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‘Gangue da bike’: ladrões usam bicicletas no ataque às vítimas no Leme e em Copacabana

Redação Por Redação
23 de dezembro de 2025
Em Notícias
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‘Gangue da bike’: ladrões usam bicicletas no ataque às vítimas no Leme e em Copacabana
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



‘Gangue da bike’: ladrões usam bicicletas no ataque às vítimas no Leme e em Copacabana
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‘Gangue da bicicleta’: ladrões usam bicicletas em ataques no Leme e em Copacabana Criminosos em bicicletas estão atacando na orla de Copacabana e do Leme, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Imagens de câmeras de segurança mostram que as ações duram poucos segundos e seguem sempre o mesmo padrão: abordagem rápida, arrancada de cordões e fuga pelas ruas transversais. Mas há casos ainda de agressões durante as abordagens. Um dos flagrantes, registrado em Copacabana, mostra um homem de bicicleta passando pela vítima e puxando um cordão do pescoço. A ação é tão rápida que só é possível perceber o roubo ao rever as imagens em câmera lenta. Em outro caso, no Leme, 2 homens roubaram um cordão avaliado em R$ 25 mil. A vítima ainda tentou correr atrás dos crimes, mas não conseguiu alcançá-los. Em um 3º flagrante, uma mulher tem um colar avaliado em R$ 16 mil arrancado enquanto caminhava pela orla. Testemunhas dizem que os ladrões observam as vítimas antes do ataque. “Se aproximam da vítima, observam e aí dão o ‘bote’. Arrancam o cordão, saem fáceis, escapam fácil de bicicleta, entram nas ruas transversais e desaparecem”, relatou uma moradora. Uma das vítimas contada por telefone como foi abordada. “Eu senti um soco na nuca. Ele foi muito violento, pegou o meu colar e o meu fone em que eu estava ouvindo música. E saí de bicicleta muito tranquilamente, devagar, como se nada tivesse acontecido”, disse. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Homem foge de bicicleta após arrancar cordão Reprodução/TV Globo Adolescentes também são atacados A violência não atinge apenas adultos. O filho de Wendell Moura, de 13 anos, também foi alvo do grupo e chegou a ser agredido. “Eles têm uma atitude muito covarde: além de roubarem, eles machucam”, afirmou o pai. Segundo Wendell, o adolescente foi imobilizado durante o ataque. “Enforcaram ele, grudaram ele na parede, deram um soco no abdômen dele, puxaram o celular, pegaram a sacolinha que ele tem com cartão de crédito e o dinheiro do lanche da escola”, contornou. Horário preferido Moradores dizem que as infrações costumam agir bem cedo, pela manhã, quando a praia ainda está um pouco movimentada. O horário coincide com a troca de turno do patrulhamento e com o momento em que os turistas costumam sair dos hotéis. “Como a praia, o lugar é mais vazio e tem mais turistas. Eles focam nos turistas, é claro. Eu já vi mais de meia dúzia de casos acontecerem assim no período da manhã, antes das 9h”, disse outra testemunha. Dados e subnotificação De acordo com o batalhão da Polícia Militar responsável por Copacabana e Leme, só no mês de outubro foram registrados 15.499 furtos na área, número 5% maior do que no mesmo mês do ano passado. Já os roubos caíram de cerca de 10 mil para 7 mil no período. Para o presidente da Associação de Moradores de Copacabana, Horácio Magalhães, os números podem ser ainda maiores. “Há que se levar em consideração o fato de haver muita subnotificação. Muitas pessoas optam por não registrar. O que também é muito ruim, na medida em que isso dificulta o trabalho principalmente da polícia civil de fazer diligências para buscar identificar essas gangues”, afirmou. Casos anteriores A preocupação dos moradores aumentou após episódios graves registrados nos últimos anos. Em 2023, uma idosa de 72 anos morreu depois de ser atacada em Copacabana. A violência deixou o cordão com tanta força que a vítima caiu, bateu a cabeça no chão e não resistiu. Moradores também relatam impactos psicológicos. “Inclusive tem senhoras que já foram assaltadas, que moram aqui em Copacabana, que ficaram 6 meses sem sair de casa por causa de síndrome de pânico. A violência não é só física, é também mental”, disse o morador William Correia. O que dizem às autoridades A Polícia Civil disse que investiga os assaltos e que trabalha com a PM para combater esses furtos. Já a Polícia Militar disse que a patrulha está reforçada tanto no calçadão quanto nas ruas internas da região. Homens de bicicleta atacam em Copacabana Reprodução/TV Globo
