Um levantamento do Instituto Real Time Big Data divulgado nesta quinta-feira (27) mostra que apenas o atual governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), aparece com larga vantagem na disputa por duas vagas ao Senado em 2026.
Ratinho Junior alcança 31% na consolidação das intenções de voto para a primeira e a segunda cadeira ao Senado, abrindo uma diferença mínima de 11 pontos percentuais para os concorrentes mais próximos, já considerando uma margem de erro de 3,0 pontos percentuais para mais ou para menos.
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Depois do governador, Cristina Graeml (União), Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL) aparecem em empate técnico. No cenário sem Ratinho, o páreo permace acirrado e os três continuam técnicos empatados na disputa por duas vagas.
A pesquisa mostra os interesses de voto de 1.200 entrevistados no estado. Em 2026 serão duas vagas do Paraná disponíveis para o Senado, o que deverá intensificar a competição entre os principais nomes da política local.
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O instituto Big Data em tempo real Disse aos entrevistados: Se as eleições fossem hoje, e os candidatos fossem estes, em quem o sr. (a) votaria para as duas vagas de Senador do Paraná? Foram dois cenários estimulados com primeiro e segundo voto, além da consolidação dos votos.
Ratinho Junior liderou o primeiro voto ao Senado pelo Paraná
Cenário 1 – Primeiro voto
- Ratinho Júnior (PSD): 41%
- Cristina Graeml (União): 13%
- Deltan Dallagnol (Novo): 10%
- Filipe Barros (PL): 10%
- Gleisi Hoffmann (PT): 12%
- Zeca Dirceu (PT): 7%
- Nulo/Branco: 4%
- Não sabe/Não respondeu: 3%
Em segundo voto, há empate técnico entre os nomes apresentados
Cenário 1 – Segundo voto
- Ratinho Júnior (PSD): 20%
- Cristina Graeml (União): 15%
- Deltan Dallagnol (Novo): 16%
- Filipe Barros (PL): 15%
- Zeca Dirceu (PT): 10%
- Gleisi Hoffmann (PT): 7%
- Nulo/Branco: 9%
- Não sabe/Não respondeu: 8%
Ratinho Junior mantém liderança em declarações dos votos
Cenário 1 – Consolidado
- Ratinho Júnior (PSD): 31%
- Cristina Graeml (União): 14%
- Deltan Dallagnol (Novo): 13%
- Filipe Barros (PL): 13%
- Gleisi Hoffmann (PT): 10%
- Zeca Dirceu (PT): 8%
- Nulo/Branco: 6%
- Não sabe/Não respondeu: 5%
No segundo cenário, Graeml, Dallagnol e Barros lideraram o empate técnico
Cenário 2 – Primeiro voto
- Cristina Graeml (União): 21%
- Deltan Dallagnol (Novo): 20%
- Filipe Barros (PL): 18%
- Gleisi Hoffmann (PT): 14%
- Zeca Dirceu (PT): 10%
- Alexandre Curi (PSD): 6%
- Nulo/Branco: 6%
- Não sabe/Não respondeu: 5%
Cenário 2 – Segundo voto
- Deltan Dallagnol (Novo): 19%
- Cristina Graeml (União): 18%
- Filipe Barros (PL): 18%
- Zeca Dirceu (PT): 11%
- Gleisi Hoffmann (PT): 10%
- Alexandre Curi (PSD): 9%
- Nulo/Branco: 9%
- Não sabe/Não respondeu: 6%
Cenário 2 – Consolidado
- Cristina Graeml (União): 20%
- Deltan Dallagnol (Novo): 20%
- Filipe Barros (PL): 18%
- Gleisi Hoffmann (PT): 12%
- Zeca Dirceu (PT): 10%
- Alexandre Curi (PSD): 7%
- Nulo/Branco: 7%
- Não sabe/Não respondeu: 6%
Metodologia: 1.200 entrevistados pelo Instituto Real Time Big Data entre os dias 25 e 26 de novembro de 2025. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 3,0 pontos percentuais.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
UM Gazeta do Povo Publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, descobertas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considere que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.











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