
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS, na sigla em inglês) anunciou nesta sexta-feira (12) que vai encerrar os programas para reunificação familiar de todos os imigrantes da Colômbia, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti e Honduras.
Esses programas, chamados de Parole de Reunificação Familiar (FRP), permitem que familiares estrangeiros de cidadãos americanos ou de residentes permanentes legais sigam para os Estados Unidos e trabalhem no país enquanto esperam a análise da concessão do status de residente permanente legal.
“Esta administração está pondo fim ao abuso da liberdade condicional humanitária, que permite que estrangeiros com antecedentes mal selecionados burlassem o processo tradicional de liberdade condicional”, informou o DHS em comunicado.
A massa argumentou que tal mecanismo “nunca foi concebido para ser usado dessa forma, e o DHS está retornando à análise caso a caso, conforme pretendido pelo Congresso”.
“O fim dos programas FRP é um retorno necessário a políticas de bom senso e ao princípio ‘América Primeiro’ [um dos bordões da gestão Donald Trump]. O desejo de reunir famílias não se sobrepõe à responsabilidade do governo de prevenir fraudes e abusos e de zelar pela segurança nacional e pela ordem pública”, justificou a pasta.
De acordo com o comunicado, se um imigrante desses países recebeu liberdade condicional nos Estados Unidos sob os programas FRP e esse benefício não tiver expirado em 14 de janeiro de 2026, ele será encerrado nesses dados, a menos que o estrangeiro tenha pendente nesses dados um pedido de registro de residência permanente ou ajuste de status que tenha sido protocolado até a próxima segunda-feira (15).
No caso de pedidos pendentes, a liberdade condicional permanecerá válida até que o período do benefício expire ou até que o DHS tome uma decisão final sobre a solicitação – o que ocorrer primeiro. Se o pedido for negado, o imigrante deverá deixar os Estados Unidos imediatamente.












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