
Ó governador de Rondônia, Marcos Rochadeixou o União Brasil e se filiou ao PSD na sexta-feira (30), seguindo os mesmos passos do governador goiano, Ronaldo Caiado, que, na última terça-feira (27), foi anunciado como pré-candidato a presidente pela sigla comandada nacionalmente pelo cacique Gilberto Kassab.
Com Rocha e Caiado, o PSD passa a ter seis governadoresliderando o ranking dos partidos na administração dos estados brasileiros. Policial militar, o coronel foi reeleito ao governo de Rondônia em 2022 com o apoio do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL). Ele deixará a carga em janeiro de 2027, após oito anos de mandato no estado do Norte do país.
“Com o convite do Kassab, do governador do Paraná, Ratinho Junior, e do Caiado, que acabaram de chegar ao PSD, eu aceitei mais este desafio para que Rondônia possa ter o meu sucessor para dar continuidade ao trabalho […] Tenho paz em não ser candidato neste momento para escolher os candidatos ao Senado e os candidatos aos deputados estaduais e federais”, disse Rocha em entrevista à Gravar notícias.
Questionado sobre as eleições de 2026, o governador negou pré-candidatura ao Senadocaminho que deve ser seguido por parte dos governadores em fim de mandato no país. “Apesar das pesquisas mostram que eu estou à frente, tenho tranquilidade para poder ajudar politicamente meu estado e o país. Daqui a quatro anos, a gente pode se candidatar novamente”, respondeu o governador Marcos Rocha.
Outro governador que chegou na última semana ao PSD, vindo da União Brasil, Caiado foi anunciado por Kassab com o status de presidenciável, posicionando a sigla como a principal legenda de centro na corrida presidencial — o partido ainda tem os pré-candidatos à Presidência Ratinho Junior e Eduardo Leite, governadores do Paraná e do Rio Grande do Sul, respectivamente.











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