• Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco
BCN
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade
Sem Resultado
Ver todos os resultados
BCN
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Como o escândalo Master afetará a economia nos próximos anos

Redação Por Redação
27 de janeiro de 2026
Em Notícias
A A
Como o escândalo Master afetará a economia nos próximos anos
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


A liquidação do Banco Master não se limita a um escândalo financeiro isolado. O episódio gerou uma cadeia de efeitos que vai da retração do crédito ao aumento indireto de custos para a população, com impactos potenciais sobre juros, crescimento econômico e política econômica nos próximos anos.

Seja por juros mais altos, taxas bancárias mais elevadas ou menor oferta de crédito, os efeitos do colapso do Master tendem a atingir consumidores, empresários e investidores que nunca investiram no banco. UM Gazeta do Povo reuniu sete dos principais efeitos do caso Master, de curto, médio e longo prazo. Veja a seguir:

1. Redução da confiança em bancos menores

Com a liquidação da Master, houve queda na confiança dos investidores em bancos pequenos e médios, que, no Brasil, são aqueles com patrimônio líquido entre R$ 15 bilhões e R$ 23 bilhões. Tânia Gofredo, economista-chefe da GEP Brasil, afirma que episódios como esse tendem a abalar a confiança do mercado.

Esse abalo traz implicações diretas. Uma delas é que os bancos pequenos e médios passam a ter mais dificuldade para vender seus produtos, como os CDBs, que foram o pivô da crise do Master. Por um lado, essa tendência encarece o crédito, reduzindo a flexibilidade dessas instituições para oferecer rendimentos mais atrativos aos clientes.

“É uma conta que não fecha”, diz Elber Laranja, fundador da empresa de engenharia de crédito Titanium. “De um lado, a queda na confiança faz com que os bancos médios precisem oferecer prêmios maiores aos investidores; de outro, a redução da liquidez os obriga a encarecer o crédito”, explica.

2. Crédito mais caro para pequenas e médias empresas

As pequenas e médias empresas são as mais afetadas pela dinâmica descrita acima. Elber Laranja avalia que, no médio prazo, o aumento no custo do crédito tende a impactar o preço final dos produtos e serviços oferecidos por esses negócios, já que elevam seus custos. Os empreendimentos podem entrar em situação financeira delicada, com risco inclusive de falência.

3. Migração para bancos e menor rentabilidade

A queda na substituição de pequenos e médios bancos tem outro efeito: direcionar investidores em busca de maior segurança para os grandes bancos, que apresentam maior solidez no mercado. Tânia Gofredo afirma que essas instituições terão mais facilidade de captação dos recursos liberados pelas restituições do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

No entanto, a confiabilidade e a posição consolidada dos grandes bancos permitem que obtenham rendimentos aos menores investidores, já que o risco associado a essas instituições é inferior ao das instituições menores. Dessa forma, os investidores podem receber menos com a alocação de seu dinheiro.

4. Regulação mais duradoura no setor financeiro

Outra mudança já em curso é a persistência da regulação no setor financeiro. Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sugeriu que os fundos de investimento passem a ser fiscalizados e regulamentados pelo Banco Central (BC) em vez da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), como ocorre atualmente. No entanto, as decisões próprias do BC também têm sido questionadas, ora como precipitadas, ora como tardias.

Além disso, pela razão do alto volume de restituições do FGC decorrentes da liquidação do Master, o CMN já promoveu alterações nas regras do fundo, inclusive nas normas de captação. Elber Laranja avalia que, diante desse cenário, a autoridade monetária tende a suportar critérios de compliance, auditorias e limites de exposição para bancos, gestores e demais instituições.

Daniel Vorcaro, dono do Banco MasterDaniel Vorcaro, dono do Banco Master (Foto: Gurometal/Wikimedia Commons)

5. Fatura do caso Master paga pela sociedade

Um dos efeitos mais adversos da crise do Mestre é que o custo pode recair sobre quem nunca investiu nos títulos do banco. Para recompor os pelo menos R$ 40,6 bilhões que serão desembolsados ​​pelo FGC em garantias, as instituições integrantes terão de realizar transportes adicionais ao fundo.

O CMN já determinou um aumento de 100% na contribuição das instituições — de 0,01% para 0,02% sobre os depósitos elegíveis. Além disso, estude-se a possibilidade de antecipação de cinco anos de contribuições para acelerar a recomposição da caixa.

