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Menção a Lulinha em relatório da PF: vínculo com empresária

Redação Por Redação
19 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Menção a Lulinha em relatório da PF: vínculo com empresária
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com


Como primeiras menções ao nome de Fábio Luís da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Lulinha, no âmbito das investigações sobre as fraudes no INSS surgiu a partir de sua relação de amizade com a empresária Roberta Luchsinger. A ligação entre os dois apareceu nos relatórios da Polícia Federal no momento em que as investigações avançaram sobre o círculo de relações pessoais e profissionais de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

Lulinha não é investigado pela Polícia Federal em caso de fraude no INSS e não há provas documentais conclusivas sobre seu envolvimento com Antunes. UM Gazeta do Povo tenta, há pelo menos três semanas, contato com Lulinha e sua defesa, mas sem sucesso. O espaço segue aberto às manifestações.

Diante disso, a CPMI do INSS, instalada para investigar o esquema bilionário de fraudes em descontos indevidos aplicados a aposentados e pensionistas, é alvo de uma disputa política que agora envolve o nome do filho mais velho de Lula. Na terça-feira (16), deputados da oposição acusaram os governistas de cegar Lulinha mesmo diante de possíveis evidências de uma viagem a Portugal que Lulinha teria feito com Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

A nova fase da Operação Sem Desconto investiga cinco pagamentos de R$ 300 mil feitos por Antunes a uma empresa de Roberta. Nos diálogos desenvolvidos pelo pesquisador, o empresário afirma que o destinatário dos valores seria “o filho do rapaz”, sem especificar a quem se referia.

Em uma das mensagens trocadas, a empresária tenta tranquilizar o Careca do INSS dizendo: “na época do Fábio falaram de Friboi, de um monte de coisa o (sic) maior… igual agora com você”. Apesar disso, até o momento, as investigações não revelaram se a pessoa citada é Fábio Luís da Silva.

Em 2015, Lulinha processou políticas por relacionamentosrem, sem provas, seu nome à Friboi, empresa controlada pela J&F, dos irmãos Wesley e Joesley Batista. O nome completo do filho de Lula não aparece na decisão e não é formalmente investigado.

Em 4 de dezembro, a CPMI do INSS tentou convocar Fábio para apurar o possível envolvimento dele no esquema, mas a base governamental conseguiu barrar o pedido. Após a nova fase da operação, os parlamentares do Novo, que fazem parte da CPMI do INSS, receberam um novo pedido de convocação de Lulinha.

O filho do presidente e o “Careca do INSS” fizeram viagens juntos para Portugal — uma delas teria sido na primeira aula de um voo de Guarulhos para Lisboa, em novembro de 2024, segundo depoimento à PF do ex-assessor de Antunes, Edson Claro.

Fábio Luís da Silva, de 50 anos, é o filho mais velho de Lula com a ex-primeira-dama Marisa Letícia, que morreu em 2017. Ele é formado em Ciências Biológicas pela Universidade Paulista, já chegou a trabalhar em um zoológico de São Paulo, mas virou empresário no setor de tecnologia. Segundo o portal MetrópolesLulinha vive na Espanha atualmente.

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Lula diz que filho será investigado se estiver “metido” em fraude do INSS

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou sobre as investigações relacionadas ao INSS e disse que todas as pessoas envolvidas no esquema de descontos ilegais do INSS deveriam ser investigadas. “É importante que haja seriedade para que as pessoas possam investigar todas as pessoas que estão envolvidas, todas as pessoas. Ninguém ficará livre. Se tiver filho meu metido nisso, ele será investigado”, disse Lula aos jornalistas nesta quinta (28).

O irmão de Lula, José Ferreira da Silva, o Frei Chico, também é citado nas investigações. Ele é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), uma das entidades investigadas pelos desvios indevidos.

Nesta segunda (16), o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, evitou falar sobre a citação ao filho de Lula no caso. “Eu não posso fulanizar e falar detalhes de investigações que não tenho detalhes”, disse Rodrigues durante encontro com jornalistas, informado o Poder360.

“Não basta uma pessoa ser mencionada para ser considerada investigada ou não investigada. Desconheço esse detalhe desse processo, creio que é um processo que ainda está sob sigilo. E que, infelizmente, surgiu essa possibilidade e que eu não posso comentar pelo sigilo da investigação”, acrescentou o chefe da PF.

