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‘Olheiro’, ‘radinho’, ‘vapor’: MP traça traçado do CV com 7 níveis de comando

Redação Por Redação
1 de novembro de 2025
Em Notícias
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‘Olheiro’, ‘radinho’, ‘vapor’: MP traça traçado do CV com 7 níveis de comando
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‘Olheiro’, ‘radinho’, ‘vapor’: MP traça traçado do CV com 7 níveis de comando
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‘Muro do Bope’: entenda a estratégia da polícia em megaoperação do Rio de Janeiro O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil do RJ identificaram uma estrutura hierárquica formalizada dentro do Comando Vermelho (CV), com divisão de funções e regras internas. As informações constam na denúncia e nos relatórios incluídos no processo da Megaoperação Contenção. Ao todo, o MPRJ denunciou 69 pessoas por associação para o tráfico. Na última terça (28), 113 pessoas foram presas, e outras 121 foram mortas, incluindo 4 policiais civis e militares. Segundo o Ministério Público, o organograma da facção é composto por 7 níveis principais: Chefes de guerra: estão no topo da cadeia, responsáveis ​​por estratégias, finanças e invasões de territórios. Gerentes de área: coordenam o tráfego em comunidades, coletam lucros semanais e repassam valores à cúpula. Seguranças: responsáveis ​​pela proteção direta das lideranças, guarda de armas e escolta de chefes em deslocamentos. Soldados: atuam armados na defesa de pontos de venda e em confrontos com grupos rivais. Vapores: fazem a venda direta de drogas e cuidam do transporte de valores. Radinhos: coordenam a comunicação e repassam em tempo real informações sobre ações policiais ou movimentações de facções rivais. Olheiros: Permanecem nos acessos e ruas próximas às comunidades, vigiando a aproximação de viaturas e alertando os radinhos. LEIA MAIS: RJ divulga lista de mortos em megaoperação Até comparsas eram proibidas de entrar armados na casa de Doca Arsenal do CV tinha fuzis do Exército da Venezuela, Argentina, Peru e Brasil Porsche, ordens de tortura e ‘favor’ para major da PM: o retrato do CV na denúncia Prêmio para informações que levem ao traficante do CV, Doca, é de R$ 100 mil. Reprodução/TV Globo Quem está no topo Entre os chefes de guerra, o documento citado Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso, apontado como a liderança principal do CV no Complexo da Penha e responsável por determinar as operações armadas e a expansão da facção para áreas da Zona Sudoeste. Doca é descrita como “a maior das lideranças da cúpula” e tem 26 mandatos de prisão pendentes. Outro nome é Carlos da Costa Neves, o Gadernal, identificado como “general do Complexo da Penha” e chefe da segurança de Doca. O relatório afirma que ele define estratégias de guerra contra facções rivais e táticas de enfrentamento a forças de segurança. A denúncia também cita Washington César Braga da Silva, o Grandão ou Síndico da Penha, responsável por controlar grupos de WhatsApp usados ​​pela facção. Ele autorizou quem poderia se comunicar com Doca e organizar escalas de plantão, bailes e pagamentos de propina. O 4º nome no topo da posição é Juan Breno, conhecido como BMW, que liderava a Equipe Sombra, grupo subordinado à cúpula da Penha e encarregado de invadir territórios na Gardênia Azul e adjacências, na Zona Sudoeste. Os promotores afirmam que a facção opera “como uma empresa criminosa”, com contabilidade própria, metas de arrecadação e substituição imediata de líderes presos. O comando central, sedado na Penha, recebia relatórios diários sobre lucros e ocorrências nas áreas dominadas. O Gaeco/MPRJ classificou a estrutura como “um sistema de gestão criminosa com divisão clara de tarefas e substituição funcional imediata”.
‘Muro do Bope’: entenda a estratégia da polícia em megaoperação do Rio de Janeiro O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil do RJ identificaram uma estrutura hierárquica formalizada dentro do Comando Vermelho (CV), com divisão de funções e regras internas. As informações constam na denúncia e nos relatórios incluídos no processo da Megaoperação Contenção. Ao todo, o MPRJ denunciou 69 pessoas por associação para o tráfico. Na última terça (28), 113 pessoas foram presas, e outras 121 foram mortas, incluindo 4 policiais civis e militares. Segundo o Ministério Público, o organograma da facção é composto por 7 níveis principais: Chefes de guerra: estão no topo da cadeia, responsáveis ​​por estratégias, finanças e invasões de territórios. Gerentes de área: coordenam o tráfego em comunidades, coletam lucros semanais e repassam valores à cúpula. Seguranças: responsáveis ​​pela proteção direta das lideranças, guarda de armas e escolta de chefes em deslocamentos. Soldados: atuam armados na defesa de pontos de venda e em confrontos com grupos rivais. Vapores: fazem a venda direta de drogas e cuidam do transporte de valores. Radinhos: coordenam a comunicação e repassam em tempo real informações sobre ações policiais ou movimentações de facções rivais. Olheiros: Permanecem nos acessos e ruas próximas às comunidades, vigiando a aproximação de viaturas e alertando os radinhos. LEIA MAIS: RJ divulga lista de mortos em megaoperação Até comparsas eram proibidas de entrar armados na casa de Doca Arsenal do CV tinha fuzis do Exército da Venezuela, Argentina, Peru e Brasil Porsche, ordens de tortura e ‘favor’ para major da PM: o retrato do CV na denúncia Prêmio para informações que levem ao traficante do CV, Doca, é de R$ 100 mil. Reprodução/TV Globo Quem está no topo Entre os chefes de guerra, o documento citado Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso, apontado como a liderança principal do CV no Complexo da Penha e responsável por determinar as operações armadas e a expansão da facção para áreas da Zona Sudoeste. Doca é descrita como “a maior das lideranças da cúpula” e tem 26 mandatos de prisão pendentes. Outro nome é Carlos da Costa Neves, o Gadernal, identificado como “general do Complexo da Penha” e chefe da segurança de Doca. O relatório afirma que ele define estratégias de guerra contra facções rivais e táticas de enfrentamento a forças de segurança. A denúncia também cita Washington César Braga da Silva, o Grandão ou Síndico da Penha, responsável por controlar grupos de WhatsApp usados ​​pela facção. Ele autorizou quem poderia se comunicar com Doca e organizar escalas de plantão, bailes e pagamentos de propina. O 4º nome no topo da posição é Juan Breno, conhecido como BMW, que liderava a Equipe Sombra, grupo subordinado à cúpula da Penha e encarregado de invadir territórios na Gardênia Azul e adjacências, na Zona Sudoeste. Os promotores afirmam que a facção opera “como uma empresa criminosa”, com contabilidade própria, metas de arrecadação e substituição imediata de líderes presos. O comando central, sedado na Penha, recebia relatórios diários sobre lucros e ocorrências nas áreas dominadas. O Gaeco/MPRJ classificou a estrutura como “um sistema de gestão criminosa com divisão clara de tarefas e substituição funcional imediata”.[/gpt3]

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