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Incêndio no Shopping Tijuca: documentos revelaram que funcionários mortos alertaram sobre riscos na loja no subsolo

Redação Por Redação
7 de janeiro de 2026
Em Notícias
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Incêndio no Shopping Tijuca: documentos revelaram que funcionários mortos alertaram sobre riscos na loja no subsolo
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Incêndio no Shopping Tijuca: documentos revelaram que funcionários mortos alertaram sobre riscos na loja no subsolo
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Incêndio no Shopping Tijuca: documentos revelam que funcionários mortos alertaram sobre riscos na loja no subsolo Seis dias antes do incêndio que atingiu o Shopping Tijuca, na Zona Norte do Rio e matou duas pessoas, deixando outras três feridas, já havia alertas sobre possíveis riscos de incêndio na loja Bell’art, localizada no subsolo, onde o fogo começou. Documentos e e-mails que já estão em posse da polícia indicam que Anderson Aguiar do Prado, supervisor de segurança do shopping, e a brigadista Emellyn Silva, que morreram no incêndio, identificaram diversas irregularidades. A existência do documento foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pela TV Globo. No dia 27 de dezembro, às 8h39, Anderson invejou um e-mail para outra pessoa do shopping: “Boa noite! Em vistoria realizada nas casas de máquinas e estoques da Loja Bell’Art foi verificada que algumas irregularidades (fiação exposta, empilhamento inadequado, sistema de detecção do mezanino) permanecem. O descoberto em atender às normas de segurança pode resultar em acidentes graves de incêndio.” Cerca de uma hora depois, esse mesmo funcionário respondeu: “Time, boa noite! Após diversas tentativas de contato, inclusive notificações com formalmente entregues, a situação da Bell’Art permanece crítica, conforme evidenciado no anexo encaminhado.” Defesa Civil interdita subsolo e 17 lojas do térreo do Shopping Tijuca após incêndio No dia 29 de dezembro, os riscos foram informados novamente à loja: “Por gentileza, peço apoio de vocês quanto a dívida tratativa e solução imediata vide o risco.” 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Na terça-feira, a polícia iniciou uma perícia no local, que não pôde ser concluída: a temperatura no interior da loja ainda estava em cerca de 70 graus. Risco de incêndio potencializado, documento mostrado Veja como ocorreu o subsolo do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas relatório Divulgação Corpo de Bombeiros Um detalhado, feito por Emellyn e Anderson reportava uma série de riscos para um incêndio a partir do estabelecimento: “As casas de exploradas estão localizadas como estoques e os locais de armazenamento de produtos estão abarrotados de mercadorias. além de desorganizados, estão acima dos shows automáticos (Spk)”. O documento cita que a loja não tem chuveiros automáticos e as sinalizações ficaram obstruídas. Outro trecho aponta problemas graves no estoque: “Espaço sendo utilizado como estoque de travesseiros e com fiações presas com fita isolante no MDF (material que, geralmente, leva resina e outros componentes químicos em sua estrutura), detector de fumaça desmontado e extensão de três tomadas.” Os documentos também registram que as luzes de emergência, cruciais para casos de evacuação, estavam soltas, e que “a área em que ficam os diques e as bombas de transporte tinham material combustível, como madeiras e plástico” Problemas identificados em dezembro Uma vistoria feita em dezembro de 2024 no Shopping Tijuca apontou irregularidades na prevenção a incêndios da Bell’art. Os técnicos do shopping apontaram problemas como: Pendência elétrica Ausência de detectores no mezanino, que era utilizada como depósito Caixas empilhadas muito próximas aos sprinnklers, equipamentos contra incêndio O prazo dado para a resolução dos problemas da loja foi de três dias. Subsolo e 17 lojas do térreo interditadas A Polícia faz perícia para apurar causas de incêndio no Shopping Tijuca Na segunda-feira (5), a Defesa Civil Municipal interditou totalmente o subsolo e parte do térreo do Shopping Tijuca após vistoria técnica. A liberação para a inspeção ocorreu depois da conclusão de uma etapa do trabalho de rescaldo do Corpo de Bombeiros. Segundo o órgão, não há risco de desabamento do prédio. De acordo com a Defesa Civil, foi identificado risco estrutural no mezanino da loja atingida pelo incêndio, além de perigo de queda de revestimentos internos e deslocamento de partes do teto e do piso. “O subsolo do shopping foi totalmente interditado devido à falta de condições para a permanência no local. Já no térreo, 17 lojas da lateral esquerda, localizadas entre a entrada principal na Avenida Maracanã e a Tok Stok, foram interditadas após o calor do fogo deformar o piso”, informou o órgão. O incêndio começou em uma loja no subsolo. Funcionários relataram cheiro forte e fumaça por volta das 18h30, e clientes foram retirados do prédio. A brigadista Emellyn Silva Aguiar Menezes morreu em um incêndio no Shopping Tijuca nesta sexta-feira (2). Reprodução O que dizem os citados Nota do Shopping Tijuca: “O Shopping está em estreita colaboração com todas as autoridades, colocando-se à disposição para contribuir com as investigações e fornecer toda a documentação e informações fornecidas à apuração das causas do incêndio. O relatório em questão foi corrigido no dia 27 de dezembro, quando a Bell’Art tomou ciência das orientações, e uma segunda notificação foi enviada aos proprietários dois dias depois. As apontadas eram de natureza operacional e passíveis de rápida implementação pelo lojista. Não cabe ao Shopping antecipar conclusões sobre as causas do incêndio ou sobre sua propagação, razão pela qual esse e outros documentos e informações relevantes estão sendo integralmente compartilhados com as autoridades responsáveis pela investigação O RJ2 não obteve retorno da Bell’Art.
