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Vídeos mostram momento em que PM do Bope atira e mata Herus durante operação no Santo Amaro

Redação Por Redação
5 de dezembro de 2025
Em Notícias
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Vídeos mostram momento em que PM do Bope atira e mata Herus durante operação no Santo Amaro
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Vídeos mostram momento em que PM do Bope atira e mata Herus durante operação no Santo Amaro
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MPRJ denuncia dois PMs pelo homicídio qualificado de Herus Mendes no Santo Amaro, no Rio Vídeos das câmeras corporais dos PMs que participaram da operação que terminou com a morte de Herus Mendes, em junho deste ano no morro Santo Amaro, mostram o momento em que o homem foi baleado. O material foi obtido com exclusividade pelo g1 e pela TV Globo. Os vídeos e a análise dos acontecimentos levaram o Ministério Público ao denunciante do sargento Daniel Sousa da Silva e do tenente Felippe Carlos de Souza Martins por homicídio qualificado. “A transferência corporal de Herus Guimarães Mendes era inequivocamente compatível com a busca por abrigo e proteção, e não com qualquer ato de agressão ou ameaça”, diz a denúncia do MPRJ. Na denúncia do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), o MP diz que os policiais sabiam da perigosidade proximidade do local onde estavam os traficantes procurados e o ponto onde foi realizada a festa junina no morro Santo Amaro. Os promotores ainda discordam frontalmente do relatório da Delegacia de Homicídios da Capital, que diz que o Daniel agiu em legítima defesa putativa (quando age pensando que está sob uma ameaça que não é real). Herus Guimarães Mendes Reprodução O relatório diz que o policial levou dois segundos entre avisar ao jovem para que viesse ao seu encontro e atirar contra Herus, pensando que havia uma ameaça. No entanto, os vídeos mostram que, entre os gritos e os tiros, a duração é de um segundo. Segundo o MPRJ, a conclusão da Polícia Civil é “no mínimo inusitada”, e que as provas não corroboram a avaliação da DH de que um suposto movimento brusco de Herus poderia representar uma ameaça para o policial Daniel de Sousa, que atirou na vítima. De acordo com o Gaesp, o sargento Daniel Sousa da Silva assumiu o risco de matar quando disparos efetuosos de arma de fogo contra o rapaz. O policial foi denunciado por ter sido atirado e morto a vítima por ela ter feito menção de correr, além de estar desarmado e de costas para os agentes do Bope. Já o tenente Felippe Carlos de Souza Martins foi denunciado por homicídio qualificado por não ter interrompido a operação mesmo com a realização de uma festa junina no Santo Amaro naquela madrugada. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A defesa dos agentes do Bope afirmou que Daniel não tinha nenhuma intenção de matar a vítima. “Os policiais já tinham informações de que os traficantes estavam naquele local. Ao chegar à comunidade, foram fortemente atacados pelos criminosos. Não restou ao policial alternativa senão se defender e proteger sua patrulha. O Ponta 1 jamais teve a intenção de matar; ele apenas reagiu para defender a própria vida e a de sua patrulha”, explicou o advogado de defesa, Patrick Berriel. No relatório final da Delegacia de Homicídios, a Polícia Civil afirmou que o PM Sargento Daniel Sousa da Silva agiu em legítima defesa putativa (quando age pensando que está sob uma ameaça que não é real). Segundo a polícia, é um caso de exclusão de ilicitude, quando as circunstâncias não permitem a responsabilização penal do agente. Segundo a DH, o PM estava em uma área de intenso confronto, pediu que Herus fosse até ele e viu um objeto reluzente na mão direita do jovem, que era seu celular, em um cenário “caótico, hostil e típico de confronto armado”. De acordo com o relatório da Polícia Civil, nenhuma arma foi encontrada com a vítima, que não apresentava uma ameaça real. Imagens das câmeras comprovadas pela DH mostram que Herus estava no topo de uma escadaria, de casaco preto, capuz e short preto. O policial, por sua vez, estava em uma escada estreita, em posição de manobra e sem abrigo disponível, segundo a polícia. Uma câmera de um dos policiais registra o momento que um PM pergunta a outra se a vítima, caída na escada já agonizando, era “band”, referindo-se à palavra bandido. Não é possível ouvir a resposta do policial. Segundo o documento, Herus foi morto por um erro do sargento Daniel, “plenamente justificável pelas situações”. A vítima foi levada para o hospital por uma equipe do Bope.
