Júri popular de PMs acusados de matar adolescente de 13 anos na Cidade de Deus começa nesta terça
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Thiago Menezes Flausino Reprodução Dois policiais militares irão ao júri popular, na tarde desta terça-feira (27), pela morte do estudante Thiago Menezes Flausino, em 2023. O adolescente de 13 anos foi assassinado a tiros durante uma operação na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio. A família diz que não havia confronto no local e que Thiago foi executado por um policial quando já caiu no chão. Os policiais militares do Batalhão de Choque Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria são acusados de homicídio e fraude processual após presumirem os disparos que mataram o jovem. Segundo a investigação, eles manipularam a cena do crime e plantaram uma arma para sustentar a versão de confronto. A mãe de Thiago, Priscila Menezes, disse que espera uma resposta da Justiça. “É o mínimo, porque nada que eu faça nada vai trazer meu filho de volta. É uma coisa que não pode mais acontecer nas comunidades, matar os jovens e incriminar, e depois a família ter que investigar pra provar que seu filho era inocente.” 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do Rio em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 Disparos da polícia Segundo uma testemunha que estava com Thiago, os dois estavam circulando na comunidade na motocicleta do pai de Thiago quando, em certo ponto, perderam o equilíbrio e caíram. O rapaz contou que, enquanto tentavam reerguer a motocicleta, foram surpreendidos com a proximidade de um carro descaracterizado, de onde os ocupantes saíam já efetuando tiros contra eles. O jovem contorno ainda que conseguiu fugir ao embarcar na garupa de um mototaxista e seguir em direção a sua casa, enquanto Thiago ficou caído. O sobrevivente disse ainda que viu apenas o ocupante do banco do carona sair do carro, o que teria disparado contra ele. No entanto, ele não conseguiu reconhecer o rosto de nenhum dos acusados. Durante a investigação, ficou comprovado que Thiago levou três tiros, um na parte traseira da perna, um nas costas e outro que perfurou as duas canelas do jovem. Ainda de acordo com a apuração, nem Thiago e nem o condutor da moto tinham ficha criminosa ou envolvimento com o tráfico.
Thiago Menezes Flausino Reprodução Dois policiais militares irão ao júri popular, na tarde desta terça-feira (27), pela morte do estudante Thiago Menezes Flausino, em 2023. O adolescente de 13 anos foi assassinado a tiros durante uma operação na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio. A família diz que não havia confronto no local e que Thiago foi executado por um policial quando já caiu no chão. Os policiais militares do Batalhão de Choque Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria são acusados de homicídio e fraude processual após presumirem os disparos que mataram o jovem. Segundo a investigação, eles manipularam a cena do crime e plantaram uma arma para sustentar a versão de confronto. A mãe de Thiago, Priscila Menezes, disse que espera uma resposta da Justiça. “É o mínimo, porque nada que eu faça nada vai trazer meu filho de volta. É uma coisa que não pode mais acontecer nas comunidades, matar os jovens e incriminar, e depois a família ter que investigar pra provar que seu filho era inocente.” 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do Rio em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 Disparos da polícia Segundo uma testemunha que estava com Thiago, os dois estavam circulando na comunidade na motocicleta do pai de Thiago quando, em certo ponto, perderam o equilíbrio e caíram. O rapaz contou que, enquanto tentavam reerguer a motocicleta, foram surpreendidos com a proximidade de um carro descaracterizado, de onde os ocupantes saíam já efetuando tiros contra eles. O jovem contorno ainda que conseguiu fugir ao embarcar na garupa de um mototaxista e seguir em direção a sua casa, enquanto Thiago ficou caído. O sobrevivente disse ainda que viu apenas o ocupante do banco do carona sair do carro, o que teria disparado contra ele. No entanto, ele não conseguiu reconhecer o rosto de nenhum dos acusados. Durante a investigação, ficou comprovado que Thiago levou três tiros, um na parte traseira da perna, um nas costas e outro que perfurou as duas canelas do jovem. Ainda de acordo com a apuração, nem Thiago e nem o condutor da moto tinham ficha criminosa ou envolvimento com o tráfico.[/gpt3]












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