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Sindicatos celebram salário mínimo e defendem melhoria em reajustes

Redação Por Redação
14 de janeiro de 2026
Em Economia
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Sindicatos celebram salário mínimo e defendem melhoria em reajustes
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Criada em 1936, por iniciativa do então presidente Getúlio Vargas, a Lei do Salário Mínimo completa 90 anos nesta quarta-feira (14) e sua importância para o trabalhador é celebrada pelas centrais sindicais, que apontam desafios para o presente e o futuro.

“O salário mínimo é fundamental porque baliza primeiro aquelas categorias sem piso salarial. Em segundo lugar, os aposentados e pensionistas. Ele acaba sendo um importante instrumento de distribuição de renda em nosso país”, diz João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário geral da Força Sindical.

Juruna registrou que as centrais sindicais lutaram para que o reajuste do salário mínimo passasse a ser um instrumento de distribuição de renda. “O reajuste foi conquistado no Congresso e, com isso, o salário mínimo acabou conseguindo um aumento real, o que foi cortado nos governos [Michel] Temer e [Jair] Bolsonaro, ficando só o INPC”.

Ele lembra que a política do aumento real foi resgatada no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Agora houve a volta do balização real, um pouco menor, o que é ainda importante, mesmo que menor”, ​​diz.


São Paulo (SP), 18/03/2025 - O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, conhecido como Juruna, participa do ato das centrais sindicais pela redução da taxa selic em frente ao prédio do Banco Central, na avenida Paulista. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
São Paulo (SP), 18/03/2025 - O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, conhecido como Juruna, participa do ato das centrais sindicais pela redução da taxa selic em frente ao prédio do Banco Central, na avenida Paulista. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, lembra que o salário mínimo é instrumento de distribuição de renda – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Para Ariovaldo de Camargo, secretário de Administração e Finanças da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o salário mínimo “para os trabalhadores da ativa é um colchão, um referencial importante, mas aquém do necessário”.

Camargo defende que é preciso que haja uma política de recuperação “mais acelerada” e que o reajuste real se torne uma política de Estado e não apenas de governo.

“Após o golpe de 2016 [que tirou Dilma Rousseff do poder]quando falamos seis anos sem ter regulamentado acima da inflação, em alguns momentos até abaixo, foi uma política descontinuada, podemos dizer”, avalia.

De acordo com Ariovaldo, “é preciso criar um mecanismo que seja permanente, que não seja política de governo, mas de Estado, para que possamos ter uma recuperação do salário mínimo de forma perene”.


Rio de Janeiro - O presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil, Ronaldo Leite, fala durante lançamento da campanha de apoio às empresas públicas, Se é público é para todos (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Rio de Janeiro - O presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil, Ronaldo Leite, fala durante lançamento da campanha de apoio às empresas públicas, Se é público é para todos (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil, Ronaldo Leite, diz que o salário mínimo é uma garantia fundamental para os trabalhadores – Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Ronaldo Leite, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, também comemora a importância do salário mínimo. “É uma garantia fundamental para os trabalhadores. O fato de ter um piso constitucional garante minimamente o poder de compra da classe trabalhadora”.

Leite ressalta que o governo Lula trouxe de volta uma política de valorização do salário mínimo, que permite reajustes acima da inflação, mas confirma que houve uma desvalorização ao longo dos anos. “O salário mínimo perdeu boa parte de seu poder de compra em comparação a quando foi instituído. O Dieese calcula que o valor ideal atualmente estaria em R$ 7.106,83. A CTB defende a manutenção e ampliação da política de valorização do salário mínimo para garantir à classe trabalhadora a melhoria das condições de vida”.

Juruna, da Força Sindical, tem um pensamento parecido com o de Leite. Para ele, é necessário “fortalecer as campanhas salariais, puxando pisos e ajudar a aumentar o consumo interno e a aumentar o PIB e afins. Sindicatos e trabalhadores têm de buscar o crescimento do país”.

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