Como resultado, os bancos tendem a repassar esse aumento ao consumidor. “A gente sabe que o sistema bancário não leva esforço para casa. Assim, no médio e longo prazo, até mesmo clientes de grandes bancos podem ser impactados pela elevação de taxas de cheques especiais, taxas bancárias, juros cobrados e outros custos financeiros”, explica Laranja.

Mas há quem ignore esses mecanismos. Na sexta-feira (23), o presidente Lula (PT) afirmou que bancos públicos e privados, citando Banco do Brasil, Caixa e Itaú, pagarão a conta financeira do rombo do Master.

Da mesma forma, o rombo sofrido pelo Banco de Brasília (BRB), após a compra de carteiras de títulos fraudulentas do Master, pode recair sobre o contribuinte. O governo do Distrito Federal descobriu recentemente a possibilidade de injetar recursos no banco.

Ainda na sexta-feira (23), o Banco Central determinou que o BRB faça o provisionamento de R$ 2,6 bilhões para cobrir o rombo das negociações com o Master. Segundo Luís Garcia, sócio do Tax Group, trata-se da “socialização” do prejuízo do BRB, que será coberto com recursos do contribuinte.

6. Aumento da busca por títulos públicos, que beneficiam o governo

Um dos efeitos mais imediatos da crise do Banco Master pode, inclusive, favorecer o governo. Com a injeção de recursos do FGC no mercado e a redução da confiança nos bancos de médio porte, os investidores tendem a buscar alternativas mais conservadoras, como os títulos públicos.

O professor de Administração da ESPM, Jorge Ferreira, afirma que essa alta na procura já pode ser percebida no mercado. Esses recursos vão diretamente para a Caixa do Governo, que, em pleno ano eleitoral, acaba recebendo um reforço no orçamento.

7. Queda mais desmoralizada da Selic

A perda de remuneração de bancos de menor porte pode afetar a percepção do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a desancoragem das expectativas de inflação — quando o mercado passa a projetar inflação de forma persistente acima da meta. Esse movimento pode levar o Comitê a manter a taxa básica de juros, a Selic, em níveis elevados por mais tempo.

Jorge Ferreira afirma que, na reunião de janeiro, que acontecerá nesta quarta-feira (28), as expectativas do mercado são de manutenção da Selic em 15%, com queda prevista apenas para março.

Contudo, a pressão gerada pela crise do Mestre pode manter os juros aumentados por mais tempo. Com isso, o crédito segue mais caro, o que desestimula o consumo e o investimento produtivo e compromete o ritmo de crescimento da economia.

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: afetaráanosbanco centralBanco MestrebancoscomoCVM - Comissão de Valores MobiliárioseconomiaescândalolulaMastermercadonospróximos
Postagem Anterior

Fernanda Torres posa com Nicole Kidman e Tilda Swinton em desfile da Chanel

Próxima Postagem

Jovem morre em grave acidente na BR-356, em Grussaí, São João da Barra

Próxima Postagem
Jovem morre em grave acidente na BR-356, em Grussaí, São João da Barra

Jovem morre em grave acidente na BR-356, em Grussaí, São João da Barra

Deixe o Seu Comentário

PREVISÃO DO TEMPO

Fonte de dados meteorológicos: Wetter 30 tage

INVESTIGADOR PROFISSIONAL 11 98806-4613

INVESTIGADOR PARTICULAR 11 98806-4613

TERRENO EM JANAÚBA/MG (38) 9.9154-0000

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

COMPRA - VENDE - ALUGA E ADMINISTRA

CERTIFICADO DIGITAL SEM SAIR DE CASA

JASMIRA IMÓVEIS (38) 9.8831-0162

INVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613

IINVESTIGADOR DIGITAL 11 98806-4613
Foto: Reprodução

CURSOS ONLINE

  • Anuncie
  • Contato
  • Home
  • Política
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Trabalhe Conosco

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Menu
    • Política
    • Economia
    • São Paulo
    • Brasil
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Saúde
    • Mundo
    • Tecnologia
    • Vídeos
  • Política de privacidade

© 2024 Rede BCN | Todos os direitos reservados. E-mail: redacao@redebcn.com.br

Vá para versão mobile
%d