O ‘papa negro da umbanda’ que transformou o culto a Iemanjá
[/gpt3]
O historiador lembra que, se “o traje de levar flores ao mar, entregar balaios e barcos de Iemanjá no final do ano nas praias não foi uma criação de Tata Tancredo, pois encontramos fontes que nos mostram esse traje do povo carioca desde finais do século 19 em diferentes praias como Caju, Ramos, Glória, Flamengo, Ilha do Governador, entre outras”, o grande mérito do líder umbandista veio “com a idealização e integração das Flores de Iemanjá na orla de Copacabana, principalmente, nas décadas de 1950 e 1960.”
O historiador lembra que, se “o traje de levar flores ao mar, entregar balaios e barcos de Iemanjá no final do ano nas praias não foi uma criação de Tata Tancredo, pois encontramos fontes que nos mostram esse traje do povo carioca desde finais do século 19 em diferentes praias como Caju, Ramos, Glória, Flamengo, Ilha do Governador, entre outras”, o grande mérito do líder umbandista veio “com a idealização e integração das Flores de Iemanjá na orla de Copacabana, principalmente, nas décadas de 1950 e 1960.”
[/gpt3]










Deixe o Seu Comentário