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Marina Silva apoia coalizão contra crimes ambientais e reafirma meta de desmatamento zero até 2030

Redação Por Redação
5 de novembro de 2025
Em Notícias
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Marina Silva apoia coalizão contra crimes ambientais e reafirma meta de desmatamento zero até 2030
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Marina Silva apoia coalizão contra crimes ambientais e reafirma meta de desmatamento zero até 2030
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A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva Reprodução/TV Globo A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, participou nesta terça-feira (4) do lançamento da coalizão multilateral contra crimes ambientais no Pier Mauá, no Centro do Rio, e reforçou o compromisso do Brasil com desmatamento zero até 2030, citando queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado em 2025. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A iniciativa, lançada no segundo dia da visita do príncipe William ao Brasil, durante a Cúpula Global Anual da United for Wildlife, reúne governos, organizações internacionais, sociedade civil e setor privado com o objetivo de coordenar ações para combater redes criminosas que exploram florestas, fauna e comunidades locais. “Tenho satisfação de participar do lançamento da coalizão multilateral contra os crimes ambientais, inciativa que representa um marco relevante de fortalecimento da governança global”, disse Marina. “Essa coalizão reflete a consciência de que enfrentar os crimes ambientais exige ação multilateral efetiva, baseada em cooperação, confiança e solidariedade internacional”, comentou o ministro. Marina defendeu também a criação de bases legais internacionais para o combate às redes criminosas. “A adoção de um marco jurídico vinculante no âmbito das convenções da ONU contra o crime organizado transnacional é um avanço essencial. Sem base jurídica sólida não será possível combater de forma eficaz as redes criminosas que dilapidam a biodiversidade, contaminam nossos rios e exploram as populações locais”, disse. Príncipe William conhece a Ilha de Paquetá e passou por manguezal Desmatamento A ministra trouxe à mesa dados recentes sobre a evolução do desmatamento no país, informações que embasam a defesa do governo pela intensificação da atuação contra crimes ambientais. “Os resultados mais recentes mostram que estamos avançando. Em 2025, o desmatamento caiu 11,8% na Amazônia e 11,49% no Cerrado. É o terceiro ano consecutivo de redução de desmatamento na Amazônia, desde o início do governo do presidente Lula”, afirmou Marina. Segundo ela, “No acumulado, temos uma queda de 50% em relação a 2022. Esses números são frutos da reestruturação institucional e do fortalecimento da política transversal do governo. Destaco o trabalho do IBAMA, do Icmbio, apoiados pelas polícias e estados”. O ministério também citou que as unidades de conservação, áreas onde não deveriam haver desmatamento, registraram recuo. “Em se tratando das unidades de conservação, onde não deveria haver desmatamento, nós normalmente temos uma queda de 31%, quando comparamos 2025 com 2024”. “Mas no acumulado, a queda foi de 72% quando comparamos com 2022. Essa atuação desmonta redes criminosas e protege territórios e ecossistemas vulneráveis”, analisou Marina Silva. Em sua fala, o ministério também oferece os instrumentos de financiamento e mecanismos de apoio internacional. “O Fundo Amazônia tem sido decisivo para fortalecer órgãos ambientais e iniciativas estruturantes”, declarou. Príncipe William na Cúpula Global Anual da United for Wildlife, no Rio Reprodução/TV Globo Sobre novas fontes de financiamento, Marina citou o mecanismo proposto. “O Fundo Floresta Tropical para sempre (TFFF), um mecanismo inovador que busca mobilizar recursos financeiros para proteção das florestas tropicais, sua biodiversidade e os povos das florestas”. Proteger defensores indígenas O príncipe William participou do mesmo evento e anunciou uma parceria voltada à proteção dos defensores indígenas da Amazônia. “A América Latina tem 80% dos crimes ambientais no mundo todo. Não podemos fazer a gestão das florestas sem a proteção dos defensores. Tenho o prazer de anunciar o primeiro fundo de indígenas protegendo a Floresta Amazônica”, disse o príncipe. O programa, segundo a organização, oferecerá assistência jurídica e apoio financeiro emergencial a líderes indígenas ameaçados por grupos que exploram terras e recursos, e será liderado por povos indígenas em parceria com organizações como a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Rainforest Foundation Norway e outras. O evento no Pier Mauá integrou agendas internacionais de combate a crimes ambientais e reforçou o discurso do governo brasileiro sobre a necessidade de cooperação global para garantir o fim do desmatamento e a proteção dos povos e dos biomas. “Nossa melhor ambição é acelerar a implementação dos compromissos já reforçados. Convidamos a todos para se juntarem a todos por esse mutirão global, pela ação climática e pelo enfrentamento dos crimes que afetam o meio ambiente”, disse Marina Silva, no evento.
