
Desde a captura do ditador Nicolás Maduro, na Venezuela, o regime de Cuba é visto como o próximo alvo do governo de Donald Trump na América Latina.
Fontes revelaram ao O Wall Street Journal que os EUA estariam buscando pessoas ligadas à ditadura cubana que pudessem ajudar a fechar um acordo para a saída do ditador Miguel Diáz-Canel e apoia seusdores até o final do ano.
Na avaliação do governo Trump, a economia cubana está à beira do colapso desde a queda de Maduro, o que tornou o regime ainda mais frágil.
Altos funcionários americanos apontaram que não havia um plano específico para derrubar a ditadura comunista, mas a recente operação na Venezuela e as subsequentes concessões de seus aliados deram sinais de que Cuba foi profundamente afetada.
Em 11 de janeiro, Trump já havia dado promessas de que essa pressão estaria acontecendo nos bastidores. “Sugiro fortemente que eles [cubanos] fazer um acordo. ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS”, declarou o presidente nas redes sociais, acrescentando que “NENHUM PETRÓLEO OU DINHEIRO” seria enviado a Cuba.
Um funcionário da Casa Branca disse em condição de anonimato que houve uma reunião com exilados cubanos e grupos cívicos em Miami e Washington focado em identificar possíveis representantes do regime de Diáz-Canel que estariam interessados em negociar com os EUA.
Embora Trump tenha afirmado que o uso da força contra Havana é “desnecessário”, funcionários do seu governo dizem em privado que a operação militar que resultou na captura de Maduro deve servir como uma ameaça implícita à ditadura comunista.
Por sua vez, Cuba tem sinalizado que não está disposto a negociar com Washington. No fim de semana, o Conselho de Defesa Nacional de Havana aprovou “planos e medidas” para implementar o “estado de guerra” em meio a empréstimo com os EUA.











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