incansável, realizaram uma investigação profunda e detalhada. Por acreditar na qualidade do trabalho então efetivado, Giniton Lages tem a sua consciência tranquila e mantém a confiança de que a verdade prevalecerá.” O g1 tenta contato com as defesas dos outros denunciados.
Delegado Rivaldo Barbosa em depoimento no STF Reprodução O Ministério Público Federal afirma, na denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal, que o grupo liderado pelo ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa se aproveitou de um cenário de “mercantilização de homicídios” no estado para montar um esquema de controle e interferência de investigações. Segundo o documento, a associação criminosa atuava para garantir a impunidade a homicídios praticados por milicianos, contraventores e grupos envolvidos na exploração de jogos ilegais. O MPF sustenta que, desde os anos 2000, a partir dos crimes envolvendo o clã Garcia, consolidou-se no Rio um “mercado de homicídios por encomenda”, impulsionado por disputas territoriais e conflitos ligados ao jogo do bicho. A organização, segundo a denúncia, se consolidou a partir da morte do contraventor Waldomiro Paes Garcia, o Maninho, em 2004, desencadeando uma guerra pelo controle de seu espólio no bicho e de áreas dominadas pela contravenção. Outros crimes foram investigados sabotados pela Polícia Civil do Rio na era Rivaldo Barbosa, diz PF “A associação aproveitou-se de um contexto de mercantilização de homicídios existentes no Rio de Janeiro”, diz um dos trechos da denúncia. De acordo com os procuradores, o grupo mantinha controle direto ou indireto sobre investigações sensíveis e teria transformado a ineficiência deliberada da Divisão de Homicídios em um “modelo” que beneficiava organizações criminosas. ‘Carta branca’ A denúncia também cita o depoimento do assassino confesso Ronnie Lessa, que afirmou que havia uma espécie de “carta branca” para cometer homicídios na capital fluminense mediante ajuste prévio com membros do esquema. Segundo Lessa, o acordo tornou o crime “mais seguro”, pois evitou o chamado “bote” — extorsões praticadas por investigador contra homicidas para não aprofundar apurações. “Uma carta branca […] é uma forma mais segura de se cometer homicídios na capital fluminense”, afirma o trecho reproduzido na denúncia. ‘Balcão de negócios homicidas’ Para o MPF, o suposto esquema funcionava como um “balcão de negócios homicidas”, no qual a garantia de não investigação adequada era negociada com grupos de infrações. O resultado, segundo os procuradores, foi o aumento de homicídios não esclarecidos no estado e a transferência de um ambiente de impunidade. Rivaldo, o delegado Giniton Lages e o policial civil Marco Antonio de Barros Pinto foram denunciados pela associação criminosa e obstrução de justiça. O caso é sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. STF”. “Não se trata de fatos novos, tampouco de situações supervenientes. A denúncia ou a apresentação reproduzem narrativas, depoimentos e interpretações equivocadas da realidade. Não é razoável que, passados ​​quase dois anos, do oferecimento da denúncia no processo principal surja nova imputação baseada essencialmente no mesmo conjunto fático já analisado.” Veja a nota da defesa de Giniton Lages: “Giniton Lages presidiu o inquérito policial que, em pouco menos de um ano, levou à prisão de Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa, o último dos autores quais confessam os causadores das mortes da vereadora Marielle Franco e do Anderson Gomes. Para chegar a esse resultado, Giniton Lages e a equipe da Delegacia de Homicídios da Capital/RJ, de modo incansável, realizaram uma investigação profunda e detalhada. Por acreditar na qualidade do trabalho então efetivado, Giniton Lages tem a sua consciência tranquila e mantém a confiança de que a verdade prevalecerá.” O g1 tenta contato com as defesas dos outros denunciados.[/gpt3]

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: brancacartacitacivildavaexchefeExecuçõesexploravaGrupohomicídiosmercadompfparaPolícia
Postagem Anterior

Acidente na Linha Vermelha, no Rio, deixa 1 morto e 2 feridos

Próxima Postagem

Surfistinha, Sanches, Lourdes, Urach: Porto da Pedra desfilará com cerca de 70 profissionais do sexo

Próxima Postagem
Surfistinha, Sanches, Lourdes, Urach: Porto da Pedra desfilará com cerca de 70 profissionais do sexo

Surfistinha, Sanches, Lourdes, Urach: Porto da Pedra desfilará com cerca de 70 profissionais do sexo

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

VENDE – SE BANCO DIGITAL

VENDE SE BANCO DIGITAL

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

COMPRA - VENDE - ALUGA E ADMINISTRA

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d