Outro caso envolvendo o filho de Lula

O caso de maior repercussão foi a Operação Mapa da Mina, deflagrada em dezembro de 2019 como a 69ª fase da Operação Lava Jato. À época, o Ministério Público Federal (MPF) investigou repasses que somaram R$ 132 milhões — valor que a PF estimou em até R$ 193 milhões — a um grupo de uma empresa de tecnologia e jogos, entre 2004 e 2016.

Os sócios da empresa eram Fábio e os “donos oficiais” do sítio de Atibaia, pelo qual Lula foi condenado na Lava Jato. O MPF suspeitou de que uma empresa de tecnologia não tinha mão de obra ou ativos para realizar os serviços contratados, o que sugeria a existência de contratos de fachada para o pagamento de propinas.

Segundo os procuradores, havia suspeitas de que os contratos foram usados ​​para dissimular o pagamento de propinas. Desde o início, a defesa de Lulinha contestou a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba, argumentando que os fatos não possuíam relação com desvios na Petrobras e deveriam tramitar em São Paulo.

Além disso, os advogados denunciaram o vazamento de documentos sigilosos à imprensa, alegando abuso de autoridade e antecipação de culpa. No entanto, em 2020, a juíza Gabriela Hardt defendeu a publicidade do processo, citando a “magnitude” dos crimes e o interesse público.

O cenário mudou quando o Supremo Tribunal Federal (STF) tomou conhecimento da suspeita do ex-juiz Sergio Moro (União-PR), hoje senador, nos processos da operação. Como as quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático que embasaram o inquérito contra Lulinha foram autorizadas por Moro ou derivadas de suas decisões, foram declaradas provas ilícitas.

Em dezembro de 2021, o próprio MPF solicitou o arquivamento do caso, citando a decisão do STF. Ao receber o caso transferido para São Paulo, a juíza Fabiana Alves Rodrigues, da 10ª Vara Criminal Federal, acolheu o pedido. A magistrada destacou que, com a exclusão das provas anuladas, não restavam elementos indiciários que justificassem a continuidade das investigações. O caso foi arquivado definitivamente em janeiro de 2022.

Lulinha conseguiu indenização após ser chamado de “idiota”

Em março de 2024, a Justiça de São Paulo condenou um lobista a pagar indenização de aproximadamente R$ 32 mil (com correção e custos) por danos morais a Lulinha. Ele chamou o filho do presidente de “idiota” durante uma entrevista à revista Veja na véspera da eleição presidencial de 2006.

Durante uma conversa com o jornalista, o lobista se referiu a Fábio como “um idiota”, “uma decepção” e “um garoto que joga videogame”. As ofensas foram encontradas apenas na gravação, que foi entregue à Justiça pela publicação.

A primeira instância rejeitou o pedido de Lulinha, mas a 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reverteu a decisão em 2013. O caso transitou em julgado em setembro de 2023. Em seguida, a defesa do filho do presidente pediu que a sentença fosse cumprida.

Outro lado

Em outubro, quando ainda integrava a defesa de Lulinha, o advogado Marco Moreira de Carvalho disse à Gazeta do Povo que o filho de Lula não tem nenhuma relação com os fatos apurados na CPMI. Confira abaixo a nota enviada à reportagem daquela época.

“O advogado Marco Moreira de Carvalho, que representa Fábio Luiz Lula Silva, afirma que seu cliente não tem nenhuma relação direta ou indireta com os fatos que estão sendo apurados na CPMI do INSS. O advogado prossegue reiterando que Fábio tem sido vítima recorrente de ódio, intolerância e de mentiras que são propagadas nas redes e que atentam contra sua dignidade e atingem sua honra.

Indagado sobre o relacionamento de seu cliente com a empresária Roberta Luchsinger, o advogado afirma que são amigos, o que é motivo de alegria para ambos, que isso é público e que até onde se sabe ela própria não tem sido objeto de nenhuma investigação.

Em nota enviada ao jornal O Estado de S. Pauloa defesa de Roberta Luchsinger disse nesta quinta-feira (18) que a empresária “jamais teve qualquer relação com descontos do INSS” e afirmou que ela foi procurada por Antônio Camilo para atuar na regulação de empresas de canabidiol.

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