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Motociclistas fazem manifestação contra mais de 120 mortes durante a megaoperação nos complexos do Alemão e Penha

Redação Por Redação
29 de outubro de 2025
Em Notícias
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Motociclistas fazem manifestação contra mais de 120 mortes durante a megaoperação nos complexos do Alemão e Penha
Twitter1128254686redacaobcn@gmail.com



Motociclistas fazem manifestação contra mais de 120 mortes durante a megaoperação nos complexos do Alemão e Penha
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Dezenas de corpos são levados por moradores para praça no dia seguinte à operação no Rio Cerca de 100 motociclistas fazem um protesto, na tarde desta quarta-feira (29), contra as mais de 120 mortes na megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha contra o Comando Vermelho. O grupo saiu pela praça São Lucas, no Complexo da Penha e pela Avenida Brasil em direção ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio. Eles foram escoltados por policiais do Batalhão Tático Móvel da Polícia Militar. De acordo com o governo do estado, foram 4 policiais e 117 suspeitos mortos na ação, que são considerados os mais letais da história do Rio de Janeiro. Na manhã desta quarta, moradores do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, encontraram, pelo menos, 74 corpos na área de mata da região. Entenda os números divulgados até agora: O governo havia informado no balanço de terça que havia 64 mortos, sendo que 4 eram policiais civis e militares. Mas, na manhã desta quarta, o governador Cláudio Castro (PL-RJ) só confirmou oficialmente 58 mortos, sendo que eram 54 criminosos. Ele não esclareceu porque o número do balanço de ontem foi alterado. Em coletiva, a cúpula da segurança do RJ atualizou os números: 4 policiais e 117 suspeitos mortos. Moradores afirmaram ter encontrado 74 mortos na mata, que foram levados uma praça na Penha. O Secretário da Polícia Civil fala em “63 corpos encontrados na mata”. Haverá uma perícia para ver se há relação entre essas mortes e a operação. Curi disse também que foram 113 presos, 33 de outros estados, como Amazonas, Ceará, Pará e Pernambuco. O g1 apurou ainda que os corpos, todos de homens, estavam na área de mata da Vacaria, na Serra da Misericórdia, onde se concentraram os confrontos entre as forças de segurança e traficantes. O governador Cláudio Castro disse considerar que a ação foi um “sucesso” e que apenas os quatro policiais mortos são “vítimas”. Mais cedo, o governador não comentou os corpos encontrados pelos moradores na mata. “A nossa contabilidade conta a partir do momento em que os corpos entram no IML. A Polícia Civil tem a responsabilidade enorme de identificar quem eram aquelas pessoas. Eu não posso fazer balanço antes de todos entrarem”, afirmou. O secretário da Polícia Militar, Marcelo de Menezes, explicou a estratégia das forças de segurança durante uma megaoperação. Segundo ele, foi criado o que chamou de “Muro do Bope”: policiais avançaram pela área da Serra da Misericórdia para cercar os criminosos e empurrá-los na direção à mata, onde outras equipes do Batalhão de Operações Especiais já estavam posicionadas. A explicação foi dada durante entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (29), quando a cúpula da Segurança Pública do Rio detalhou os resultados da ação. O secretário de Segurança Pública, Victor Santos, classificou o “dano colateral” como “muito pequeno”, afirmando que apenas quatro pessoas inocentes morreram durante a ação. A ação contou com 2,5 mil policiais civis e militares e é considerada pela cúpula da segurança como de alto risco. 