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva Reprodução/TV Globo A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, participou nesta terça-feira (4) do lançamento da coalizão multilateral contra crimes ambientais no Pier Mauá, no Centro do Rio, e reforçou o compromisso do Brasil com desmatamento zero até 2030, citando queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado em 2025. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A iniciativa, lançada no segundo dia da visita do príncipe William ao Brasil, durante a Cúpula Global Anual da United for Wildlife, reúne governos, organizações internacionais, sociedade civil e setor privado com o objetivo de coordenar ações para combater redes criminosas que exploram florestas, fauna e comunidades locais. “Tenho satisfação de participar do lançamento da coalizão multilateral contra os crimes ambientais, inciativa que representa um marco relevante de fortalecimento da governança global”, disse Marina. “Essa coalizão reflete a consciência de que enfrentar os crimes ambientais exige ação multilateral efetiva, baseada em cooperação, confiança e solidariedade internacional”, comentou o ministro. Marina defendeu também a criação de bases legais internacionais para o combate às redes criminosas. “A adoção de um marco jurídico vinculante no âmbito das convenções da ONU contra o crime organizado transnacional é um avanço essencial. Sem base jurídica sólida não será possível combater de forma eficaz as redes criminosas que dilapidam a biodiversidade, contaminam nossos rios e exploram as populações locais”, disse. Príncipe William conhece a Ilha de Paquetá e passou por manguezal Desmatamento A ministra trouxe à mesa dados recentes sobre a evolução do desmatamento no país, informações que embasam a defesa do governo pela intensificação da atuação contra crimes ambientais. “Os resultados mais recentes mostram que estamos avançando. Em 2025, o desmatamento caiu 11,8% na Amazônia e 11,49% no Cerrado. É o terceiro ano consecutivo de redução de desmatamento na Amazônia, desde o início do governo do presidente Lula”, afirmou Marina. Segundo ela, “No acumulado, temos uma queda de 50% em relação a 2022. Esses números são frutos da reestruturação institucional e do fortalecimento da política transversal do governo. Destaco o trabalho do IBAMA, do Icmbio, apoiados pelas polícias e estados”. O ministério também citou que as unidades de conservação, áreas onde não deveriam haver desmatamento, registraram recuo. “Em se tratando das unidades de conservação, onde não deveria haver desmatamento, nós normalmente temos uma queda de 31%, quando comparamos 2025 com 2024”. “Mas no acumulado, a queda foi de 72% quando comparamos com 2022. Essa atuação desmonta redes criminosas e protege territórios e ecossistemas vulneráveis”, analisou Marina Silva. Em sua fala, o ministério também oferece os instrumentos de financiamento e mecanismos de apoio internacional. “O Fundo Amazônia tem sido decisivo para fortalecer órgãos ambientais e iniciativas estruturantes”, declarou. Príncipe William na Cúpula Global Anual da United for Wildlife, no Rio Reprodução/TV Globo Sobre novas fontes de financiamento, Marina citou o mecanismo proposto. “O Fundo Floresta Tropical para sempre (TFFF), um mecanismo inovador que busca mobilizar recursos financeiros para proteção das florestas tropicais, sua biodiversidade e os povos das florestas”. Proteger defensores indígenas O príncipe William participou do mesmo evento e anunciou uma parceria voltada à proteção dos defensores indígenas da Amazônia. “A América Latina tem 80% dos crimes ambientais no mundo todo. Não podemos fazer a gestão das florestas sem a proteção dos defensores. Tenho o prazer de anunciar o primeiro fundo de indígenas protegendo a Floresta Amazônica”, disse o príncipe. O programa, segundo a organização, oferecerá assistência jurídica e apoio financeiro emergencial a líderes indígenas ameaçados por grupos que exploram terras e recursos, e será liderado por povos indígenas em parceria com organizações como a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Rainforest Foundation Norway e outras. O evento no Pier Mauá integrou agendas internacionais de combate a crimes ambientais e reforçou o discurso do governo brasileiro sobre a necessidade de cooperação global para garantir o fim do desmatamento e a proteção dos povos e dos biomas. “Nossa melhor ambição é acelerar a implementação dos compromissos já reforçados. Convidamos a todos para se juntarem a todos por esse mutirão global, pela ação climática e pelo enfrentamento dos crimes que afetam o meio ambiente”, disse Marina Silva, no evento.[/gpt3]

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