MPRJ denuncia dois PMs pelo homicídio qualificado de Herus Mendes no Santo Amaro, no Rio Vídeos das câmeras corporais dos PMs que participaram da operação que terminou com a morte de Herus Mendes, em junho deste ano no morro Santo Amaro, mostram o momento em que o homem foi baleado. O material foi obtido com exclusividade pelo g1 e pela TV Globo. Os vídeos e a análise dos acontecimentos levaram o Ministério Público ao denunciante do sargento Daniel Sousa da Silva e do tenente Felippe Carlos de Souza Martins por homicídio qualificado. “A transferência corporal de Herus Guimarães Mendes era inequivocamente compatível com a busca por abrigo e proteção, e não com qualquer ato de agressão ou ameaça”, diz a denúncia do MPRJ. Na denúncia do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), o MP diz que os policiais sabiam da perigosidade proximidade do local onde estavam os traficantes procurados e o ponto onde foi realizada a festa junina no morro Santo Amaro. Os promotores ainda discordam frontalmente do relatório da Delegacia de Homicídios da Capital, que diz que o Daniel agiu em legítima defesa putativa (quando age pensando que está sob uma ameaça que não é real). Herus Guimarães Mendes Reprodução O relatório diz que o policial levou dois segundos entre avisar ao jovem para que viesse ao seu encontro e atirar contra Herus, pensando que havia uma ameaça. No entanto, os vídeos mostram que, entre os gritos e os tiros, a duração é de um segundo. Segundo o MPRJ, a conclusão da Polícia Civil é “no mínimo inusitada”, e que as provas não corroboram a avaliação da DH de que um suposto movimento brusco de Herus poderia representar uma ameaça para o policial Daniel de Sousa, que atirou na vítima. De acordo com o Gaesp, o sargento Daniel Sousa da Silva assumiu o risco de matar quando disparos efetuosos de arma de fogo contra o rapaz. O policial foi denunciado por ter sido atirado e morto a vítima por ela ter feito menção de correr, além de estar desarmado e de costas para os agentes do Bope. Já o tenente Felippe Carlos de Souza Martins foi denunciado por homicídio qualificado por não ter interrompido a operação mesmo com a realização de uma festa junina no Santo Amaro naquela madrugada. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A defesa dos agentes do Bope afirmou que Daniel não tinha nenhuma intenção de matar a vítima. “Os policiais já tinham informações de que os traficantes estavam naquele local. Ao chegar à comunidade, foram fortemente atacados pelos criminosos. Não restou ao policial alternativa senão se defender e proteger sua patrulha. O Ponta 1 jamais teve a intenção de matar; ele apenas reagiu para defender a própria vida e a de sua patrulha”, explicou o advogado de defesa, Patrick Berriel. No relatório final da Delegacia de Homicídios, a Polícia Civil afirmou que o PM Sargento Daniel Sousa da Silva agiu em legítima defesa putativa (quando age pensando que está sob uma ameaça que não é real). Segundo a polícia, é um caso de exclusão de ilicitude, quando as circunstâncias não permitem a responsabilização penal do agente. Segundo a DH, o PM estava em uma área de intenso confronto, pediu que Herus fosse até ele e viu um objeto reluzente na mão direita do jovem, que era seu celular, em um cenário “caótico, hostil e típico de confronto armado”. De acordo com o relatório da Polícia Civil, nenhuma arma foi encontrada com a vítima, que não apresentava uma ameaça real. Imagens das câmeras comprovadas pela DH mostram que Herus estava no topo de uma escadaria, de casaco preto, capuz e short preto. O policial, por sua vez, estava em uma escada estreita, em posição de manobra e sem abrigo disponível, segundo a polícia. Uma câmera de um dos policiais registra o momento que um PM pergunta a outra se a vítima, caída na escada já agonizando, era “band”, referindo-se à palavra bandido. Não é possível ouvir a resposta do policial. Segundo o documento, Herus foi morto por um erro do sargento Daniel, “plenamente justificável pelas situações”. A vítima foi levada para o hospital por uma equipe do Bope.[/gpt3]

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