🔴 AO VIVO: Acompanhe as últimas informações do Rio de Janeiro Atenção, imagens fortes Reprodução Imagem de drone mostra corpos levados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025 Ricardo Moraes/Reuters LEIA TAMBÉM Entenda o que é GLO e por que o termo voltou a ser discussão após operação no RJ Moradora obrigada a filmar rendição, ‘monte’ de fuzis, bombas em drones, cariocas a pé: as imagens da megaoperação no Rio Cúpula do Comando Vermelho é limitada para cadeia de segurança máxima no Rio antes de ser levada ao presídio federal Reconhecimento na praça O ativista Raull Santiago é um dos que ajudaram a retirar os corpos da mata. “Em 36 anos de favela, passando por várias operações e chacinas, eu nunca vi nada parecido com o que estou vendendo hoje. É algo novo. Brutal e violento num nível desconhecido”, disse. Segundo apurou o g1, o objetivo do traslado dos corpos até a praça foi facilitar o reconhecimento pelos pais. Moradores os deixaram sem camisa para agilizar esse processo, a fim de deixar à mostrar tatuagens, cicatrizes e marcas de nascente. Muitos dos mortos tinham ouvido a bala – alguns estavam com o rosto desfigurado. Um tinha sido decapitado, mas não se sabia como. Depois, a Polícia Civil informou que o atendimento às famílias para o reconhecimento oficial ocorre no prédio do Detran localizado ao lado do Instituto Médico-Legal (IML) do Centro do Rio, a partir das 8h. Nesse período, o acesso ao IML é restrito à Polícia Civil e ao Ministério Público, que realizam os exames necessários. As demais necropsias, sem relação com a operação, serão feitas no IML de Niterói. INFOGRÁFICO: veja onde se concentraram os confrontos no Rio durante a megaoperação Arte g1 Fale com o g1 Corpos levados a hospital Mais cedo, moradores também transportaram seis corpos em uma Kombi para o Hospital Estadual Getúlio Vargas. O veículo chegou em alta velocidade e saiu rapidamente do local. Veja imagens: Seis corpos chegam ao HGV após megaoperação Reprodução/TV Globo Corpos chegam a chegar ainda de madrugada Reprodução Corpos são levados para na Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro Raull Santiago/Arquivo pessoal Mulher vela corpo de homem na Vacaria Cesar Salles/Arquivo pessoal Corpos são levados para praça na Penha Betinho Casas Novas/g1 Foto mostra corpos colocados em praça no Complexo da Penha, no dia seguinte à operação mais letal da praça história do RJ AP Photo/Silvia Izquierdo Dezenas de corpos são levadas por moradores para praça na Penha no dia seguinte à megaoperação Operação mais letal da história do RJ causou impactos em toda a cidade
Dezenas de corpos são levados por moradores para praça no dia seguinte à operação no Rio Cerca de 100 motociclistas fazem um protesto, na tarde desta quarta-feira (29), contra as mais de 120 mortes na megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha contra o Comando Vermelho. O grupo saiu pela praça São Lucas, no Complexo da Penha e pela Avenida Brasil em direção ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio. Eles foram escoltados por policiais do Batalhão Tático Móvel da Polícia Militar. De acordo com o governo do estado, foram 4 policiais e 117 suspeitos mortos na ação, que são considerados os mais letais da história do Rio de Janeiro. Na manhã desta quarta, moradores do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, encontraram, pelo menos, 74 corpos na área de mata da região. Entenda os números divulgados até agora: O governo havia informado no balanço de terça que havia 64 mortos, sendo que 4 eram policiais civis e militares. Mas, na manhã desta quarta, o governador Cláudio Castro (PL-RJ) só confirmou oficialmente 58 mortos, sendo que eram 54 criminosos. Ele não esclareceu porque o número do balanço de ontem foi alterado. Em coletiva, a cúpula da segurança do RJ atualizou os números: 4 policiais e 117 suspeitos mortos. Moradores afirmaram ter encontrado 74 mortos na mata, que foram levados uma praça na Penha. O Secretário da Polícia Civil fala em “63 corpos encontrados na mata”. Haverá uma perícia para ver se há relação entre essas mortes e a operação. Curi disse também que foram 113 presos, 33 de outros estados, como Amazonas, Ceará, Pará e Pernambuco. O g1 apurou ainda que os corpos, todos de homens, estavam na área de mata da Vacaria, na Serra da Misericórdia, onde se concentraram