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Cortes de Trump ameaçam fechar organizações humanitárias no Brasil em 2026

Redação Por Redação
6 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Cortes de Trump ameaçam fechar organizações humanitárias no Brasil em 2026
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Cortes de Trump ameaçam fechar organizações humanitárias no Brasil em 2026
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Cortes de Trump ameaçaram fechar organizações humanitárias no Brasil em 2026 “Nunca vivemos nada parecido com a história da Cáritas”, diz Aline Thuller, coordenadora do Programa de Atendimento a Refugiados da Cáritas-RJ. A organização existe há quase 50 anos, mas, para 2026, o futuro é incerto e há ameaça de encerramento das atividades. O impacto dos cortes da ajuda humanitária vinda dos Estados Unidos foi um baque na organização. E até a mesma Aline, que está na Cáritas há 18 anos, agora está sem salário. ✅ Clique aqui para acompanhar o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A Cáritas recebe recursos há mais de 40 anos do Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) e de outros projetos de financiamento menores. Os repasses de 2025 foram negociados desde o ano anterior, mas, em fevereiro, por conta dos cortes do governo norte-americano na nova gestão Trump, a organização foi comunicada que os cortes aconteceram já neste ano. O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma reunião de gabinete na Casa Branca em Washington REUTERS/Evelyn Hockstein Ao longo dos últimos meses, a Cáritas precisou acabar com um recurso de subsistência que era dado aos imigrantes que chegam ao país – um repasse para ajudar em situações emergenciais de alimentação, cuidados médicos e aluguel. Além disso, houve um atraso no início do curso de português oferecido gratuitamente pela instituição, e parte dos funcionários da Cáritas precisou ser cortado. De acordo com Pablo Mattos, oficial de Relações Governamentais da Acnur Brasil, os cortes a parceiros apoiados pela Acnur, como é o caso da Cáritas, foram necessários porque a própria agência da ONU sofreu uma redução de quase 25% do orçamento anual global – consequência dos cortes americanos, mas também de outros países europeus. Ainda de acordo com Mattos, a última vez que uma agência trabalhou com um orçamento inferior a US$ 4 bilhões (cerca de R$ 21,8 bilhões) foi cerca de 10 anos atrás, quando o número de deslocados à força era cerca da metade dos 120 milhões que existem hoje no mundo. “Estamos trazendo o número de pessoal da Acnur no Brasil, incluindo Roraima, e não conseguiremos apoiar cerca de 270 mil pessoas no Brasil que precisamriam de ajuda”, afirma. Ano após ano, o mundo vem batendo recorde no número de pessoas que são obrigadas a deixar suas casas por conta de respeito aos direitos humanos, conflitos e consequências do aquecimento global. Só neste ano, a Cáritas atendeu mais de 78 nacionalidades. “O trabalho como o nosso está em risco de fechar, não poque a gente não é mais necessário, muito pelo contrário. Mas é porque a gente está vivendo uma crise, que é uma crise de responsabilidade. Não é só uma crise financeira.” “O impacto é específico e bastante negativo. Eu diria até que devastador”, afirma o oficial de Relações Governamentais da Acnur Brasil. Acolhimento Idrissa Deme sabe disso. Deme veio para o Brasil para estudar depois de um convênio firmado pelo governo brasileiro e o país de origem dele, Burkina Faso, na África Ocidental. Ele chegou em 2013 e conheceu muitos outros imigrantes por aqui, e em situações de risco, fugindo de guerras e violências. “A ajuda que a Cáritas me deu não foi só uma questão de documentação, mas foi também o acolhimento. Imagine uma pessoa no Brasil sem documentos, sem falar a língua, sem ter onde morar. Como é que uma pessoa ia sobreviver como imigrante? Tem várias situações que eu posso contar que, talvez, se não tivesse tido a ajuda da Cáritas… eu não sei o que seria a vida dessas pessoas, por exemplo.” Cortes nos EUA e no mundo Elon Musk cumprimenta Javier Milei após ganhar motosserra de presente do presidente argentino Nathan Howard/Reuters Ao tomar posse como presidente dos Estados Unidos, em janeiro de 2020, Donald Trump colocou no governo o bilionário Elon Musk. O homem mais rico do mundo tinha como missão cortar gastos e empregos públicos – ou seja, enxugar a “máquina do Estado”, projeto de campanha que angariou muitos votos na eleição que Trump disputou contra Kamala Harris, em 2024. Musk chefiou o Doge, sigla em inglês para “Departamento de Eficiência Governamental”. Um dos principais alvos do órgão foi a USAid – o braço humanitário