Após encontros com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fez uma publicação em suas redes sociais na qual apela para não ser julgada. Para ela, a família está acima de “narrativa” e de “conveniência política”, e diz ainda que “daria a vida” por Bolsonaro.
“Aqueles que também amam e defendem o meu amor, o nosso líder, peço que não me levem ao tribunal do julgamento pessoal, que não se apressem em me julgar ou a criar rótulos de conotação política”, escreveu no Instagram.
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Antes do marido ser transferido da Superintendência da Polícia Federal (PF) para a Papudinha, foi noticiado pelo G1 que Michelle esteve reunida com o ministro Gilmar Mendes. Mais tarde, em meio à confirmação do encontro, surgiu a informação do Metrópoles que ela também teria encontrado o ministro Alexandre de Moraes para pedir prisão domiciliar antes que ele decidisse pela transferência para Papudinha. O encontro com os dois minitros foi confirmado por outros veículos.
A dirigente do PL Mulher recentemente também foi alvo de críticas de seguidores da família Bolsonaro ao republicar um vídeo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) que diz que o Brasil precisa de CEO. O gesto foi interpretado como um possível endosso a uma candidatura diferente de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o que ela mais tarde negou.
Além da ex-primeira-dama, o governador de São Paulo também importou Moraes e outros ministros do STF. Ele telefonou para Moraes, Gilmar Mendes e ao menos outros dois magistrados. O objetivo foi sensibilizá-lo para a necessidade da prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro. O pastor Silas Malafaia viu como resultado da articulação a troca do local de custódia do ex-presidente para a Papudinha.
Bolsonaro foi transferido na quinta para o batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal nas proximidades do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A mudança aconteceu após sucessivas reclamações das condições da sala de Estado-maior da PF, onde cumpriu pena desde novembro do ano passado.










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