os confrontos entre as forças de segurança e traficantes. O governador Cláudio Castro disse considerar que a ação foi um “sucesso” e que apenas os quatro policiais mortos são “vítimas”. Mais cedo, o governador não comentou os corpos encontrados pelos moradores na mata. “A nossa contabilidade conta a partir do momento em que os corpos entram no IML. A Polícia Civil tem a responsabilidade enorme de identificar quem eram aquelas pessoas. Eu não posso fazer balanço antes de todos entrarem”, afirmou. O secretário da Polícia Militar, Marcelo de Menezes, explicou a estratégia das forças de segurança durante uma megaoperação. Segundo ele, foi criado o que chamou de “Muro do Bope”: policiais avançaram pela área da Serra da Misericórdia para cercar os criminosos e empurrá-los na direção à mata, onde outras equipes do Batalhão de Operações Especiais já estavam posicionadas. A explicação foi dada durante entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (29), quando a cúpula da Segurança Pública do Rio detalhou os resultados da ação. O secretário de Segurança Pública, Victor Santos, classificou o “dano colateral” como “muito pequeno”, afirmando que apenas quatro pessoas inocentes morreram durante a ação. A ação contou com 2,5 mil policiais civis e militares e é considerada pela cúpula da segurança como de alto risco. 🔴 AO VIVO: Acompanhe as últimas informações do Rio de Janeiro Atenção, imagens fortes Reprodução Imagem de drone mostra corpos levados a praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro de 2025 Ricardo Moraes/Reuters LEIA TAMBÉM Entenda o que é GLO e por que o termo voltou a ser discussão após operação no RJ Moradora obrigada a filmar rendição, ‘monte’ de fuzis, bombas em drones, cariocas a pé: as imagens da megaoperação no Rio Cúpula do Comando Vermelho é limitada para cadeia de segurança máxima no Rio antes de ser levada ao presídio federal Reconhecimento na praça O ativista Raull Santiago é um dos que ajudaram a retirar os corpos da mata. “Em 36 anos de favela, passando por várias operações e chacinas, eu nunca vi nada parecido com o que estou vendendo hoje. É algo novo. Brutal e violento num nível desconhecido”, disse. Segundo apurou o g1, o objetivo do traslado dos corpos até a praça foi facilitar o reconhecimento pelos pais. Moradores os deixaram sem camisa para agilizar esse processo, a fim de deixar à mostrar tatuagens, cicatrizes e marcas de nascente. Muitos dos mortos tinham ouvido a bala – alguns estavam com o rosto desfigurado. Um tinha sido decapitado, mas não se sabia como. Depois, a Polícia Civil informou que o atendimento às famílias para o reconhecimento oficial ocorre no prédio do Detran localizado ao lado do Instituto Médico-Legal (IML) do Centro do Rio, a partir das 8h. Nesse período, o acesso ao IML é restrito à Polícia Civil e ao Ministério Público, que realizam os exames necessários. As demais necropsias, sem relação com a operação, serão feitas no IML de Niterói. INFOGRÁFICO: veja onde se concentraram os confrontos no Rio durante a megaoperação Arte g1 Fale com o g1 Corpos levados a hospital Mais cedo, moradores também transportaram seis corpos em uma Kombi para o Hospital Estadual Getúlio Vargas. O veículo chegou em alta velocidade e saiu rapidamente do local. Veja imagens: Seis corpos chegam ao HGV após megaoperação Reprodução/TV Globo Corpos chegam a chegar ainda de madrugada Reprodução Corpos são levados para na Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro Raull Santiago/Arquivo pessoal Mulher vela corpo de homem na Vacaria Cesar Salles/Arquivo pessoal Corpos são levados para praça na Penha Betinho Casas Novas/g1 Foto mostra corpos colocados em praça no Complexo da Penha, no dia seguinte à operação mais letal da praça história do RJ AP Photo/Silvia Izquierdo Dezenas de corpos são levadas por moradores para praça na Penha no dia seguinte à megaoperação Operação mais letal da história do RJ causou impactos em toda a cidade[/gpt3]

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