dos EUA e, até então, responsável por cerca de 40% do apoio global a programas sociais. Ao longo de 2025, houve uma série de cortes por causa das decisões de Musk. Com a virada do ano fiscal americano, que ocorreu em outubro, os últimos contratos da USAid foram finalizados e ele praticamente deixou de existir. Na esteira dos EUA, França, Reino Unido e Alemanha cortaram parte do apoio que ia para ajuda humanitária no mundo, enquanto aumentavam seus gastos em Defesa. Não por acaso, os países estão envolvidos na guerra da Ucrânia, apoiando com armas e transportes financeiros o presidente ucraniano, Volodymir Zelensky. Vulnerabilidade Outra instituição que também sofreu esses cortes foi a Casa 1, que fica no bairro do Bixiga, em São Paulo. O projeto existe desde 2017 e anunciou que fechará as portas em abril de 2026. O local é um centro de cultura e de acolhimento para pessoas LGBTQIA+. Iran Giusti, diretor institucional da Casa 1 explica o projeto, que, de um sonho pessoal, virou realidade. “Todas as pessoas podem ficar desabrigadas se você não tem uma rede familiar, de amigos, questões de saúde mental, álcool e droga, que te impedem uma vida plena. A grande questão é que quando a gente fala do recorte das pessoas LGBTQIAPN+, o Estado não dá conta de garantir a segurança e proteção dessas pessoas.” Para Giusti, além de serem expulsos de casa por sua orientação afetiva e sexual, essas pessoas chegam na rua e sofrem outras violências. O centro de acolhimento, então, se torna fundamental para garantir a sobrevivência desses grupos. Em conjunto com esse trabalho, a casa atende outros públicos, principalmente idosos que moram ao redor da região e participam de atividades no galpão do espaço, com temas como socioeducação, saúde metal, segurança alimentar: “Hoje vocês estão aqui no dia de um encontro dos idosos da UBS [Unidade Básica de Saúde] e que não são pessoas da comunidade LGBTQIAPN+”, conta. Giusti explica que projetos de diversidade já têm uma dificuldade muito grande de financiamento de maneira geral. Porém, a situação piorou com a eleição de Donald Trump, que é chamada de “primeiro baque” por ele. Questionado sobre se a ascensão do conservadorismo coloca também outras consequências na Casa 1, Giusti afirma que um dos maiores trabalhos da Casa 1 é estabelecer a existência e a importância do projeto – além de conviver diariamente com as violências que sofrem em comentários nas redes sociais, onde são consistentemente atacados. A gente é uma trincheira de uma guerra que está muito longe de acabar.”
Cortes de Trump ameaçaram fechar organizações humanitárias no Brasil em 2026 “Nunca vivemos nada parecido com a história da Cáritas”, diz Aline Thuller, coordenadora do Programa de Atendimento a Refugiados da Cáritas-RJ. A organização existe há quase 50 anos, mas, para 2026, o futuro é incerto e há ameaça de encerramento das atividades. O impacto dos cortes da ajuda humanitária vinda dos Estados Unidos foi um baque na organização. E até a mesma Aline, que está na Cáritas há 18 anos, agora está sem salário. ✅ Clique aqui para acompanhar o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A Cáritas recebe recursos há mais de 40 anos do Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) e de outros projetos de financiamento menores. Os repasses de 2025 foram negociados desde o ano anterior, mas, em fevereiro, por conta dos cortes do governo norte-americano na nova gestão Trump, a organização foi comunicada que os cortes aconteceram já neste ano. O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma reunião de gabinete na Casa Branca em Washington REUTERS/Evelyn Hockstein Ao longo dos últimos meses, a Cáritas precisou acabar com um recurso de subsistência que era dado aos imigrantes que chegam ao país – um repasse para ajudar em situações emergenciais de alimentação, cuidados médicos e aluguel. Além disso, houve um atraso no início do curso de português oferecido gratuitamente pela instituição, e parte dos funcionários da Cáritas precisou ser cortado. De acordo com Pablo Mattos, oficial de Relações Governamentais da Acnur Brasil, os cortes a parceiros apoiados pela Acnur, como é o caso da Cáritas, foram necessários porque a própria agência da ONU sofreu uma redução de quase 25% do orçamento anual global – consequência dos cortes americanos, mas também de outros países europeus. Ainda de acordo com Mattos, a última vez que uma agência trabalhou com um orçamento inferior a US$ 4 bilhões (cerca de R$ 21,8 bilhões) foi cerca de 10 anos atrás, quando o número de deslocados à força era cerca da metade dos 120 milhões que existem hoje no mundo. “Estamos trazendo o número de pessoal da Acnur no Brasil, incluindo