
O presidente dos EUA, Donald Trump, fez um pronunciamento na tarde deste sábado (3), em sua residência na Flórida, para comemorar o sucesso do ataque americano à Venezuela. Ele afirmou que os EUA governarão o país sul-americano até que um novo governo assuma o comando do país.
“Vamos governar o país até que possamos fazer uma transição segura, adequada e criteriosa”, disse Trump, explicando que as forças armadas dos EUA estavam prontas para realizar uma segunda onda de ataques, “muito maior”, se isso fosse necessário.
O tom foi de celebrar e elogio patriótico à ação, afirmando que os EUA “recuperaram o respeito”. Ele lembrou, em especial, o fracasso militar americano no Afeganistão, um legado do rival democrata, o ex-presidente Joe Biden.
“Nenhuma nação pode conquistar o que os EUA conquistaram recentemente”, declarou o presidente americano, mencionando as ações contra Qassem Soleimani (2020), militar iraniano morto no Iraque e Abu Bakr al-Baghdadi (2019), militar iraquiano morto na Síria.
Trump ações militares “não tão bem sucedidas”, citando especialmente a intervenção no Afeganistão. A operação militar dos EUA naquele país terminou com uma retirada considerada negativa para a imagem da nação, resultando na retomada do poder pela ditadura islâmica do Talibã. A retirada do Afeganistão foi determinada pela administração democrata de Joe Biden.
Ele afirmou que a “dominância dos EUA” não será mais questionada após as ações militares deste sábado. “A dominância dos EUA nunca mais será questionada, isso nunca mais acontecerá”, anunciava.
Trump ainda anunciou outros terroristas de outros lugares do mundo, dizendo que o que aconteceu com Nicolas Maduro, que foi capturado e levado a um tribunal, poderá acontecer com outros. “Foi um ataque pela soberania e pela justiça”, disse.











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