Água, ovo e batata: rainha da Mangueira, Evelyn Bastos, conta como se prepara para o carnaval
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Texto inicial do plugin Com uma rotina intensa de ensaios e preparação física para enfrentar mais de uma hora de desfile, a rainha de bateria da Mangueira, Evelyn Bastos, revelou detalhes de como se preparar para o carnaval em entrevista exclusiva ao RJ1. À frente da bateria da Verde e Rosa desde 2014, que vai apresentar o enredo “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra”, ela aposta em hidratação rigorosa e alimentação simples para dar conta do ritmo puxado dos ensaios de rua e apresentações da escola. “Eu estou aqui pingando de suor, são muitos ensaios, é uma preparação que envolve muita hidratação pra gente conseguir dar conta de 1h10min, 1h20min, ensaio de rua. Se você abrir minha geladeira hoje, só vai ver água, ovo e batata”, contou a rainha em entrevista ao RJ2. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Evelyn Bastos, rainha de bateria da Mangueira, durante ensaio Anderson Bordê/Agnews Durante um dos ensaios da Mangueira na comunidade, na Zona Norte do Rio, Evelyn comandou os movimentos da bateria e mostrou que o preparo também passa técnica do samba no pé. Ela ensinou ao repórter Diego Aidar como dar os primeiros passos no samba. “A gente vai colocar o peso do corpo pra trás e vai: um, troca. Um, troca. Um, troca. Acelera. Um, dois, três, um, dois, três”, explicou com bom humor. Uma história que começa na infância A trajetória de Evelyn Bastos no samba se confunde com a própria história da Mangueira. Nascida e criada no morro, ela cresceu na quadra da escola e teve contato com o carnaval desde muito cedo. Sambas-enredo das escolas do Grupo Especial do carnaval do Rio de 2026; veja todos “Comecei com 4 anos. Minha mãe [Valéria Bastos] foi rainha no final dos anos 1980. E desde quando eu me dou conta por gente, eu estava aqui dentro da quadra da Mangueira sambando, fazendo o que eu faço até hoje. Aos 32 anos, eu nunca vi fora do carnaval.” Evelyn Bastos, rainha de bateria da Mangueira Rafael Quintão/TV Globo Segundo Evelyn, a relação com a Mangueira antecede até mesmo a descoberta da festa como espetáculo. “Eu conheci a Mangueira antes de conhecer o carnaval. Isso aqui faz parte da minha vida. Faz parte do meu desenvolvimento quanto mulher.
Texto inicial do plugin Com uma rotina intensa de ensaios e preparação física para enfrentar mais de uma hora de desfile, a rainha de bateria da Mangueira, Evelyn Bastos, revelou detalhes de como se preparar para o carnaval em entrevista exclusiva ao RJ1. À frente da bateria da Verde e Rosa desde 2014, que vai apresentar o enredo “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra”, ela aposta em hidratação rigorosa e alimentação simples para dar conta do ritmo puxado dos ensaios de rua e apresentações da escola. “Eu estou aqui pingando de suor, são muitos ensaios, é uma preparação que envolve muita hidratação pra gente conseguir dar conta de 1h10min, 1h20min, ensaio de rua. Se você abrir minha geladeira hoje, só vai ver água, ovo e batata”, contou a rainha em entrevista ao RJ2. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Evelyn Bastos, rainha de bateria da Mangueira, durante ensaio Anderson Bordê/Agnews Durante um dos ensaios da Mangueira na comunidade, na Zona Norte do Rio, Evelyn comandou os movimentos da bateria e mostrou que o preparo também passa técnica do samba no pé. Ela ensinou ao repórter Diego Aidar como dar os primeiros passos no samba. “A gente vai colocar o peso do corpo pra trás e vai: um, troca. Um, troca. Um, troca. Acelera. Um, dois, três, um, dois, três”, explicou com bom humor. Uma história que começa na infância A trajetória de Evelyn Bastos no samba se confunde com a própria história da Mangueira. Nascida e criada no morro, ela cresceu na quadra da escola e teve contato com o carnaval desde muito cedo. Sambas-enredo das escolas do Grupo Especial do carnaval do Rio de 2026; veja todos “Comecei com 4 anos. Minha mãe [Valéria Bastos] foi rainha no final dos anos 1980. E desde quando eu me dou conta por gente, eu estava aqui dentro da quadra da Mangueira sambando, fazendo o que eu faço até hoje. Aos 32 anos, eu nunca vi fora do carnaval.” Evelyn Bastos, rainha de bateria da Mangueira Rafael Quintão/TV Globo Segundo Evelyn, a relação com a Mangueira antecede até mesmo a descoberta da festa como espetáculo. “Eu conheci a Mangueira antes de conhecer o carnaval. Isso aqui faz parte da minha vida. Faz parte do meu desenvolvimento quanto mulher.[/gpt3]











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