Incêndio no Shopping Tijuca: documentos revelam que funcionários mortos alertaram sobre riscos na loja no subsolo Seis dias antes do incêndio que atingiu o Shopping Tijuca, na Zona Norte do Rio e matou duas pessoas, deixando outras três feridas, já havia alertas sobre possíveis riscos de incêndio na loja Bell’art, localizada no subsolo, onde o fogo começou. Documentos e e-mails que já estão em posse da polícia indicam que Anderson Aguiar do Prado, supervisor de segurança do shopping, e a brigadista Emellyn Silva, que morreram no incêndio, identificaram diversas irregularidades. A existência do documento foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pela TV Globo. No dia 27 de dezembro, às 8h39, Anderson invejou um e-mail para outra pessoa do shopping: “Boa noite! Em vistoria realizada nas casas de máquinas e estoques da Loja Bell’Art foi verificada que algumas irregularidades (fiação exposta, empilhamento inadequado, sistema de detecção do mezanino) permanecem. O descoberto em atender às normas de segurança pode resultar em acidentes graves de incêndio.” Cerca de uma hora depois, esse mesmo funcionário respondeu: “Time, boa noite! Após diversas tentativas de contato, inclusive notificações com formalmente entregues, a situação da Bell’Art permanece crítica, conforme evidenciado no anexo encaminhado.” Defesa Civil interdita subsolo e 17 lojas do térreo do Shopping Tijuca após incêndio No dia 29 de dezembro, os riscos foram informados novamente à loja: “Por gentileza, peço apoio de vocês quanto a dívida tratativa e solução imediata vide o risco.” 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Na terça-feira, a polícia iniciou uma perícia no local, que não pôde ser concluída: a temperatura no interior da loja ainda estava em cerca de 70 graus. Risco de incêndio potencializado, documento mostrado Veja como ocorreu o subsolo do Shopping Tijuca três dias após incêndio que matou duas pessoas relatório Divulgação Corpo de Bombeiros Um detalhado, feito por Emellyn e Anderson reportava uma série de riscos para um incêndio a partir do estabelecimento: “As casas de exploradas estão localizadas como estoques e os locais de armazenamento de produtos estão abarrotados de mercadorias. além de desorganizados, estão acima dos shows automáticos (Spk)”. O documento cita que a loja não tem chuveiros automáticos e as sinalizações ficaram obstruídas. Outro trecho aponta problemas graves no estoque: “Espaço sendo utilizado como estoque de travesseiros e com fiações presas com fita isolante no MDF (material que, geralmente, leva resina e outros componentes químicos em sua estrutura), detector de fumaça desmontado e extensão de três tomadas.” Os documentos também registram que as luzes de emergência, cruciais para casos de evacuação, estavam soltas, e que “a área em que ficam os diques e as bombas de transporte tinham material combustível, como madeiras e plástico” Problemas identificados em dezembro Uma vistoria feita em dezembro de 2024 no Shopping Tijuca apontou irregularidades na prevenção a incêndios da Bell’art. Os técnicos do shopping apontaram problemas como: Pendência elétrica Ausência de detectores no mezanino, que era utilizada como depósito Caixas empilhadas muito próximas aos sprinnklers, equipamentos contra incêndio O prazo dado para a resolução dos problemas da loja foi de três dias. Subsolo e 17 lojas do térreo interditadas A Polícia faz perícia para apurar causas de incêndio no Shopping Tijuca Na segunda-feira (5), a Defesa Civil Municipal interditou totalmente o subsolo e parte do térreo do Shopping Tijuca após vistoria técnica. A liberação para a inspeção ocorreu depois da conclusão de uma etapa do trabalho de rescaldo do Corpo de Bombeiros. Segundo o órgão, não há risco de desabamento do prédio. De acordo com a Defesa Civil, foi identificado risco estrutural no mezanino da loja atingida pelo incêndio, além de perigo de queda de revestimentos internos e deslocamento de partes do teto e do piso. “O subsolo do shopping foi totalmente interditado devido à falta de condições para a permanência no local. Já no térreo, 17 lojas da lateral esquerda, localizadas entre a entrada principal na Avenida Maracanã e a Tok Stok, foram interditadas após o calor do fogo deformar o piso”, informou o órgão. O incêndio começou em uma loja no subsolo. Funcionários relataram cheiro forte e fumaça por volta das 18h30, e clientes foram retirados do prédio. A brigadista Emellyn Silva Aguiar Menezes morreu em um incêndio no Shopping Tijuca nesta sexta-feira (2). Reprodução O que dizem os citados Nota do Shopping Tijuca: “O Shopping está em estreita colaboração com todas as autoridades, colocando-se à disposição para contribuir com as investigações e fornecer toda a documentação e informações fornecidas à apuração das causas do incêndio. O relatório em questão foi corrigido no dia 27 de dezembro, quando a Bell’Art tomou ciência das orientações, e uma segunda notificação foi enviada aos proprietários dois dias depois. As apontadas eram de natureza operacional e passíveis de rápida implementação pelo lojista. Não cabe ao Shopping antecipar conclusões sobre as causas do incêndio ou sobre sua propagação, razão pela qual esse e outros documentos e informações relevantes estão sendo integralmente compartilhados com as autoridades responsáveis pela investigação O RJ2 não obteve retorno da Bell’Art.[/gpt3]

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