‘Gangue da bicicleta’: ladrões usam bicicletas em ataques no Leme e em Copacabana Criminosos em bicicletas estão atacando na orla de Copacabana e do Leme, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Imagens de câmeras de segurança mostram que as ações duram poucos segundos e seguem sempre o mesmo padrão: abordagem rápida, arrancada de cordões e fuga pelas ruas transversais. Mas há casos ainda de agressões durante as abordagens. Um dos flagrantes, registrado em Copacabana, mostra um homem de bicicleta passando pela vítima e puxando um cordão do pescoço. A ação é tão rápida que só é possível perceber o roubo ao rever as imagens em câmera lenta. Em outro caso, no Leme, 2 homens roubaram um cordão avaliado em R$ 25 mil. A vítima ainda tentou correr atrás dos crimes, mas não conseguiu alcançá-los. Em um 3º flagrante, uma mulher tem um colar avaliado em R$ 16 mil arrancado enquanto caminhava pela orla. Testemunhas dizem que os ladrões observam as vítimas antes do ataque. “Se aproximam da vítima, observam e aí dão o ‘bote’. Arrancam o cordão, saem fáceis, escapam fácil de bicicleta, entram nas ruas transversais e desaparecem”, relatou uma moradora. Uma das vítimas contada por telefone como foi abordada. “Eu senti um soco na nuca. Ele foi muito violento, pegou o meu colar e o meu fone em que eu estava ouvindo música. E saí de bicicleta muito tranquilamente, devagar, como se nada tivesse acontecido”, disse. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Homem foge de bicicleta após arrancar cordão Reprodução/TV Globo Adolescentes também são atacados A violência não atinge apenas adultos. O filho de Wendell Moura, de 13 anos, também foi alvo do grupo e chegou a ser agredido. “Eles têm uma atitude muito covarde: além de roubarem, eles machucam”, afirmou o pai. Segundo Wendell, o adolescente foi imobilizado durante o ataque. “Enforcaram ele, grudaram ele na parede, deram um soco no abdômen dele, puxaram o celular, pegaram a sacolinha que ele tem com cartão de crédito e o dinheiro do lanche da escola”, contornou. Horário preferido Moradores dizem que as infrações costumam agir bem cedo, pela manhã, quando a praia ainda está um pouco movimentada. O horário coincide com a troca de turno do patrulhamento e com o momento em que os turistas costumam sair dos hotéis. “Como a praia, o lugar é mais vazio e tem mais turistas. Eles focam nos turistas, é claro. Eu já vi mais de meia dúzia de casos acontecerem assim no período da manhã, antes das 9h”, disse outra testemunha. Dados e subnotificação De acordo com o batalhão da Polícia Militar responsável por Copacabana e Leme, só no mês de outubro foram registrados 15.499 furtos na área, número 5% maior do que no mesmo mês do ano passado. Já os roubos caíram de cerca de 10 mil para 7 mil no período. Para o presidente da Associação de Moradores de Copacabana, Horácio Magalhães, os números podem ser ainda maiores. “Há que se levar em consideração o fato de haver muita subnotificação. Muitas pessoas optam por não registrar. O que também é muito ruim, na medida em que isso dificulta o trabalho principalmente da polícia civil de fazer diligências para buscar identificar essas gangues”, afirmou. Casos anteriores A preocupação dos moradores aumentou após episódios graves registrados nos últimos anos. Em 2023, uma idosa de 72 anos morreu depois de ser atacada em Copacabana. A violência deixou o cordão com tanta força que a vítima caiu, bateu a cabeça no chão e não resistiu. Moradores também relatam impactos psicológicos. “Inclusive tem senhoras que já foram assaltadas, que moram aqui em Copacabana, que ficaram 6 meses sem sair de casa por causa de síndrome de pânico. A violência não é só física, é também mental”, disse o morador William Correia. O que dizem às autoridades A Polícia Civil disse que investiga os assaltos e que trabalha com a PM para combater esses furtos. Já a Polícia Militar disse que a patrulha está reforçada tanto no calçadão quanto nas ruas internas da região. Homens de bicicleta atacam em Copacabana Reprodução/TV Globo[/gpt3]

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