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Delegados da PF querem direito de questionar suspeição de juízes

Redação Por Redação
13 de fevereiro de 2026
Em Notícias
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Delegados da PF querem direito de questionar suspeição de juízes
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Delegados da Polícia Federal pediram nesta sexta-feira (13) ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para aprovar mudanças na legislação que permitam a autoridade policial pedir a suspeita ou o impedimento de juízes.

No início, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e a Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol) citaram os impasses recentes com o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), na investigação do Banco Master.

“Restringir tal capacidade do delegado é ferir a independência de quem investiga casos extremamente complexos e relevantes. É burocratizar o combate à criminalidade e criar uma entrada que favoreça apenas a impunidade”, diz o documento.

VEJA TAMBÉM:

  • Acordão do STF no caso Mestre poupou Toffoli e revela avaliação de ministros com a PF

A solicitação ocorre dias após a PF encontrar solicitações sobre Toffoli no celular de Daniel Vorcaro, dono do Master. O diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, entregou o relatório ao presidente do STF, Edson Fachin, apontando a possibilidade de suspeita do então relator.

Após a imprensa divulgar trechos do parecer da PF, Toffoli deixou um relato do caso Master. Porém, os ministros da Corte descartaram a possibilidade de suspeita ou impedimento do colega.

Agora, as entidades pedem que o delegado “possa solicitar os indeferimentos parciais ou totais dos pedidos e representações feitas ao Judiciário, sem interesse na elucidação dos fatos, bem como arguir impedimentos e suspeições de qualquer autoridade que atue no inquérito policial, tendo elementos suficientes para tanto”.

Segundo as associações, os delegados da PF responsáveis ​​pelo caso Master tiveram acesso negado a documentos e objetos apreendidos e foram impedidos de apresentar elementos para a suspeita de Toffoli.

“A Polícia Federal se viu obrigada a tentar se socorrer de órgãos externos para pedir em juízo a reconsideração, sem êxito. Da mesma forma, ocorre agora uma argumentação de que a Polícia Federal não poderia apresentar elementos para suspeita do relator da Operação Compliance Zero no STF por não ser parte processual”, afirmam as entidades.

Após a entrega do relatório, o gabinete de Toffoli disse que “o pedido de declaração de suspeita apresentado pela Polícia Federal trata de ilações”.

No mês passado, o ministro aposentou-se da PF a custódia das provas apreendidas na segunda fase da Operação Compliance Zero, que mirou parentes de Vorcaro. Ele determinou que todos os documentos, celulares e computadores fossem descobertos e armazenados no Supremo.

Horas depois da determinação, Toffoli voltou atrás, mas tentou que o material ficasse sob a responsabilidade da Procuradoria-Geral da República (PGR). Ele autorizou que quatro peritos da PF acompanhassem a remoção de dados.

A ADPF e a Fenadepol argumentam que, embora o delegado não busque condenar nem absolver, sua atuação é “técnica, científica e imparcial” e visa o esclarecimento do fato.

“Quem tem por lei a função de presidir os inquéritos policiais […] também tem poderes de recorrer às decisões que indeferirem seus pedidos”, defende o ofício, citando os princípios do duplo grau de jurisdição e dos poderes implícitos.

Proposta dos delegados da PF

O pedido sugere que as mudanças sejam inseridas no PL 5.582/2025 ou por meio de uma proposta legislativa independente. O texto proposto pelas entidades prevê alterações nas Leis 12.850/2013, que define organizações criminosas, e na Lei 12.830/2013, que dispõe sobre a investigação criminal conduzida pelo delegado de polícia. A ADPF e a Fenadepol pedem que:

  • O delegado poderá interpor recurso em sentido estrito, no prazo de cinco dias, contra decisões que indeferirem total ou parcialmente suas representações;
  • A autoridade policial poderá apresentar arguição fundamentada de impedimento ou suspeita de autoridades (como juízes ou membros do Ministério Público) que atuem no inquérito sob sua condução.

O documento é assinado por Edvandir Felix de Paiva, presidente da ADPF, e Maria do Socorro Santos Nunes Tinoco, presidente da Fenadepol. Para as lideranças, a medida é essencial para garantir a “celeridade e a eficiência que a sociedade brasileira exige no combate à criminalidade”.

VEJA TAMBÉM:

  • Mendonça tem reunião de 2h com PF para alinhar passos próximos no caso Master
  • 6 pontos para entender a teia que liga Toffoli a Vorcaro

Polícia Federal x STF

Nesta sexta (13), o portal Poder360 revelou o teor da reunião de emergência do STF para discutir a situação de Toffoli no caso Master. Segundo a purificação, oito ministros se manifestaram a favor da permanência de Toffoli à frente do inquérito: Alexandre de Moraes, André Mendonça, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Nunes Marques e o próprio ministro.

Apenas Fachin e a ministra Cármen Lúcia defenderam a redistribuição do inquérito. Toffoli entregou em deixar a condução do caso Master, que foi redistribuído para Mendonça.

“Essas 200 páginas para mim são um lixo jurídico. Não adianta discutir esse lixo jurídico. A crise hoje é política, presidente [Fachin]”, teria dito Dino durante a reunião. Já Moraes teria afirmado que a PF fez um papel sujo e que, se houvesse uma investigação específica sobre Toffoli, era tudo nulo.

“Eu acho que o que está por trás disso é que o ministro Toffoli tomou algumas decisões ao longo do seu tempo nesse caso Mestre aqui no STF que contrariaram a Polícia Federal. E a Polícia Federal quis reviver”, disse Gilmar.

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Tags: Banco Mestrecâmara dos deputadosdelegadosdias toffoliDireitohugo mottaJuízespolicia federalqueremquestionarSTFSuspeição
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