Duas ausências confirmadas: o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) não participaram dos atos alusivos ao 8 de janeiro, em Brasília. Em crise com o governo federal, as cabeças das casas legislativas não prestigiarão as solenidades, em um dia em que é esperado que Lula oficialize o veto ao projeto de lei da dosimetria.
O ato é organizado em uma parada de dados na capital federal, em pleno recesso legislativo. Por meio de sua assessoria de comunicação, ambos alegaram compromissos anteriores. Alcolumbre está em sua base eleitoral, no estado do Amapá. Motta não especificou o motivo de não comparecimento. O jornal O Estado de S.Paulo apurou com o círculo próximo de Motta que ele considera o 8 de janeiro uma “pauta do PT” e que “estimula a polarização”.
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O governo anunciou que promoverá uma cerimônia alusiva aos atos de 8 de janeiro de 2023 nesta semana, às 10h, no Palácio do Planalto e em uma área externa ao local. O ato, que vem sendo realizado desde o dia da invasão ao centro administrativo, contará com a presença do petista, de aliados, autoridades e entidades representativas da sociedade.
O comunicado que confirmou a realização da cerimônia não detalhou que autoridades foram convidadas, mas se esperava a presença, pelo menos, de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ainda não há confirmação da presença do presidente, ministro Edson Fachin, mas Gilmar Mendes e Cármen Lúcia deveriam comparecer.
“O evento, promovido no Salão Nobre do Palácio do Planalto, também prevê atividade na área externa, e contará com a participação de diversas autoridades e de representantes da sociedade civil”, afirma a nota do Palácio do Planalto.











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