Roraima, e não conseguiremos apoiar cerca de 270 mil pessoas no Brasil que precisamriam de ajuda”, afirma. Ano após ano, o mundo vem batendo recorde no número de pessoas que são obrigadas a deixar suas casas por conta de respeito aos direitos humanos, conflitos e consequências do aquecimento global. Só neste ano, a Cáritas atendeu mais de 78 nacionalidades. “O trabalho como o nosso está em risco de fechar, não poque a gente não é mais necessário, muito pelo contrário. Mas é porque a gente está vivendo uma crise, que é uma crise de responsabilidade. Não é só uma crise financeira.” “O impacto é específico e bastante negativo. Eu diria até que devastador”, afirma o oficial de Relações Governamentais da Acnur Brasil. Acolhimento Idrissa Deme sabe disso. Deme veio para o Brasil para estudar depois de um convênio firmado pelo governo brasileiro e o país de origem dele, Burkina Faso, na África Ocidental. Ele chegou em 2013 e conheceu muitos outros imigrantes por aqui, e em situações de risco, fugindo de guerras e violências. “A ajuda que a Cáritas me deu não foi só uma questão de documentação, mas foi também o acolhimento. Imagine uma pessoa no Brasil sem documentos, sem falar a língua, sem ter onde morar. Como é que uma pessoa ia sobreviver como imigrante? Tem várias situações que eu posso contar que, talvez, se não tivesse tido a ajuda da Cáritas… eu não sei o que seria a vida dessas pessoas, por exemplo.” Cortes nos EUA e no mundo Elon Musk cumprimenta Javier Milei após ganhar motosserra de presente do presidente argentino Nathan Howard/Reuters Ao tomar posse como presidente dos Estados Unidos, em janeiro de 2020, Donald Trump colocou no governo o bilionário Elon Musk. O homem mais rico do mundo tinha como missão cortar gastos e empregos públicos – ou seja, enxugar a “máquina do Estado”, projeto de campanha que angariou muitos votos na eleição que Trump disputou contra Kamala Harris, em 2024. Musk chefiou o Doge, sigla em inglês para “Departamento de Eficiência Governamental”. Um dos principais alvos do órgão foi a USAid – o braço humanitário dos EUA e, até então, responsável por cerca de 40% do apoio global a programas sociais. Ao longo de 2025, houve uma série de cortes por causa das decisões de Musk. Com a virada do ano fiscal americano, que ocorreu em outubro, os últimos contratos da USAid foram finalizados e ele praticamente deixou de existir. Na esteira dos EUA, França, Reino Unido e Alemanha cortaram parte do apoio que ia para ajuda humanitária no mundo, enquanto aumentavam seus gastos em Defesa. Não por acaso, os países estão envolvidos na guerra da Ucrânia, apoiando com armas e transportes financeiros o presidente ucraniano, Volodymir Zelensky. Vulnerabilidade Outra instituição que também sofreu esses cortes foi a Casa 1, que fica no bairro do Bixiga, em São Paulo. O projeto existe desde 2017 e anunciou que fechará as portas em abril de 2026. O local é um centro de cultura e de acolhimento para pessoas LGBTQIA+. Iran Giusti, diretor institucional da Casa 1 explica o projeto, que, de um sonho pessoal, virou realidade. “Todas as pessoas podem ficar desabrigadas se você não tem uma rede familiar, de amigos, questões de saúde mental, álcool e droga, que te impedem uma vida plena. A grande questão é que quando a gente fala do recorte das pessoas LGBTQIAPN+, o Estado não dá conta de garantir a segurança e proteção dessas pessoas.” Para Giusti, além de serem expulsos de casa por sua orientação afetiva e sexual, essas pessoas chegam na rua e sofrem outras violências. O centro de acolhimento, então, se torna fundamental para garantir a sobrevivência desses grupos. Em conjunto com esse trabalho, a casa atende outros públicos, principalmente idosos que moram ao redor da região e participam de atividades no galpão do espaço, com temas como socioeducação, saúde metal, segurança alimentar: “Hoje vocês estão aqui no dia de um encontro dos idosos da UBS [Unidade Básica de Saúde] e que não são pessoas da comunidade LGBTQIAPN+”, conta. Giusti explica que projetos de diversidade já têm uma dificuldade muito grande de financiamento de maneira geral. Porém, a situação piorou com a eleição de Donald Trump, que é chamada de “primeiro baque” por ele. Questionado sobre se a ascensão do conservadorismo coloca também outras consequências na Casa 1, Giusti afirma que um dos maiores trabalhos da Casa 1 é estabelecer a existência e a importância do projeto – além de conviver diariamente com as violências que sofrem em comentários nas redes sociais, onde são consistentemente atacados. A gente é uma trincheira de uma guerra que está muito longe de acabar.”[/gpt3]

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