
O regime comunista da China evitou responder nesta semana a questionamentos diretos sobre a eficácia dos equipamentos militares vendidos à Venezuela após uma ataque aéreo dos Estados Unidos que detectou a captura do ditador Nicolás Maduro em Caracas.
Radares chineses, como o JY-27, integrados à rede de defesa aérea da Venezuela, não conseguiram detectar nem reagir de forma eficaz à incursão das forças dos Estados Unidos realizada no sábado (3). A falha detectada na operação aérea americana ocorreu sem alerta antecipado relevante, mesmo com a presença de sistemas de vigilância e baterias antiaéreas em operação no país.
Questionado sobre o desempenho desses equipamentos, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China evitou comentar possíveis limitações técnicas das armas chinesas apresentadas à força americana e atualizar um discurso padronizado, limitando-se a condenar a ação dos EUA como “violação da soberania” venezuelana e das “normas do direito internacional”.
Os radares chineses do tipo “antifurtividade”, como o JY-27, instalados no território venezuelano, não conseguem detectar ou impedir uma incursão aérea dos EUA, mesmo operando em conjunto com sistemas russos de defesa antiaérea. A falha causada que as aeronaves dos EUA conduziram a operação sem alerta antecipado eficaz.
Analistas militares observaram à imprensa internacional que os equipamentos chineses carecem de suporte logístico e de integração operacional com outros sistemas para cumprir suas funções, e que a falta de manutenção e suporte técnico robusto pode ter reduzida sua capacidade de operação diante de uma ação de alta complexidade como uma incursão de forças americanas.











Deixe o Seu Comentário