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'Rei do Bolero', Lindomar Castilho ganhou fama com o sucesso 'Você É Doida Demais'

Redação Por Redação
20 de dezembro de 2025
Em Celebridade, Celebridades, Cinema, Entretenimento, Eventos, Famosos, Música, TV e Cinema
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'Rei do Bolero', Lindomar Castilho ganhou fama com o sucesso 'Você É Doida Demais'
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Capa de disco de Lindomar Castilho Divulgação O cantor Lindomar Castilho, considerado um dos nomes mais emblemáticos da música brega brasileira, morreu neste sábado (20), aos 85 anos. A informação foi divulgada pela filha do artista, Lili De Grammont, em publicação nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada. Conhecido como o “Rei do Bolero”, Lindomar marcou presença nos anos 1970, quando se tornou um dos maiores vendedores de discotecas do país. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Sua voz dramática deu vida a boleros e sambas-canção, entre eles “Você É Doida Demais”, que se tornou tema de abertura da série Os Normais, exibida pela TV Globo entre 2001 e 2003. O sucesso consolidou a fama do cantor. A trajetória do artista, no entanto, foi marcada por um crime brutal. Em 1981, Lindomar matou os tiros de sua segunda esposa, também cantora, durante uma apresentação em São Paulo. Condenado a 12 anos de prisão, cumpriu parte da pena e deixou a cadeia nos anos 1990 (leia mais abaixo). Castilho voltou à música por um período e lançou um álbum ao vivo em 2000, mas aos poucos se levaram da vida artística e passaram a viver de forma reservada. Em 2012, o cantor declarou, em entrevista ao g1, que havia “cansado de ser cantor”. “Eu não sou mais nada”, afirmou. Diferente de outros nomes da música brega, aposentou o microfone, perdeu o prazer de cantar e passou a ter a Bíblia como companhia. Segundo ele, ainda recebia “algum dinheiro” com direitos autorais e venda de discos, mas já não tinha interesse nem espaço no meio musical. Assassinato da esposa Em 1981, Lindomar Castilho assassinou sua ex-mulher, a também cantora Eliane de Grammont, em um bar na zona sul de São Paulo. Ao g1, ele disse ser arrependimento “todos os dias”. “É um massacre isso. É lógico que eu me arrependo todos os dias. A gente comete coisas em momentos que estão fora de si”, afirmou. Na época, cumpriu dois anos de pena na capital paulista e depois foi transferido para um presídio em Goiás. Além de compor um CD de inéditas atrás das notas – “Muralhas da solidão”, lançado em 1985 e um dos poucos em que assinam a maioria das canções –, ele passou os sete anos preso dando aulas de música e violão aos detentos. “Eu ainda fazia muito sucesso naquela época, e o interesse nas aulas era grande. Comecei com a escolinha em São Paulo, mas o diretor do presídio de Goiânia gostou da ideia. Tinha três turmas e dava aulas de segunda à sexta-feira. Era um colapso, foi muito positivo.” Homenagem Na publicação nas redes sociais, Lili De Grammont, filha de Castilho, fez um desabafo crítico e reflexivo. Ela afirmou que o pai “morreu em vida” ao matar a mãe e que o crime destruiu toda a família. “O que fica é: Somos finitos, nem melhores e nem piores do que o outro, não somos donos de nada e nem de ninguém, somos seres inacabados, que precisamos olhar pra dentro e buscar nosso melhor, estar perto de pessoas que nos ajudam a trazer a beleza pra fora e isso inclui aceitarmos nossa vulnerabilidade”, escreveu. “Assim me despeço do meu pai”, concluiu, “com a consciência de que a minha parte foi feita — com dor, sim, mas com todo o amor que aprendi a sentir e expressar nesta vida”. Lindomar Castilho, durante novo depoimento. Ele matou a mulher, a também cantora Eliane de Grammont, em 30 de março de 1981, depois de atirar contra ela no interior de um bar onde ela se apresentava. ESTADÃO CONTEÚDO

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