• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Consumo das famílias compensa juros e leva desemprego ao menor nível

Redação Por Redação
30 de janeiro de 2026
Em Economia
A A
Consumo das famílias compensa juros e leva desemprego ao menor nível
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


Apesar de a taxa básica de juros do Brasil ter alcançado em 2025 o maior nível em quase 20 anos – o que funciona como um freio para a economia –, o o país alcançou no ano passado a menor taxa de desemprego desde 2012, quando iniciou uma série histórica que mede a evolução do mercado de trabalho brasileiro. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O principal motivo para esse comportamento de baixa do desemprego são as compras das famílias, conforme avaliação da coordenadora da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, Adriana Beringuy.

“A gente mantém uma economia basicamente impulsionada pelo consumo das famílias.”

Os dados da Pnad revelam que o Brasil registrou taxa de desemprego de 5,6% em 2025. Para efeito de comparação, em 2024 a desocupação havia marcada 6,6%.

A economia brasileira alcançou a marca anual de 103 milhões de trabalhadores ocupados e 6,2 milhões de pessoas em busca de trabalhoos chamados pelo IBGE de desocupados.

A Pnad apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporária e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente frequentou uma vaga 30 dias antes da pesquisa.

Amortecimento de juros

Em setembro de 2024, preocupado com a trajetória crescente da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou uma escalada da taxa básica de juros da economia, a Selic, então em 10,5% o ano, elevando-a até 15% em junho de 2025.

A meta de inflação do governo é de 3% no acumulado de 12 meses, com tolerância de 1,5 ponto percentual (pp) para mais ou para menos.

O índice oficial de inflação (IPCA), chegou a ficar 13 meses fora do intervalo de tolerância, praticamente todo o ano passado.

>> Leia aqui: BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela quinta vez seguida.

A Selic influencia todas as demais taxas de juros do país e, quando elevada, age na economia de forma restritiva, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo.

O impacto esperado é menor procurado por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que a economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos.

Força do consumo

A analista do IBGE, Adriana Beringuy, confirma que com a maior Selic em quase 20 anos, é de se perguntar como o desemprego chegou ao mínimo histórico da Pnad.

Na entrevista de apresentação dos dados a jornalistas, a pesquisadora explica que “a transmissão do efeito da taxa de juros não é uniforme”.

Ela divide o direcionamento dos gastos das famílias em setores sensíveis e os não sensíveis ao juro alto.

“Não houve explosão de consumo de bens duradouros, de compra de móveis. As atividades que são mais dependentes de crédito ou de juros, não foram aquelas que mais se expandiram em 2025”, cita.

Por outro lado, pondera-se que o país experimentou ao longo de 2025 um aumento de contingente ocupado, de renda do trabalhador e de salário mínimo, o que levou a um efeito de “retroalimentação benéfica”.

“Temos um grande número de pessoas que estão ocupadas e, ao mesmo tempo, com rendimentos crescentes”, justifica.

Registro de renderização

A Pnad também revelou que, em 2025, o rendimento médio mensal do trabalhador chegou ao recorde de R$ 3.560, expansão de 5,7% (ou R$ 192) na comparação com 2024, já descontada a inflação do período.

“Esse consumo foi canalizado para onde? Foi para os bens não protegidos, como alimentação, vestuário, serviços de alimentação, alguns serviços pessoais”, sustenta a pesquisadora.

“Esse consumo se fez não necessariamente por acesso a crédito, mas por crescimento da renda do trabalhador”.

Beringuy deu destaque ainda a dois fatores diretamente ligados à renda do trabalhador: o controle inflacionário, que “certamente beneficia o consumo das famílias”, e a valorização real (acima da inflação) do salário mínimo.

“Acaba beneficiando trabalhadores dos segmentos mais elementares, menos escolarizados”.

Atividades

Uma pesquisa do IBGE aponta como o total de 103 milhões de ocupados em 2025 é dividido por grupo de atividades. O que mais oferece vagas de trabalho é o comércio.

  • Comércio, peças de reposição para veículos automotivos e motocicletas: 19,5 milhões
  • Administração pública, defesa, segurança social, educação, saúde humana e serviços sociais: 19 milhões
  • Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: 13,4 milhões
  • Indústria geral: 13,3 milhões
  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 7,9 milhões
  • Construção: 7,4 milhões
  • Serviços domésticos: 5,7 milhões
  • Transporte, armazenagem e correio: 5,9 milhões
  • Outros serviços: 5,6 milhões
  • Alojamento e alimentação: 5,4 milhões

Conta própria

Um destaque da pesquisa divulgada hoje é a quantidade de trabalhadores por conta própria, que chega a 26,1 milhões, sendo 73% deles informais (sem CNPJ). De um ano para o outro, o total de conta própria subiu 2,4%.

A coordenadora do IBGE aponta que o aumento desses trabalhadores não representa retração de trabalhadores com carteira assinada.

“Tem o crescimento do [trabalhador por] conta própria sendo acompanhada também pelo vínculo formal.”

A Pnad mostra que o número de trabalhadores com carteira chegou a 38,9 milhões de pessoas em 2025, o mais alto da série.

“Talvez haja uma substituição, mas não sabemos a real intensidade disso, de uma migração do sem carteira para a conta própria”, sugere.

O contingente de trabalhadores sem carteira assinada caiu 0,8% em 2025, reunindo 13,8 milhões de pessoas.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: compensaconsumodasdesempregofamíliasjuroslevamenornível
Postagem Anterior

Homem é preso por agredir ex-companheira na frente da filha de três anos em Piraí

Próxima Postagem

Catherine O’Hara, atriz de ‘Esqueceram de Mim’ e ‘Beetlejuice’, morre aos 71 anos

Próxima Postagem
Catherine O’Hara, atriz de ‘Esqueceram de Mim’ e ‘Beetlejuice’, morre aos 71 anos

Catherine O'Hara, atriz de 'Esqueceram de Mim' e 'Beetlejuice', morre aos 71 anos

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

IMPOSTO DE RENDA 2026

IMPOSTO DE RENDA 2026

ENSINO SUPERIOR EAD

CURSO PROFISSÃO RÁPIDA

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Cookies
Servimos cookies. Se acha que está tudo certo, clique em "aceitar tudo". Você também pode escolher que tipo de cookies deseja clicando em "configurações".
Configurações Aceitar tudo
Cookies
Escolha que tipo de cookies aceitar. Sua escolha será salva por um ano.
  • Necessário
    Esses cookies não são opcionais. São necessários para o funcionamento do site.
  • Estatísticas
    Para que possamos melhorar a funcionalidade e a estrutura do site, com base em como o site é usado.
  • Experiência
    Para que o nosso site funcione o melhor possível durante a sua visita. Se você recusar esses cookies, algumas funcionalidades desaparecerão do site.
  • Marketing
    Ao compartilhar seus interesses e comportamento ao visitar nosso site, você aumenta a chance de ver conteúdo e ofertas personalizadas.
Salvar Aceitar tudo
Vá para versão mobile
%d